Tenho o pressentimento que eu tinha que falar mais alguma coisa agora, mas nada vem em minha mente.
30 julho 2009
Hum....
Por que eu sinto que não é comigo?

Tenho o pressentimento que eu tinha que falar mais alguma coisa agora, mas nada vem em minha mente.
Tenho o pressentimento que eu tinha que falar mais alguma coisa agora, mas nada vem em minha mente.
28 julho 2009
25 julho 2009
Ô, sonho....
Só de começar a escrever lhe vem um sorriso.
A um desafio feito, um sonho construído em segundos. Um sonho construído em que suas realização se tornam além de possível, antigas. Já que o antigo é o que já passou. Se tornam parte de sua vida. Aquele sonho, onde suas lamentações foram embora, suas agonias se desfazem e o aflorar de uma borboleta, daquele casulo escuro e excluidor do grupo, se parte. A borboleta é meu sonho.
Todos minhas realizações estão na minha asa. Os traços da minha história, e assim uma linha do tempo transcorre lá. E o mais engraçado, se fosse para me deixar simplesmente feliz, aquela velha palavra me conforta: paz. Só que dessa vez virá com uma lista, pois isto é um sonho e aqui posso ter o que eu quero e um pouco mais.
Na linha do tempo, tudo está tranquilo, óbvio. Imagino cada palavra que um dia, por três vezes na vida quis dizer, valorizadas a cada minuto e respondido por um carinhoso beijo. O fim do meu trabalho social. Interagir de forma que lhe concedam oportunidades. Agora cada um conhece sua oportunidade e não precisam de mim. Cada sabe o que é certo e o que é errado, o que é limite e o que é fora do limite.
Então, imagine-se junto comigo em meu sonho:
Está você, lá, em uma pequena espreguiçadeira. Deitado, com não muitas roupas, apenas o necessário, em frente a uma praia. Atrás de você se extende alguns coqueiros, mas, ao passar por eles, há uma planície de pequeno relevo, formando uma montanha. Lá em cima está uma cabana e ao chegar na cabana, lá embaixo há uma villa. Nesta cabana, que é sua, está quem você quer q esteja, sentado, fazendo algum hobby dele. Lendo um livro, fumando cachimbo, tricotando. As pernas estão pro ar e não há problemas e sim um leve e sincero sorriso soltado pela pessoa. Você olha para trás, lá está a praia, para frente, a vila, e ao seu lado quem você imaginou estar.
Então, o sonho é seu. Você pode descer a vila e procurar encontrar os vizinhos que você gostaria de ter para sua vida. Ou entrar na cabana com quem você escolheu.
Este mundo, esta ilha, este espaço, é seu.
A um desafio feito, um sonho construído em segundos. Um sonho construído em que suas realização se tornam além de possível, antigas. Já que o antigo é o que já passou. Se tornam parte de sua vida. Aquele sonho, onde suas lamentações foram embora, suas agonias se desfazem e o aflorar de uma borboleta, daquele casulo escuro e excluidor do grupo, se parte. A borboleta é meu sonho.
Todos minhas realizações estão na minha asa. Os traços da minha história, e assim uma linha do tempo transcorre lá. E o mais engraçado, se fosse para me deixar simplesmente feliz, aquela velha palavra me conforta: paz. Só que dessa vez virá com uma lista, pois isto é um sonho e aqui posso ter o que eu quero e um pouco mais.
Na linha do tempo, tudo está tranquilo, óbvio. Imagino cada palavra que um dia, por três vezes na vida quis dizer, valorizadas a cada minuto e respondido por um carinhoso beijo. O fim do meu trabalho social. Interagir de forma que lhe concedam oportunidades. Agora cada um conhece sua oportunidade e não precisam de mim. Cada sabe o que é certo e o que é errado, o que é limite e o que é fora do limite.
Então, imagine-se junto comigo em meu sonho:
Está você, lá, em uma pequena espreguiçadeira. Deitado, com não muitas roupas, apenas o necessário, em frente a uma praia. Atrás de você se extende alguns coqueiros, mas, ao passar por eles, há uma planície de pequeno relevo, formando uma montanha. Lá em cima está uma cabana e ao chegar na cabana, lá embaixo há uma villa. Nesta cabana, que é sua, está quem você quer q esteja, sentado, fazendo algum hobby dele. Lendo um livro, fumando cachimbo, tricotando. As pernas estão pro ar e não há problemas e sim um leve e sincero sorriso soltado pela pessoa. Você olha para trás, lá está a praia, para frente, a vila, e ao seu lado quem você imaginou estar.
Então, o sonho é seu. Você pode descer a vila e procurar encontrar os vizinhos que você gostaria de ter para sua vida. Ou entrar na cabana com quem você escolheu.
Este mundo, esta ilha, este espaço, é seu.
23 julho 2009
Em que olhos você quer ver?

Come up to meet you, tell you I'm sorry
You don't know how lovely you are
I had to find you, tell you I need you
And tell you I set you apart
Tell me your secrets, and ask me your questions
Oh let's go back to the start
Running in circles, coming up tails
Heads on a silence apart
Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be this hard
Oh take me back to the start
I was just guessing at numbers and figures
Pulling the puzzles apart.
Questions of science, science and progress
Don't speak as loud as my heart.
So tell me you love me, come back and haunt me,
Oh, when I rush to the start
Running in circles, chasing in tails
coming back as we are.
Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy.
No one ever said it would be so hard
I'm going back to the start.
Ooooohhhhhhh
Coldplay - The Scientist
21 julho 2009
Diário do Andarilho
- Seridade, meu caro jovem. - é a resposta do velho.
Velho sábio, de túnica, mãos curvadas sobre o ventre, olhando para você, de olhos profundos com barbas de quatro palmos.
(Hoje me expresso em história)
Desordenado, o jovem, aquele antigo jovem (das antigas histórias de meu blog), o andarilho, abandonado em seus pensamentos, sem noção ao que acontecia no mundo ao seu redor, caminhava. Grama seca, curta, uma planície repleta de beleza. O atleta da vida, que rodou estradas e estradas a procura de nada além de paz - o que seria um tanto simplório ou ambicioso? - estava desnorteado pelas palavras do ancestral.
Não sabia o que falar para si mesmo, sem consolos, dúvidas, nada. Zero e puro, sua alma parecia estar parada, parecia adormecer com as mãos sobre o ventre igual ao homem dos conselhos espirituais que acabara de ver. Estava muda, nada gritava, seu coração, seus anseios sumiam, não havia medo.
E isso lhe trazia medo... e insegurança.
Porque não havia nada a temer nem proteger, fazia o rapaz enlouquecer. Algo havia errado. "Ou esta é minha paz?" pensou. Pensou, pensou, pensou, pensou, pensou, pensou e pensou. E desistiu. Calma aí, desistiu de não pensar mais, depois de tanto pensar, pensar, pensar, pensar e pensar.
Desistiu de pensar e foi sentir. Sentiu, sentiu, sentiu, até não sentir nada. Desistiu. Também não foi de entender o que estava havendo, mas desistiu de sentir, sentir, sentir e sentir.
Então procurou, por um momento, onde estava, olhar o local. Paz. A paisagem, a grama rasteira. Sentou. Olhou, olhou, olhou e olhou. Sem sentir e sem pensar. Tornou a olhar e o vazio parecia um jorro de energia. Entrou abruptamente em seu corpo e seus orgãos pareceram sumir da gravidade da terra e flutuar com mais leveza. Dentro, tudo flutuava com maior leveza, o olhar, não sentir, nem pensar, apenas fazer. Andar como uma andada e responder como uma resposta. A mais limpa atitude de um homem, feita por instintos e sem pretensões. Este rio de "energia vazia" passava por seu corpo e ele sentia passar em direção a terra. Era um sentimento físico e sentimental. Era tudo em um vazio. Era nada com tudo. Ele percebia o significado da matéria e anti-matéria, o Yin e Yang, da ação com uma reação. Ele entendia tudo, sem pensar em nada, e não precisava entender nada, porque parecia saber de tudo.
Um conhecimento adentrava seu corpo, não sua mente - vale citar -, e ele sentia-se confiante e o medo havia sumido. O sentimento "físico-sentimental" começava a realçar em suas feições, uma calmaria agindo sobre seu consciente. A consciência de que seu incosciente estava agindo, não havia explicações. Seu incosciente estava fazendo alguma coisa.
"Esse velho safado é esperto!" pensou.
Paz.
19 julho 2009
A regra nº1

Quando você sabe que as coisas são feitas dessa maneira. Quando você se sente responsável por tudo que está passando, percebe seus estúpidos defeitos que fazem uma diferença enorme em toda sua vida. Quando seus trajetos, planos, pensamentos, vontades, tudo desaba, tudo vai contra você. Tudo, exatamente tudo. Que seria resumidamente profissional e emocional. Você percebe que todo o peso da vida é com a vida dos outros e quando recai sobre você, parece inesperado. Tudo que inesperado, todo esforço conquistado, tudo de maneira calma, planejada e exercida com tal discplina que as coisas corriam tão bem e que a vida parecia tão fácil, tratando-a com frieza.
Mas ou as coisas não são assim com ninguém ou só comigo elas desabam muito mais. Nunca se sabe regular o sofrimento dos outros e eu vou continuar para sempre sem saber. Todas as minhas fraquezas trabalhadas, equilibradas, tudo bem pesquisado, livros lidos, toda a maneira como a minha vida foi produzida estava sendo seguida pelas minhas próprias regulamentações na devida forma.
Então, para terem noção de meu desespero, eu diria que:
Tudo desabou.
Todas minhas seguranças sumiram.
Então para começar, preciso entender a regra número um:
Não tenho nada, por isso, posso fazer tudo.
15 julho 2009
Só
Só, em minha mente
fraca, triste,
sem leme.
Um mar, pensamentos
profundos, e no fundo
do fundo do mar:
sua essência é amor.
Amor perdido em minha mente,
sem leme, no mar de pensamentos,
perdido...
Pense, pense, pense!
Como sair desta imensidão,
desta solidão que sinto
aqui dentro.
Opa, um livro...
mais tarde eu penso.
Só.
11 julho 2009
Por favor, eu sei que você é justo. Me faça acreditar que escreve certo por linhas tortas. Eu irei ver sua resposta agora.
Por favor, me dê um único presente espiritual, por favor, por favor, por favor...
Pedidos, orações, minha vida, minha alma, toda minha energia, tudo que eu sei e que irei descobrir da vida é seu.
Por favor.
Irei ver.
Por favor, me dê um único presente espiritual, por favor, por favor, por favor...
Pedidos, orações, minha vida, minha alma, toda minha energia, tudo que eu sei e que irei descobrir da vida é seu.
Por favor.
Irei ver.
09 julho 2009
Não posso ler livros
Os livros me corroem o coração.
Eles contam histórias de
pessoas que lutaram por seus sonhos.
Os livros me fazem ver
a vida como ela é vista
nos filmes.
Me ditam poesias sobre
casos de amor que gostaria
que tivessem ocorrido comigo.
As frases, as metáforas,
me fazem querer lutar mais
e ir pra frente.
Os livros, alias,
as palavras me acendem
a chama de viver.
Mas não quero. As mais belas
palavras me fazem querer conquistar
as mais belas moças...
E isto me faz sofrer.
As mais belas palavras fazem
me esforçar para ser o melhor
de mim...
E vivo insatisfeito.
Me faz querer amar como nunca
amei ninguém antes. É o que
eu digo todas as vezes que me apaixono...
As palavras concedem a força
que vem do interior de minha
alma...
Mas também levantam os chicotes
que ferem e destroem todos os
meus sentimentos e meus sonhos...
As palavras, socialmente,
nada mudam em minha vida.
Não ganho mais dinheiro,
nem tenho uma casa melhor...
Mas vivo bem.
São as palavras que constroem
os meus sonhos e são que elas
que me iludem também.
Um dia
Um dia descobrimos que beijar uma
pessoa para esquecer outra
é bobagem.
Você só não esquece a outra
pessoa como pensa muito
mais nela....
Um dia percebemos que as
melhores provas de amor são
as mais simples...
Um dia percebemos que o
comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser
classificado como o "bonzinho"
não é bom...
Um dia perceberemos que a pessoa
que nunca te liga é a que mais
pensa em você...
Um dia saberemos a importância
da frase:
"Tu te tornas eternamente
responsável por aquilo que cativas..."
Um dia percebemos que somos
muito importantes para alguém,
mas não damos valor a isso...
Enfim... um dia descobrimos
que apesar de viver quase um século
esse tempo todo não é suficiente
para realizarmos todos os
nossos sonhos,
para beijarmos todas as bocas
que nos atraem, para dizer tudo
o que tem que ser dito
naquele momento.
Não existe hora certa para dizer o
que sentimos se quem estiver
te ouvindo não te compreender,
não te merecer...
O jeito é: ou nos conformamos com
a falta de algumas coisas na nossa
vida ou lutamos para realizar
todas as nossas loucuras...
Quem não compreende um olhar
tampouco compreenderá uma
longa explicação.
Mário Quintana
08 julho 2009
Paz
Esta foto lhe traz uma sensação de paz?
Pois bem, para haver paz, deve existir solidão. Nada é mais valorizado do que o sossego de um homem. É necessário entender o caminho, a solidão, as suas decisões que sobressaem sobre sua vida. Não é egoísta, é sábio. Irão existir momentos críticos em que este caminho lhe trará paz. Andar assim para sempre, aproveitando esta paisagem de nada, para alguns é chato, para outros é tranquilidade.
A tranquilidade se equivale ao vazio, não haverão preocupações. Mas não lhe aconselho suprir seus sentimentos. Eles continuam existindo nesta etapa do caminho. O medo, as sensações de alegria, tristeza. Este é o lado bom da coisa, onde um olho visualizou este caminho e o fotografou.
Não sendo destruidor de otimismo, mas: imagine esse caminho a noite.
A noite o caminho lhe traz uma sensação de paz?
Parece que você foi esquecido.
É o preço que você paga pela metade do percurso. O outro, você deve dormir antes que anoiteça e acordar quando estiver amanhacendo. Não viver nos momentos noturnos, descansar, dormir, antes que o escuridão deste vazio pegue você.
Porque com certeza, nesse local, você será praticamente obrigado a refletir que porra você tá fazendo ali.
07 julho 2009
Postiço
Não preciso de um grande texto para explicar o título e a foto. As máscaras caem, são expostas, se modificam e assim as pessoas continuam tentando sobreviver nesta sociedade fétida. Milhões de táticas para se enquadrarem socialmente em valores deturpados e voltados somente para interesses nem um pouco relacionado aos sentimentos humanos.
Aquele olhar no espelho, o lavar do rosto, desmascara toda aquela vida pacata onde tudo está muito bom. Descubro as coisas que me incomodam de verdade e procuro evitá-las, pois não procuro mais ignorá-las. Me torno egoísta. Após tanto tempo dando o suor de meu coração, o trabalho de minha paixão ao bem de poucos, poucos momentos me senti melhor. Decepcionante pois descubro que isto é apenas mais uma tática para conseguir me adequar. Para receber o que gostaria de receber na interação social. E o mais triste: não necessariamente eu precisaria agir dessa maneira. Agora não há como voltar atrás.
Os sentimentos são apenas impulsos repentinos do seu coração que se divergem de várias formas. O medo de seu coração, a raiva de seu coração, o amor de seu coração. Eles se formam por uma motivação só, abrindo demasiadas vertentes, mas com um único propósito. Acalmar seu coração seria tirar seus medos, criar segurança, suportar mais os outros e ter um amor sustentável.
Adoro a franqueza da vida. Máscaras jogadas foras, meu ego aterrado lá embaixo e perdido em uma reflexão profunda.
Como eu era postiço.
06 julho 2009
Por - talvez - querer uma aventura nutri necessidades que não entendo. Modifiquei um caminho que apenas estava prestes a ser escrito e agora provalmente eu tenha que corrigi-lo. Ao sair do quarto, nos sonhos, os rostos que se encontram nele, apenas são simbólicos das milhões de faces que se encontram na minha personalidade. Então, despercebido, não sei se qualquer pessoa que aparecesse naquele sonho, a ideia, a sua essência que gostaria de passar do inconsciente para o consciente, não seja especificamente esta.
Um desespero gigante de uma solidão, apesar de viver e procurar viver sempre só. Dessa vez já não estava mais deitado na cama, mas sim de braços apoiados na pia do banheiro, encarando-me com seriedade. Minhas emoções se tornam turvas e minha habilidade de analisar algumas situações simplesmente não aparecem naquele momento.
O fato é: estou perdido.
Assim, lavo o rosto antes de voltar para a cama.
05 julho 2009
Constituído por uma sensação inusitada, desavisada, vinda do fundo da alma, abre os olhos e levanta-se da cama, com cabelos desgrenhados e períodos longos introdutórios para lhe fazer desistir o que irá ler agora. Ainda descobrindo qual seu interesse em ter despertado de seu profundo sono, pós sonho... sonho! Foi exatamente este motivo que o fez acordá-lo. Ou me acordar. Olho ao redor do aposento, refletindo em segundos o que irei escrever em vários minutos.
O referido destino dos sonhos as vezes modificam nossa forma de pensar. Vasculhando nossas experiência feitas por toda nossa vida, procuramos entender os problemas que passamos na vida da melhor maneira possível. Acabamos então justificando coisas sem justificação ou dando motivos a situações que não tinham. Nessa parte perdemos a consciência de ilusão e realidade, e os sonhos, uma falta de realidade, de lógica, nos faz abrir os olhos da ilusão. Uma ilusão muito mais profunda, vinda de seus dicionários de rótulos guardados em sua memória, seus conceitos sobre vida e amor. Tudo pode se modificar.
E tudo acaba se modificando por um sonho ou dois. Por uma experiência ou duas.
Comigo, foi mais ou menos assim.
25 junho 2009
24 junho 2009
banco de uma praça
gostaria de encontrar métodos para me desligar do mundo.
como uma televisão, ou um aparelho eletrônico, que
com apenas um puxão de cabo, ele simplesmente desliga,
adormece, seja lá o que for que aconteça.
algumas coisas conseguem me fazer desligar do mundo.
um deslize em uma onda, que infelizmente só posso
fazer uma vez ao dia, ou o lançar em sincronia
de pequenos objetos, no ar.
(chato, chato em explicar e formular. métodico
escrever algo como um resumo do dia. nada de
interessante para ler. agora, então, começa
o termo mais poético:
não consigo me trasmutar em outros pensamentos
perdido em minhas oferendas e meus desejos,
meus quereres perdem a sensação de terem
força e algum sentido.
dialogando comigo mesmo e com meu corpo,
a minha alma grita, como sinal de dor
e sofrimento. o acontecimento não parece
ter algum sentido.
procurando no meu "eu", algo que justificasse
"você", não encontro. assim me sinto perdido,
já que não tem motivos para descrever meus sentimentos.
isso faz algum sentido?
é apenas eu e eu, convivendo comigo, onde
suportarei os gritos de minha alma, calado.
é simples, apenas é o controle que todos
tem quando acordam:
de não lutarem tanto assim por seu sonhos e
alcançar apenas o atingível. alcançar apenas
o mais próximo dele.)
como uma televisão, ou um aparelho eletrônico, que
com apenas um puxão de cabo, ele simplesmente desliga,
adormece, seja lá o que for que aconteça.
algumas coisas conseguem me fazer desligar do mundo.
um deslize em uma onda, que infelizmente só posso
fazer uma vez ao dia, ou o lançar em sincronia
de pequenos objetos, no ar.
(chato, chato em explicar e formular. métodico
escrever algo como um resumo do dia. nada de
interessante para ler. agora, então, começa
o termo mais poético:
não consigo me trasmutar em outros pensamentos
perdido em minhas oferendas e meus desejos,
meus quereres perdem a sensação de terem
força e algum sentido.
dialogando comigo mesmo e com meu corpo,
a minha alma grita, como sinal de dor
e sofrimento. o acontecimento não parece
ter algum sentido.
procurando no meu "eu", algo que justificasse
"você", não encontro. assim me sinto perdido,
já que não tem motivos para descrever meus sentimentos.
isso faz algum sentido?
é apenas eu e eu, convivendo comigo, onde
suportarei os gritos de minha alma, calado.
é simples, apenas é o controle que todos
tem quando acordam:
de não lutarem tanto assim por seu sonhos e
alcançar apenas o atingível. alcançar apenas
o mais próximo dele.)
23 junho 2009
Desfecho
Eu tive um sonho. Um sonho em que tudo se resolvia em poucas palavras. Palavras bobas, que mal são valorizadas para qualquer pessoa, mas em mim, foram fatais para alcançar minha paz. Eu sonhei com minha paz. E sonhei a ironia dela. Sonhei o que me deixaria em paz, o que faria eu ficar calmo e eternamente grato pela vida. Um dia calmo, uma pessoa em um espreguiçadeira, resolve, simplesmente do nada, dar paz a minha vida. E aproveito-a, com louvor, nada de dinheiro, mulheres, sexo, drogas ou bebidas. Nada disso está ali no sonho onde eu estou em paz. Não tem a beleza da natureza, nem cidades e carros. Havia uma montanha, raios e minha casa. Acredito que seja símbolo, mas estava em paz.
O que me deixa totalmente triste, é que começa a se tornar um pesadelo. Mas o pesadelo vem de uma decepção, mas um sabor de decepção tão grande com a ironia que a minha própria mente me causa. E eu não sei se de raiva, vou fazer ela enterrar a cara na areia e calar a boca dela, por ter tido sucesso em alcançar a paz. Ou simplesmente desisto.
E o pesadelo começa assim:
Os personagens depois de terem resolvido minha vida e dado a minha paz, apenas me acordam para o dia que estou agora. Avisam que é um sonho. Avisam que é um sonho. Avisam que é um sonho. Avisam que tudo isto é um sonho.
Vamos ver, então.
O que me deixa totalmente triste, é que começa a se tornar um pesadelo. Mas o pesadelo vem de uma decepção, mas um sabor de decepção tão grande com a ironia que a minha própria mente me causa. E eu não sei se de raiva, vou fazer ela enterrar a cara na areia e calar a boca dela, por ter tido sucesso em alcançar a paz. Ou simplesmente desisto.
E o pesadelo começa assim:
Os personagens depois de terem resolvido minha vida e dado a minha paz, apenas me acordam para o dia que estou agora. Avisam que é um sonho. Avisam que é um sonho. Avisam que é um sonho. Avisam que tudo isto é um sonho.
Vamos ver, então.
17 junho 2009
difícil...
é voce, sentada
olhando para mim
e não estando comigo.
é sua agonia de me ver
ou de te tocar e de
ouvir seus instintos.
é sua palavra não dita,
que toda vez é omitida
e toda vez eu descubro.
seu incomodo com o incomodável,
sua risada com o sem graça,
seu choro por uma história em tela.
seu choro por umas
palavras no ouvido.
onde você ouve
e tem medo de
não fazer o mesmo,
no mesmo sentido.
é o seu cabelo,
liso e comprido,
sendo sempre arrumado.
é seu olhar vesgo,
quando é apenas olhar,
e apenas viver o momento.
é seu momento ego,
onde é só você que
existe, e mesmo assim,
e mesmo assim, eu
oro por ti e me
ajoelho.
é seu toque,
velho e cansado,
por não ter vivido nada.
é sua confusão,
sua mão no peito
sem saber porque razão
está assim. é
gaguejar e começar
a frase que não terá fim.
o beijo sequencial,
o toque delicado
do lábio em cada
canto da boca,
em cada olho do rosto,
no queixo e no nariz.
é o fechar dos olhos
diante de mim
e saborear o colo
que existe para ti.
acomodar seu corpo
no meu, suas mãos
presas em meus braços,
e eu sinto estar
segurando um tesouro
com medo de alarmá-lo.
e tê-la em meus braços
é a minha maior segurança.
é a crescida tendência,
de te ver mais,
e gritar para ver menos,
é seu jeito me encantar mais,
é me perder por uma caneta
que não tem seu nome escrito,
é me perder por um colar
onde só há uma cruz.
é procurar esquecê-la
em qualquer lugar,
pois é difícil
conseguir.
é tentar se lembrar
das coisas boas
que nos levam a crer
de que tudo pode dar
certo, e tudo dará,
é só querer.
é só acreditar,
que no maior beleza
que existe no olhar,
no mais singelo sorriso,
no mais gritante pulsar
de um coração que
nem sentimentos contém,
a crença de que tudo
pode acabar bem,
é o que faz valer a pena.
olhando para mim
e não estando comigo.
é sua agonia de me ver
ou de te tocar e de
ouvir seus instintos.
é sua palavra não dita,
que toda vez é omitida
e toda vez eu descubro.
seu incomodo com o incomodável,
sua risada com o sem graça,
seu choro por uma história em tela.
seu choro por umas
palavras no ouvido.
onde você ouve
e tem medo de
não fazer o mesmo,
no mesmo sentido.
é o seu cabelo,
liso e comprido,
sendo sempre arrumado.
é seu olhar vesgo,
quando é apenas olhar,
e apenas viver o momento.
é seu momento ego,
onde é só você que
existe, e mesmo assim,
e mesmo assim, eu
oro por ti e me
ajoelho.
é seu toque,
velho e cansado,
por não ter vivido nada.
é sua confusão,
sua mão no peito
sem saber porque razão
está assim. é
gaguejar e começar
a frase que não terá fim.
o beijo sequencial,
o toque delicado
do lábio em cada
canto da boca,
em cada olho do rosto,
no queixo e no nariz.
é o fechar dos olhos
diante de mim
e saborear o colo
que existe para ti.
acomodar seu corpo
no meu, suas mãos
presas em meus braços,
e eu sinto estar
segurando um tesouro
com medo de alarmá-lo.
e tê-la em meus braços
é a minha maior segurança.
é a crescida tendência,
de te ver mais,
e gritar para ver menos,
é seu jeito me encantar mais,
é me perder por uma caneta
que não tem seu nome escrito,
é me perder por um colar
onde só há uma cruz.
é procurar esquecê-la
em qualquer lugar,
pois é difícil
conseguir.
é tentar se lembrar
das coisas boas
que nos levam a crer
de que tudo pode dar
certo, e tudo dará,
é só querer.
é só acreditar,
que no maior beleza
que existe no olhar,
no mais singelo sorriso,
no mais gritante pulsar
de um coração que
nem sentimentos contém,
a crença de que tudo
pode acabar bem,
é o que faz valer a pena.
16 junho 2009
Contra a parede ou frente a ela
paro de frente ao branco,
não enxergo nada além do
branco existente nesta
mera parede lisa.
estou aqui, observando,
um branco, onde minha
mente pensativa está
raciocinando.
estou certo e seguro
do que eu quero, tão certo
de meus desejos que
até me desespero,
pois tenho medo de que
se tudo der errado,
ficar triste pelo evento.
estou certo e seguro
de que o mundo é um muro
branco, uma parede lisa,
onde sua imaginação
desenhará o que você vê.
e o que você vê?
apenas desenhos, no branco
feitos pelos olhos e pela
mente que deseja
esconder o nada que
sempre existiu em nossa
consciência: este medo
de que tudo na terra
fosse um objetivo sem
sentido. de que nada
demais tem em ser alguém,
e você não foi destinado.
nesta parede lisa,
imaginamos a vida,
a teoria da vida e
sabor da mesma.
estou certo do que quero
contra a parade ou frente a ela.
a imagem de minha vida continua lá.
não enxergo nada além do
branco existente nesta
mera parede lisa.
estou aqui, observando,
um branco, onde minha
mente pensativa está
raciocinando.
estou certo e seguro
do que eu quero, tão certo
de meus desejos que
até me desespero,
pois tenho medo de que
se tudo der errado,
ficar triste pelo evento.
estou certo e seguro
de que o mundo é um muro
branco, uma parede lisa,
onde sua imaginação
desenhará o que você vê.
e o que você vê?
apenas desenhos, no branco
feitos pelos olhos e pela
mente que deseja
esconder o nada que
sempre existiu em nossa
consciência: este medo
de que tudo na terra
fosse um objetivo sem
sentido. de que nada
demais tem em ser alguém,
e você não foi destinado.
nesta parede lisa,
imaginamos a vida,
a teoria da vida e
sabor da mesma.
estou certo do que quero
contra a parade ou frente a ela.
a imagem de minha vida continua lá.
14 junho 2009
E mais uma vez me atinge
tudo belo e tudo definhando
ao meu lado. não sei aonde
pude ter errado porque
simplesmente ja nao sei o que fazer.
estou incapacitado de chorar.
minhas alegrias e minhas tristezas
já estão longes de minha memória.
não tenho imagem de nada.
apenas parei no tempo e
minhas batidas cardíacas,
são apenas cardíacas enquanto
as batidas amadas estarão
fechadas por um tempo. e
não há tempo de que espere algo.
tentei me livrar, a liberdade
me seduz, mas nada de interessante.
o interessante é o fervor do
que pode dar certo com duas vidas
vivendo como se fossem uma.
uma sincronia deve existir.
falta um detalhe, apenas
um pequeno detalhe que não
consigo enxergar em nenhum
ponto desta relação.
fico perdido por não saber
o que fazer e como fazer,
algo que em mim, sempre
esteve presente nas atitudes:
saber o que fazer. e agora
me sinto perdido por não
saber o que fazer em algo
tão confuso.
talvez eu ainda não esteja
totalmente maduro para entender
o que precisa ser entendido
naquele ponto da discussão.
talvez não há nada que me faça
conseguir chegar ao que é a
única coisa que eu quero:
paz.
uma simples palavra, de
apenas uma sílaba, que
talvez eu consiga encontrar
somente sozinho no mundo.
I.
não sei em que mundo,
mas não sei o que falar.
não sei pra onde ir,
não sei o que pensar.
não sei onde estou,
nem como estou vestido,
que máscara eu visto
para ser visível.
não sei pra que eu vivo,
nem porque tudo dá errado,
não sei meu julgamento,
nem porque sou condenado.
não sei que destino
me foi cedido,
nem sei ao menos
se eu tenho um destino.
não sei nem se ao menos
o destino existe se é
apenas eu que não sou capaz
de cuidar de minha vida.
não sei de minhas capacidades,
nem de minhas incapacidades,
não sei se estou perdido,
ou se minha segurança é segurança.
não sei no que crer,
não sei se devo rezar,
não sei que mundo vivo,
não sei se estou feliz.
tantos não saberes,
me aflingem, e não sei
se é por me sentir ignorante,
ou se simplesmente não sei.
simplesmente não sei como viver.
II.
e trago mais um,
um uísque sobe a mesa,
não sei mais de nenhum.
memória se torna desfocada,
não lembro do que passei
e relapsos são a única informação.
me vejo no espelho,
o terno, o copo na mão,
estou inclinado a direita.
me esqueça, me esqueça, me esqueça.
me esqueço, me esqueço, me esqueço.
quero sumir.
III.
estou escrevendo o poema mais importante:
há uma coisa que devemos saber.
não adianta por favor.
não adianta suplicar.
devo gritar e mostrar meu espaço?
ou não tenho poder para isso?
ao meu lado. não sei aonde
pude ter errado porque
simplesmente ja nao sei o que fazer.
estou incapacitado de chorar.
minhas alegrias e minhas tristezas
já estão longes de minha memória.
não tenho imagem de nada.
apenas parei no tempo e
minhas batidas cardíacas,
são apenas cardíacas enquanto
as batidas amadas estarão
fechadas por um tempo. e
não há tempo de que espere algo.
tentei me livrar, a liberdade
me seduz, mas nada de interessante.
o interessante é o fervor do
que pode dar certo com duas vidas
vivendo como se fossem uma.
uma sincronia deve existir.
falta um detalhe, apenas
um pequeno detalhe que não
consigo enxergar em nenhum
ponto desta relação.
fico perdido por não saber
o que fazer e como fazer,
algo que em mim, sempre
esteve presente nas atitudes:
saber o que fazer. e agora
me sinto perdido por não
saber o que fazer em algo
tão confuso.
talvez eu ainda não esteja
totalmente maduro para entender
o que precisa ser entendido
naquele ponto da discussão.
talvez não há nada que me faça
conseguir chegar ao que é a
única coisa que eu quero:
paz.
uma simples palavra, de
apenas uma sílaba, que
talvez eu consiga encontrar
somente sozinho no mundo.
I.
não sei em que mundo,
mas não sei o que falar.
não sei pra onde ir,
não sei o que pensar.
não sei onde estou,
nem como estou vestido,
que máscara eu visto
para ser visível.
não sei pra que eu vivo,
nem porque tudo dá errado,
não sei meu julgamento,
nem porque sou condenado.
não sei que destino
me foi cedido,
nem sei ao menos
se eu tenho um destino.
não sei nem se ao menos
o destino existe se é
apenas eu que não sou capaz
de cuidar de minha vida.
não sei de minhas capacidades,
nem de minhas incapacidades,
não sei se estou perdido,
ou se minha segurança é segurança.
não sei no que crer,
não sei se devo rezar,
não sei que mundo vivo,
não sei se estou feliz.
tantos não saberes,
me aflingem, e não sei
se é por me sentir ignorante,
ou se simplesmente não sei.
simplesmente não sei como viver.
II.
e trago mais um,
um uísque sobe a mesa,
não sei mais de nenhum.
memória se torna desfocada,
não lembro do que passei
e relapsos são a única informação.
me vejo no espelho,
o terno, o copo na mão,
estou inclinado a direita.
me esqueça, me esqueça, me esqueça.
me esqueço, me esqueço, me esqueço.
quero sumir.
III.
estou escrevendo o poema mais importante:
há uma coisa que devemos saber.
não adianta por favor.
não adianta suplicar.
devo gritar e mostrar meu espaço?
ou não tenho poder para isso?
11 junho 2009
09 junho 2009
só lhe peço, por favor.
só lhe peço, seja quem for, quem desafiei,
quem quer que seja que tenha o poder maior,
por favor:
faça dar certo dessa vez.
toda a dificuldade posterior é tão matemático,
como dois mais dois é quatro.
um simples esforço prático e conseguirei.
e o mais importante:
é necessário apenas a mim.
por favor, faça dar certo dessa vez,
pois não é somente eu que decido.
só lhe peço, seja quem for, quem desafiei,
quem quer que seja que tenha o poder maior,
por favor:
faça dar certo dessa vez.
toda a dificuldade posterior é tão matemático,
como dois mais dois é quatro.
um simples esforço prático e conseguirei.
e o mais importante:
é necessário apenas a mim.
por favor, faça dar certo dessa vez,
pois não é somente eu que decido.
06 junho 2009
queria morrer um pouco, as vezes,
sou muito mimado.
não sou suicida não,
só acho que deveria amar mais a vida.
sou meio impaciente demais.
internamente acredito que não,
mas é falta de humildade.
é uma poesia contorcionista,
não faz sentido algum o que digo,
mas tudo parece fazer sentido em nossas cabeças.
talvez me comparando a Drummond,
minhas reflexões fossem filosóficas,
mas é apenas um "achar que sofro muito com a vida"
onde pouco foi vivida.
é chorar pela rosa murcha,
enquanto alguns não choram pelos pais perdidos.
comparação patética,
mas sinto-me pateticamente assim.
sou muito frio.
não sou?
sou muito mimado.
não sou suicida não,
só acho que deveria amar mais a vida.
sou meio impaciente demais.
internamente acredito que não,
mas é falta de humildade.
é uma poesia contorcionista,
não faz sentido algum o que digo,
mas tudo parece fazer sentido em nossas cabeças.
talvez me comparando a Drummond,
minhas reflexões fossem filosóficas,
mas é apenas um "achar que sofro muito com a vida"
onde pouco foi vivida.
é chorar pela rosa murcha,
enquanto alguns não choram pelos pais perdidos.
comparação patética,
mas sinto-me pateticamente assim.
sou muito frio.
não sou?
05 junho 2009
Um exemplo de beleza
Começarei mastigando as sensações
que queríamos ter para a vida toda.
Mastigando tais sensações,
que na verdade eles não tem
a menor graça. No mundo,
elas são desconsideradas
e alguns insistem em trazer de volta
o sentimento e as emoções.
Hoje são enjauladas em nossos corações
como leões famintos que apenas com
chicotes eles serão adestrados.
Querem desesperadamente a carne.
Mastigo as sensações, que na verdade,
são puras supertições de uma vida
que não é mais a mesma de antigamente.
Uma idéia de vida, na qual
As pessoas gostariam de ter e nunca,
nunca ocorreu. Sempre houveram livros,
contos, história de amigos, mas ninguém
propriamente dito alcançou essa vida.
Mastigarei agora as minhas próprias
sensações e as triturarei dentro
de um liquidificador. Pedirei
para que elas sumam.
Destrói-me toda vez,
E toda vez grito que nunca mais irei
passar por aqui, nem reclamarei.
Sempre ignorei o fato
de que me embelezei.
Tudo lindo, tudo belo, vamos aceitar
e as coisas irão dar certo.
Toda vez não dá.
Fitinhas do Senhor do Bonfim,
ou pedidos com olhares ao divino,
um sonho, uma vontade profunda
de uma utopia tão comum.
Tão comum e tão irreal,
amar ao próximo, pedir um amor igual,
querer ser alguém na vida pois
luta por alguém que ama.
Como aqueles cavaleiros
dos filmes de ação, que
percorrem montanhas e terrenos
para poder conquistar o seu amor.
Lutam bravamente, brigam a espadas,
enfrentam dragões, travam batalhas,
para alcançar o seu amor a espera
de um homem que lhe ame eternamente.
Um exemplo de beleza.
que queríamos ter para a vida toda.
Mastigando tais sensações,
que na verdade eles não tem
a menor graça. No mundo,
elas são desconsideradas
e alguns insistem em trazer de volta
o sentimento e as emoções.
Hoje são enjauladas em nossos corações
como leões famintos que apenas com
chicotes eles serão adestrados.
Querem desesperadamente a carne.
Mastigo as sensações, que na verdade,
são puras supertições de uma vida
que não é mais a mesma de antigamente.
Uma idéia de vida, na qual
As pessoas gostariam de ter e nunca,
nunca ocorreu. Sempre houveram livros,
contos, história de amigos, mas ninguém
propriamente dito alcançou essa vida.
Mastigarei agora as minhas próprias
sensações e as triturarei dentro
de um liquidificador. Pedirei
para que elas sumam.
Destrói-me toda vez,
E toda vez grito que nunca mais irei
passar por aqui, nem reclamarei.
Sempre ignorei o fato
de que me embelezei.
Tudo lindo, tudo belo, vamos aceitar
e as coisas irão dar certo.
Toda vez não dá.
Fitinhas do Senhor do Bonfim,
ou pedidos com olhares ao divino,
um sonho, uma vontade profunda
de uma utopia tão comum.
Tão comum e tão irreal,
amar ao próximo, pedir um amor igual,
querer ser alguém na vida pois
luta por alguém que ama.
Como aqueles cavaleiros
dos filmes de ação, que
percorrem montanhas e terrenos
para poder conquistar o seu amor.
Lutam bravamente, brigam a espadas,
enfrentam dragões, travam batalhas,
para alcançar o seu amor a espera
de um homem que lhe ame eternamente.
Um exemplo de beleza.
04 junho 2009
No caminhar
Observo de passagem
A pérola que está em minha horta.
Preciosa, de belos sorrisos,
Encontra-se na porta de minha vida.
Em alguns passos adentro do aposento,
Sentado eu espero a sua chegada,
Só mais um passo, minha amada,
Só mais um passo e você chegará lá.
Na sua história confusa e desgovernada,
Muitas vezes pedi paciência não sei de onde,
Queria ver essa flor brotar.
Observo-a de passagem, na porta.
Só mais dois passos, minha amada,
Só mais dois passos e deixo você entrar.
Muitas vezes chorei por esta rosa,
E esta rosa nenhuma vez vi chorar.
Na verdade, só uma vez,
Quando eu disse que não aguentava mais,
Que não iria mais lhe observar.
Só mais três passos, minha amada,
Só mais três passos e você irá me encontrar.
Aos poucos, temente,
Tremulando e com medo do aposento,
Fomos caminhando em direção do certo.
Mais uma vez, estragando o meu sorriso,
Uma atitude de repente me pega,
Me traz um peso.
Do céu, ergui os braços,
Pedi mais paciência e abri um sorriso,
Pois meu pedido havia chegado.
Não acredito no céu,
Nem no que tem lá, além do azul,
Mas ergui mesmo assim, pedindo luz.
Só mais alguns passos, minha amada,
Em mais alguns passos, tudo irá dar certo.
Tudo vai dar certo,
Com mais alguns passos desta flor
Que brotou, desta rosa que me fez chorar.
Em alguns passos, iremos viver mais,
Chorar mais e ser mais alegres,
Pois do que vale a vida,
Sem pedir:
Mais alguns passos, minha amada,
E em eternos passos, tudo irá dar certo.
A pérola que está em minha horta.
Preciosa, de belos sorrisos,
Encontra-se na porta de minha vida.
Em alguns passos adentro do aposento,
Sentado eu espero a sua chegada,
Só mais um passo, minha amada,
Só mais um passo e você chegará lá.
Na sua história confusa e desgovernada,
Muitas vezes pedi paciência não sei de onde,
Queria ver essa flor brotar.
Observo-a de passagem, na porta.
Só mais dois passos, minha amada,
Só mais dois passos e deixo você entrar.
Muitas vezes chorei por esta rosa,
E esta rosa nenhuma vez vi chorar.
Na verdade, só uma vez,
Quando eu disse que não aguentava mais,
Que não iria mais lhe observar.
Só mais três passos, minha amada,
Só mais três passos e você irá me encontrar.
Aos poucos, temente,
Tremulando e com medo do aposento,
Fomos caminhando em direção do certo.
Mais uma vez, estragando o meu sorriso,
Uma atitude de repente me pega,
Me traz um peso.
Do céu, ergui os braços,
Pedi mais paciência e abri um sorriso,
Pois meu pedido havia chegado.
Não acredito no céu,
Nem no que tem lá, além do azul,
Mas ergui mesmo assim, pedindo luz.
Só mais alguns passos, minha amada,
Em mais alguns passos, tudo irá dar certo.
Tudo vai dar certo,
Com mais alguns passos desta flor
Que brotou, desta rosa que me fez chorar.
Em alguns passos, iremos viver mais,
Chorar mais e ser mais alegres,
Pois do que vale a vida,
Sem pedir:
Mais alguns passos, minha amada,
E em eternos passos, tudo irá dar certo.
Mundo Preterido
Andamos em um caminho
Onde o destino será certo:
O seu fim.
Este mundo, o de agora,
Que governa os humanos
mais fúnebres do que antigamente,
Vai corroer.
Uma barreira, bloqueadora
dos sentidos aguçados,
que se perderam como um funil,
onde pensamentos desceram ao ralo.
Barganharemos um pensamento honesto,
uma imagem sagaz de nós mesmos,
que será também corróida,
pelo mundo, pela mídia, pelo padrão
de uma vida que já nos foi imposto.
Poucos fogem a esta conduta, e
mesmo assim sofrem a tal decisão.
Muitos escolhem ser conduzidos
Para não correrem o risco de sumir,
metaforicamente falando, de
serem rejeitados pelos humanos fúnebres
que comandam a sociedade.
Não há mais poetas, nem escritores de risco,
aqueles que arriscavam se opor a teoria
das verdade dos homens da ciência, mas
a verdade de agora não é mais questionada.
As pessoas não querem viver em realidade.
Elas encolhem suas pernas, para não alcançar
a brasa da doce desilusão, de ver a distopia
de um mundo onde os fúnebres humanos
constroem para nós vivermos. E, eu,
combatente contra este mundo e
lutador para a volta deste mundo preterido,
onde homens poderiam ser homens
e não terem medo de exporem,
e terem coragem de ouvir as críticas
(já que a chave da prisão,
são padrões e críticas, dizendo
o que é bonito e o que é feio,
juntando sentir-se bem
com o que é interessante a eles)
construtivas ou não sobre o que ele fez,
mas enfrentar a verdade da vida.
Hoje as pessoas tem medo de viver,
eu aqui, trago coragem aos seres
que necessitam de um apoio e um esforço moral,
para poderem viver como eu vivo.
Onde o destino será certo:
O seu fim.
Este mundo, o de agora,
Que governa os humanos
mais fúnebres do que antigamente,
Vai corroer.
Uma barreira, bloqueadora
dos sentidos aguçados,
que se perderam como um funil,
onde pensamentos desceram ao ralo.
Barganharemos um pensamento honesto,
uma imagem sagaz de nós mesmos,
que será também corróida,
pelo mundo, pela mídia, pelo padrão
de uma vida que já nos foi imposto.
Poucos fogem a esta conduta, e
mesmo assim sofrem a tal decisão.
Muitos escolhem ser conduzidos
Para não correrem o risco de sumir,
metaforicamente falando, de
serem rejeitados pelos humanos fúnebres
que comandam a sociedade.
Não há mais poetas, nem escritores de risco,
aqueles que arriscavam se opor a teoria
das verdade dos homens da ciência, mas
a verdade de agora não é mais questionada.
As pessoas não querem viver em realidade.
Elas encolhem suas pernas, para não alcançar
a brasa da doce desilusão, de ver a distopia
de um mundo onde os fúnebres humanos
constroem para nós vivermos. E, eu,
combatente contra este mundo e
lutador para a volta deste mundo preterido,
onde homens poderiam ser homens
e não terem medo de exporem,
e terem coragem de ouvir as críticas
(já que a chave da prisão,
são padrões e críticas, dizendo
o que é bonito e o que é feio,
juntando sentir-se bem
com o que é interessante a eles)
construtivas ou não sobre o que ele fez,
mas enfrentar a verdade da vida.
Hoje as pessoas tem medo de viver,
eu aqui, trago coragem aos seres
que necessitam de um apoio e um esforço moral,
para poderem viver como eu vivo.
Quem me dera
meu vazio no qual não vejo,
espero que um dia eu o despeja de mim.
muitas vezes triste, não sabia onde ir,
apenas viajava nos rabiscos e riscos
do lápis no papel.
moribundo das dores,
escolhido por Ele,
para descrevê-los e anotá-los,
os mais temidos horrores já sentidos
na vida de um ser humano.
hoje sofremos bem mais e mesmo assim
todos os homens continuam a ser fechados como aço
e as mulheres a sempre chorarem
em filmes comédia românticos.
todos esquecem de viver a vida,
que foi esquecida em algum momento do passado.
todos sofrem mais do que se sofria,
com a morte dos amigos da ditadura,
ou os que não aguentavam tamanha tortura,
e embriagavam-se de loucura,
hoje sofrem por perder o anel no bueiro,
de esquecer a chave do carro no chaveiro
da casa,
todos gritam no engarrafamento de uma rua.
de beleza, não tem nada.
fumaça em cantos, buzinas a cada esquina.
tudo num descontrole, que prezo os mortos
por não terem vivido este circo.
ah, quem me dera não ter visto
aquele lápis e papel no meu quarto.
quem me dera não ter pensado:
se eu escrever minha dor,
será que passa?
não sabia como era um vício indolor,
nem um vício fumado.
um vício de sentir o e não expulsá-lo de si,
até escrever em um papel,
o que dentro de nós, está enjaulado.
espero que um dia eu o despeja de mim.
muitas vezes triste, não sabia onde ir,
apenas viajava nos rabiscos e riscos
do lápis no papel.
moribundo das dores,
escolhido por Ele,
para descrevê-los e anotá-los,
os mais temidos horrores já sentidos
na vida de um ser humano.
hoje sofremos bem mais e mesmo assim
todos os homens continuam a ser fechados como aço
e as mulheres a sempre chorarem
em filmes comédia românticos.
todos esquecem de viver a vida,
que foi esquecida em algum momento do passado.
todos sofrem mais do que se sofria,
com a morte dos amigos da ditadura,
ou os que não aguentavam tamanha tortura,
e embriagavam-se de loucura,
hoje sofrem por perder o anel no bueiro,
de esquecer a chave do carro no chaveiro
da casa,
todos gritam no engarrafamento de uma rua.
de beleza, não tem nada.
fumaça em cantos, buzinas a cada esquina.
tudo num descontrole, que prezo os mortos
por não terem vivido este circo.
ah, quem me dera não ter visto
aquele lápis e papel no meu quarto.
quem me dera não ter pensado:
se eu escrever minha dor,
será que passa?
não sabia como era um vício indolor,
nem um vício fumado.
um vício de sentir o e não expulsá-lo de si,
até escrever em um papel,
o que dentro de nós, está enjaulado.
30 maio 2009
Que horas... acolá
jogo-me abruptamente a reflexão.
leio alguns livros, observo.
imundo, mentalmente falando,
procuro dormir.
a realeza de um sonho me faz despertar.
procuro dormir. durmo e acordo:
são tiques e taques soando em um relógio.
e ele está dentro de minha cabeça.
não tenho onde dormir.
minha mente não é mais vazia,
minha calma não existe mais.
maldito dia, não sei qual,
inventei de escrever e poetizar.
(agora não me tenho mais a mente calma,
e quando não suporto mais tamanha rebeldia dentro da própria,
um lápis e papel me faz rever um pouco da história.)
leio alguns livros, observo.
imundo, mentalmente falando,
procuro dormir.
a realeza de um sonho me faz despertar.
procuro dormir. durmo e acordo:
são tiques e taques soando em um relógio.
e ele está dentro de minha cabeça.
não tenho onde dormir.
minha mente não é mais vazia,
minha calma não existe mais.
maldito dia, não sei qual,
inventei de escrever e poetizar.
(agora não me tenho mais a mente calma,
e quando não suporto mais tamanha rebeldia dentro da própria,
um lápis e papel me faz rever um pouco da história.)
Janela
quebra-me o que sente,
o vento descontente,
sopra a reclamar.
o olhar de quem mente,
de quem pede em voz alta,
uma pessoa para amar.
olhe pra nós, estou aqui,
em uma espera só, eterna.
(mas ajo frio, já que teu interesse são outros.)
o vento descontente,
sopra a reclamar.
o olhar de quem mente,
de quem pede em voz alta,
uma pessoa para amar.
olhe pra nós, estou aqui,
em uma espera só, eterna.
(mas ajo frio, já que teu interesse são outros.)
29 maio 2009
Dopado
Deitado.
Estirado.
Numa brisa que passa pela janela do quarto,
Meus dedos enrugados pelo frio, movem-se.
Em olhos grudados do teto e um braço estirado,
Saindo da cama, alcançando o chão do espaço.
A coberta entre canelas até o peito,
Cobrem o corpo até o maximo que pode,
E apenas respeito.
O teto de textura branca com um pequeno molde,
Uma imagem de cores postiças largadas aleatoriamente,
São letras em metamorfose constantemente,
O que não me fazia entender.
Eram letras juntas e separadas,
Formando versos com suas palavas,
Que eu não conseguia entender.
Nunca mais tomarei um alucinógeno.
Odeio quando o amor me deixa assim.
Vou parar com esse vício prometo,
Não irei mais amar.
Estirado.
Numa brisa que passa pela janela do quarto,
Meus dedos enrugados pelo frio, movem-se.
Em olhos grudados do teto e um braço estirado,
Saindo da cama, alcançando o chão do espaço.
A coberta entre canelas até o peito,
Cobrem o corpo até o maximo que pode,
E apenas respeito.
O teto de textura branca com um pequeno molde,
Uma imagem de cores postiças largadas aleatoriamente,
São letras em metamorfose constantemente,
O que não me fazia entender.
Eram letras juntas e separadas,
Formando versos com suas palavas,
Que eu não conseguia entender.
Nunca mais tomarei um alucinógeno.
Odeio quando o amor me deixa assim.
Vou parar com esse vício prometo,
Não irei mais amar.
28 maio 2009
Calculismo
Na caótica mente intermitentemente,
Águas correm e escoem sob as frestas do cérebro,
Sem tempo.
No entanto,
O aumento do meu pranto nesta terra,
Fez me de mim uma fera
Do mundo que nos encontramos.
Contido,
Guardando toda a agonia,
Condensando...
Fechado, empacotado,
O mais choroso grito de alegria,
Por uma tristeza que não acaba nunca,
Interrompe sua vida,
Mas inspira suas ideologias.
O acreditar na crença,
De que a fé é uma bença,
E todo este resto é resto,
E sem remorso do que encontro a frente,
Desencontro-me.
Barrado ao verso,
Mas a poesia livre de zelar,
Do amor a vida, de poder voar
Em momentos diversos
Que seria poetizar.
Brota a paciência.
Brota a consciência controlada,
A emoção deixada de lado,
A frieza surgindo próxima
Encontrando sua área vasta,
Seu antigo rumo, sua antiga terra
Que muito tempo já foi desvendada.
Na caótica mente,
A frieza exala seu oxigênio,
O amor mais maduro e solto,
Preso nas garras deste sentimento,
Deste contentamento e apreciamento do perfeito.
A frieza absoluta.
Águas correm e escoem sob as frestas do cérebro,
Sem tempo.
No entanto,
O aumento do meu pranto nesta terra,
Fez me de mim uma fera
Do mundo que nos encontramos.
Contido,
Guardando toda a agonia,
Condensando...
Fechado, empacotado,
O mais choroso grito de alegria,
Por uma tristeza que não acaba nunca,
Interrompe sua vida,
Mas inspira suas ideologias.
O acreditar na crença,
De que a fé é uma bença,
E todo este resto é resto,
E sem remorso do que encontro a frente,
Desencontro-me.
Barrado ao verso,
Mas a poesia livre de zelar,
Do amor a vida, de poder voar
Em momentos diversos
Que seria poetizar.
Brota a paciência.
Brota a consciência controlada,
A emoção deixada de lado,
A frieza surgindo próxima
Encontrando sua área vasta,
Seu antigo rumo, sua antiga terra
Que muito tempo já foi desvendada.
Na caótica mente,
A frieza exala seu oxigênio,
O amor mais maduro e solto,
Preso nas garras deste sentimento,
Deste contentamento e apreciamento do perfeito.
A frieza absoluta.
17 maio 2009
15 maio 2009
No despertar...
Não me tenho.
Me detenho e acordo.
Premeditada, visão, exacerbado carisma.
Desvisualização do ideal que é visualizado ou idealizado.
Por desventura, em uma aventura irreal me faz ver,
De todos os lados percebo e em dádiva além da dúvida,
Me encontro.
Se por direito, desejo ser, serei.
Se por amor, mudarei meu ser, mudarei.
Em testemunha, ao topo, uma fé incontrolável,
E que, vale citar, inconcebivável, indispensável
E principalmente peculiar, estou aqui.
Acorrentado nas sombras de uma caverna,
Que tão bela realeza parece ser,
Mas sua fétida e escura aparência ressurge,
E o medo de saí-la de encontrar a luz,
Um ponto de felicidade ideal,
Aparece.
Aparece tu, querida,
Que com sorrisos conquistados,
Me faz escolher os dois lados,
O melhor para você e não para mim.
Desconsiderando os seus anseios,
Não sei o que quero e enfim
Contundido com uma cicatriz ilusória,
Mas existente,
Me permito escolher,
Entre ser ou não ser
E viver o presente.
Das poucas vezes no mundo corriqueiro,
Neste exato momento, me sinto calmo,
Com você, querida, que me atordoa,
Me sinto calmo, com tudo e nada,
E sem a ansiosidade de terminar nada,
Além desta escrita.
E por mais desapontante que seja,
Direi minhas características:
Eu sou.
Me detenho e acordo.
Premeditada, visão, exacerbado carisma.
Desvisualização do ideal que é visualizado ou idealizado.
Por desventura, em uma aventura irreal me faz ver,
De todos os lados percebo e em dádiva além da dúvida,
Me encontro.
Se por direito, desejo ser, serei.
Se por amor, mudarei meu ser, mudarei.
Em testemunha, ao topo, uma fé incontrolável,
E que, vale citar, inconcebivável, indispensável
E principalmente peculiar, estou aqui.
Acorrentado nas sombras de uma caverna,
Que tão bela realeza parece ser,
Mas sua fétida e escura aparência ressurge,
E o medo de saí-la de encontrar a luz,
Um ponto de felicidade ideal,
Aparece.
Aparece tu, querida,
Que com sorrisos conquistados,
Me faz escolher os dois lados,
O melhor para você e não para mim.
Desconsiderando os seus anseios,
Não sei o que quero e enfim
Contundido com uma cicatriz ilusória,
Mas existente,
Me permito escolher,
Entre ser ou não ser
E viver o presente.
Das poucas vezes no mundo corriqueiro,
Neste exato momento, me sinto calmo,
Com você, querida, que me atordoa,
Me sinto calmo, com tudo e nada,
E sem a ansiosidade de terminar nada,
Além desta escrita.
E por mais desapontante que seja,
Direi minhas características:
Eu sou.
30 abril 2009
A formação do novo organismo em novo mundo
Visualizando momentos contínuos,
De uma breve leitura de suspiros,
Comprimidos na cápsula de um atalho,
Destruídos,
Reconstruídos,
Saindo dos frangalhos,
Destemidos sentidos,
Aos ouvidos de uma nova era,
Encontrada na cratera,
De uma planeta desconhecido,
Desconhecido, só se for,
Para ouvir o que foi ouvido desse odor.
Por dentro de sensações,
Vivendo de emoções,
O vazio pode ser preenchido,
E recolhido a cama do fim do zumbido,
Que seu ouvido permite ter,
Até nos melhores momentos de viver,
O que atrapalha você,
De ser você.
Só acreditando que é um planeta desconhecido,
Para saber que agora,
No segundo passado,
Que é o futuro apresentado,
Estamos em sintonia por um linho mágico.
Que mago fez esta magia?
Eu gostaria de agradecer,
A tal maravilha.
De uma breve leitura de suspiros,
Comprimidos na cápsula de um atalho,
Destruídos,
Reconstruídos,
Saindo dos frangalhos,
Destemidos sentidos,
Aos ouvidos de uma nova era,
Encontrada na cratera,
De uma planeta desconhecido,
Desconhecido, só se for,
Para ouvir o que foi ouvido desse odor.
Por dentro de sensações,
Vivendo de emoções,
O vazio pode ser preenchido,
E recolhido a cama do fim do zumbido,
Que seu ouvido permite ter,
Até nos melhores momentos de viver,
O que atrapalha você,
De ser você.
Só acreditando que é um planeta desconhecido,
Para saber que agora,
No segundo passado,
Que é o futuro apresentado,
Estamos em sintonia por um linho mágico.
Que mago fez esta magia?
Eu gostaria de agradecer,
A tal maravilha.
18 abril 2009
Sem título.
Consternado de agonia, ele não consegue sobreviver. Morre.
A sua morte leva ao céu, ou sei lá, algum lugar que ele nunca viu. Talvez fosse o purgatório. De qualquer forma, pouco importava, ele estava morto. Não teria mais que se preocupar com muitas coisas que de fato, ele não se preocupava com nada. Parecia uma piada estar ali, depois de ter vivido uma vida tão chúla e triste, não havia alegria em todo aquele reboliço social. Todo aquele esterco informativo alienizante o deixava com náuseas e parece quase um alívio estar ali. De fato, iria para o seu lugar. Este ser, morreu, apenas por agonia.
Nada disto de fato nos interessa, apenas não nos interessa se interessar por ele. Maltratem, brinquem com ele, não viveu nada que mereceu viver na vida. Seus sentimentos estão soltos em vala, juntem seus amigos e brinquem com ele. Brinquem com seus senimentos, estralhacem sua confiança de algo possa dar certo. Desfaçam seus sonhos. Ele avisará que não está gostando, mas não dêem importância, pois, que importância ele têm? Apenas... o desvalorize, como sempre fez.
A sua morte leva ao céu, ou sei lá, algum lugar que ele nunca viu. Talvez fosse o purgatório. De qualquer forma, pouco importava, ele estava morto. Não teria mais que se preocupar com muitas coisas que de fato, ele não se preocupava com nada. Parecia uma piada estar ali, depois de ter vivido uma vida tão chúla e triste, não havia alegria em todo aquele reboliço social. Todo aquele esterco informativo alienizante o deixava com náuseas e parece quase um alívio estar ali. De fato, iria para o seu lugar. Este ser, morreu, apenas por agonia.
Nada disto de fato nos interessa, apenas não nos interessa se interessar por ele. Maltratem, brinquem com ele, não viveu nada que mereceu viver na vida. Seus sentimentos estão soltos em vala, juntem seus amigos e brinquem com ele. Brinquem com seus senimentos, estralhacem sua confiança de algo possa dar certo. Desfaçam seus sonhos. Ele avisará que não está gostando, mas não dêem importância, pois, que importância ele têm? Apenas... o desvalorize, como sempre fez.
15 abril 2009
Sonhaprixin (BULA)
Em falhas tentativas, sua alma perde um pedaço, mais doloroso do que qualquer dor, demora mais de cicatrizar do que qualquer ferida. Este pedaço corre por todos os lugares do mundo, sem saber para onde ir, até se perder no nada.
Um acerto, expande sua alma ao universo.
Este é o efeito de cada sonho realizado.
Um acerto, expande sua alma ao universo.
Este é o efeito de cada sonho realizado.
Já valeu a pena
As coisas tem que dar certo. Elas merecem dar certo, tão belas elas são, as coisas. Os momentos, a vida, essa infinitude de elementos da felicidade. Elas precisam acontecer e realizar os sonhos da vida das pessoas, os meus sonhos. Constituir mundos totalmente idealizados e cor-de-rosas que consigam viver em conjunto com o meu mundo azul-marinho. Todos os elementos deveriam existir em harmonia.
As pessoas precisam acreditar demais e sofrer demais para conseguir alcançar o que desejam. Ou é uma prova de fé, ou por tanta insistência. Os dois nos encantam, sempre tentar e descontituir-se, desmanchar-se, virar pedacinhos e tornar novamente você mesmo todo diferente. Se tornar você por ela. Se tornar você por ele.
Cada vez mais precisamos nos mostrar mais fortes em nossas palavras, que cada vez mais menos valem hoje. Cada vez mais atropelo mundos, de todas as cores do arco íris. Todas as cores do mundo são passadas pelos meus pés, até encontrar o pote de ouro, cheio de sorrisos e perfumes seus.
Depois de toda essa batalha, trajetória, você não sabe nem ao menos explicar como isso tudo aconteceu. Você não sabe explicar como tudo se desenvolveu e parece mágico e majestoso, da maneira como ele está, sem você entender nada. Não sabe se é o destino, ou a coincidência, e qualquer um dos dois você agradece, pela estatística cair em você, você sendo feliz na parte dos felizes da estatística, e agradece pelo destino que lhe concederam, ela estar ali, cheio de sorrisos e perfumes seus.
A cada tentativa falha, desprende você do seu sonho, como uma queda de uma escalada, na qual você terá que fazer tudo de novo. A cada tentativa falha, é pedaço de sua alma fugindo do mundo, correndo para algum lugar, gritando loucamente, por não ter aquilo que queria.
E então, cheio de sorrisos e perfumes seus, ela te contorna, dá voltas ao redor de você, olhando-o com carinho. Brinca com seus sentimentos visivelmente dizendo que te odeia e logo volta atrás, com mais sorrisos. Um braço é extendido e agora, ela vai tocando nos seus braços, costas e barriga, dando as mesmas voltas sobre voce, com seus sorrisos e perfumes seus.
Uma hora ela pára bem atrás, até porque deseja fazer o suspense do abraço que ela dará em seguida. Encosta a própria cabeça em suas costas e encaixa os braços dela por debaixo dos seus onde espalma suas mãos em seu toráx. Um abraço, você percebe o sorriso dela em suas costas, além dos perfumes seus.
Já valeu a pena.
As pessoas precisam acreditar demais e sofrer demais para conseguir alcançar o que desejam. Ou é uma prova de fé, ou por tanta insistência. Os dois nos encantam, sempre tentar e descontituir-se, desmanchar-se, virar pedacinhos e tornar novamente você mesmo todo diferente. Se tornar você por ela. Se tornar você por ele.
Cada vez mais precisamos nos mostrar mais fortes em nossas palavras, que cada vez mais menos valem hoje. Cada vez mais atropelo mundos, de todas as cores do arco íris. Todas as cores do mundo são passadas pelos meus pés, até encontrar o pote de ouro, cheio de sorrisos e perfumes seus.
Depois de toda essa batalha, trajetória, você não sabe nem ao menos explicar como isso tudo aconteceu. Você não sabe explicar como tudo se desenvolveu e parece mágico e majestoso, da maneira como ele está, sem você entender nada. Não sabe se é o destino, ou a coincidência, e qualquer um dos dois você agradece, pela estatística cair em você, você sendo feliz na parte dos felizes da estatística, e agradece pelo destino que lhe concederam, ela estar ali, cheio de sorrisos e perfumes seus.
A cada tentativa falha, desprende você do seu sonho, como uma queda de uma escalada, na qual você terá que fazer tudo de novo. A cada tentativa falha, é pedaço de sua alma fugindo do mundo, correndo para algum lugar, gritando loucamente, por não ter aquilo que queria.
E então, cheio de sorrisos e perfumes seus, ela te contorna, dá voltas ao redor de você, olhando-o com carinho. Brinca com seus sentimentos visivelmente dizendo que te odeia e logo volta atrás, com mais sorrisos. Um braço é extendido e agora, ela vai tocando nos seus braços, costas e barriga, dando as mesmas voltas sobre voce, com seus sorrisos e perfumes seus.
Uma hora ela pára bem atrás, até porque deseja fazer o suspense do abraço que ela dará em seguida. Encosta a própria cabeça em suas costas e encaixa os braços dela por debaixo dos seus onde espalma suas mãos em seu toráx. Um abraço, você percebe o sorriso dela em suas costas, além dos perfumes seus.
Já valeu a pena.
14 abril 2009
Estória
Naquela idéia, subversiva a minha.
Em esperanças contidas de pontos, furos.
Deslizes em compartimentos fundos.
A confusão de um mundo, sem sentidos...
Obscuro.
"Em breve, uma brecha se abre,
Uma cratera surge na terra!
As pessoas se viabilizaram,
Locomovem-se, procuram achar,
O que não será descoberto.
Apenas vêem crateras,
As brechas, e rachaduras,
Como se inferno abrisse portas
Convidando todos para um jantar.
Olhares assustados,
Choro de meninos,
O abrir de um olhos no fundo,
Da cratera, o cega em um segundo.
Um mundo obscuro.
Será que sairá daí um mostro que irá destruir um mundo?
Ou imenso amor que lhe trará satisfação...
Indescritível...?"
Em esperanças contidas de pontos, furos.
Deslizes em compartimentos fundos.
A confusão de um mundo, sem sentidos...
Obscuro.
"Em breve, uma brecha se abre,
Uma cratera surge na terra!
As pessoas se viabilizaram,
Locomovem-se, procuram achar,
O que não será descoberto.
Apenas vêem crateras,
As brechas, e rachaduras,
Como se inferno abrisse portas
Convidando todos para um jantar.
Olhares assustados,
Choro de meninos,
O abrir de um olhos no fundo,
Da cratera, o cega em um segundo.
Um mundo obscuro.
Será que sairá daí um mostro que irá destruir um mundo?
Ou imenso amor que lhe trará satisfação...
Indescritível...?"
11 abril 2009
Hoje, me expresso com o mesmo poema do 26 de Março
(Há apenas uma mudança)
Detenho-me.
Percorro a mim o mundo.
Caminho sobre mim, o meu universo.
Perco a cabeça.
Tão belo, tão belo.
Intrépido, procuro a liberdade de mim mesmo.
Preso a mim, saio de mim,
Vejo-me de cima,
Não reconheço o rosto claro.
Claro de palidez.
Ao ver o que não desejava, me dá esperanças de voltar.
Ao voltar ser o que desejava me dá esperanças de me realizar.
O ciclo Schopenhauer me aparece.
Ou aceito ou detenho-me.
E agora?
Detenho-me.
Percorro a mim o mundo.
Caminho sobre mim, o meu universo.
Perco a cabeça.
Tão belo, tão belo.
Intrépido, procuro a liberdade de mim mesmo.
Preso a mim, saio de mim,
Vejo-me de cima,
Não reconheço o rosto claro.
Claro de palidez.
Ao ver o que não desejava, me dá esperanças de voltar.
Ao voltar ser o que desejava me dá esperanças de me realizar.
O ciclo Schopenhauer me aparece.
Ou aceito ou detenho-me.
E agora?
06 abril 2009
Em uma linguagem simples
É tão bom poder simplificar tudo e se tornar objetivo as vezes. Percebo que na vida, as pessoas dão força aos próprios riscos. Isso significa que o que parece ser comum, se torna algo extraordinário e perigoso. O ideal seria te esquecer. E pensar exatamente da maneira que eu falei, e não tornar tão extraordinário. Mas é meu jeito, sabe, e imagino que as pessoas precisam viver de algo extraordinário, que façam essas criaturas se moverem, se mobilizarem nessa dura vida. Bem, voltando, fico pensando, se você ainda pensa, e se eu deveria parar de pensar, não sei, apenas deixo fluir. As vezes vem, outras voltam, e procuro te respeitar. Eu não estou falando de você, mas de meu coração. Respeitar você dentro dele.
Seria maldoso não respeitá-la dentro de mim e rejeitá-la deste local. Deixarei você aproveitá-lo até não querer mais. Pode ficar o tempo que quiser a vontade.
Me tornei mais leve. Apenas aceito as coisas como ela são e levo como elas devem ser feitas. Fui derrotado por mim mesmo e não quero mais modificar o sentido que as coisas estão rolando. Não vou mais contra, indentifico, aceito-as, mas não as modifico. Desisto de lutar de maneira tão brusca. Quem sabe expresso esse incomodo de outra maneira.
Em uma linguagem simples, poderia apenas simplificá-las em duas palavras, três, só que não posso, pois este texto, é uma maneira de expressar e talvez procure escrever assim mais vezes. Nada de reflexões, nem resoluções, dúvidas, desilusões, apenas a linguagem simples.
Levo-me com você dentro de mim.
Seria maldoso não respeitá-la dentro de mim e rejeitá-la deste local. Deixarei você aproveitá-lo até não querer mais. Pode ficar o tempo que quiser a vontade.
Me tornei mais leve. Apenas aceito as coisas como ela são e levo como elas devem ser feitas. Fui derrotado por mim mesmo e não quero mais modificar o sentido que as coisas estão rolando. Não vou mais contra, indentifico, aceito-as, mas não as modifico. Desisto de lutar de maneira tão brusca. Quem sabe expresso esse incomodo de outra maneira.
Em uma linguagem simples, poderia apenas simplificá-las em duas palavras, três, só que não posso, pois este texto, é uma maneira de expressar e talvez procure escrever assim mais vezes. Nada de reflexões, nem resoluções, dúvidas, desilusões, apenas a linguagem simples.
Levo-me com você dentro de mim.
26 março 2009
Detenho-me.
Percorro a mim o mundo.
Caminho sobre mim, o meu universo.
Perco a cabeça.
Tão belo, tão belo.
Intrépido, procuro a liberdade de mim mesmo.
Preso a mim, saio de mim,
Vejo-me de cima,
Não reconheço o rosto claro.
Claro de palidez.
Ao ver o que não desejava, me dá esperanças de voltar.
Ao voltar ser o que desejava me dá esperanças de me realizar.
O ciclo Schopenhauer me aparece.
Ou aceito ou detenho-me.
Detenho-me.
Percorro a mim o mundo.
Caminho sobre mim, o meu universo.
Perco a cabeça.
Tão belo, tão belo.
Intrépido, procuro a liberdade de mim mesmo.
Preso a mim, saio de mim,
Vejo-me de cima,
Não reconheço o rosto claro.
Claro de palidez.
Ao ver o que não desejava, me dá esperanças de voltar.
Ao voltar ser o que desejava me dá esperanças de me realizar.
O ciclo Schopenhauer me aparece.
Ou aceito ou detenho-me.
Detenho-me.
18 março 2009
Entreaberta
A luz vindo da porta segue pelo chão, até minha cama, atingindo a cortina.
O cobertor até meus ombros e meus braços sobrepostos.
Um olhar ao teto, branco com baixa luminosidade,
Pela porta encostada.
Uma perna dobrada, outra esticada, uma troca entre elas,
Uma perna esticada, outra dobrada.
O horário do relógio eletrônico não me convence.
Continuo olhando ao teto, branco, com baixa luminosidade,
Pela porta encostada.
A luz, da vida, passa embaixo de você, por cima de você e atinge o próprio objeto que você tenta cobrir a luz.
A sua casca de proteção sobre a vida, vem até o coração,
Mas sua cabeça continua louca e fervendo, podendo se locomover.
Evitar olhar pra luz, olhando para o nada,
Encontra a claridade dela.
Qualquer que seja sua posição,
Por mais que evite tal luz em sua vida,
Ela continuará.
Nada lhe convence você de que tudo está tarde.
Ainda tem muito o que fazer.
Mas continuo, olhando para o teto,
Evitando a luz em minha vida,
Pela fresta da porta.
O cobertor até meus ombros e meus braços sobrepostos.
Um olhar ao teto, branco com baixa luminosidade,
Pela porta encostada.
Uma perna dobrada, outra esticada, uma troca entre elas,
Uma perna esticada, outra dobrada.
O horário do relógio eletrônico não me convence.
Continuo olhando ao teto, branco, com baixa luminosidade,
Pela porta encostada.
A luz, da vida, passa embaixo de você, por cima de você e atinge o próprio objeto que você tenta cobrir a luz.
A sua casca de proteção sobre a vida, vem até o coração,
Mas sua cabeça continua louca e fervendo, podendo se locomover.
Evitar olhar pra luz, olhando para o nada,
Encontra a claridade dela.
Qualquer que seja sua posição,
Por mais que evite tal luz em sua vida,
Ela continuará.
Nada lhe convence você de que tudo está tarde.
Ainda tem muito o que fazer.
Mas continuo, olhando para o teto,
Evitando a luz em minha vida,
Pela fresta da porta.
13 março 2009
Inquieto
O descrédito, que impune, assume, sem pedir direito, em mim.
Tranquilo, inerte, aceito sem rebeldias.
A inquietude do quarto, por segundos se transforma.
Os caminhos por qual eu vi e vivi, não existe mais.
Some.
Um vermelho e verde, não sei bem que cor era.
Tudo escurece com uma luz, não entendi muito o que vi.
A chama se acende com a água que aparece não sei de onde.
Tudo desaparece para que eles não sumam de minha vista.
Escondido de nada, me acharam por optarem não procurar.
Descrédito, que me deu bônus para ter crença no que não quero.
Tranquilo, inerte, aceito sem rebeldias.
A inquietude do quarto, por segundos se transforma.
Os caminhos por qual eu vi e vivi, não existe mais.
Some.
Um vermelho e verde, não sei bem que cor era.
Tudo escurece com uma luz, não entendi muito o que vi.
A chama se acende com a água que aparece não sei de onde.
Tudo desaparece para que eles não sumam de minha vista.
Escondido de nada, me acharam por optarem não procurar.
Descrédito, que me deu bônus para ter crença no que não quero.
11 março 2009
Não cabe
Não cabe. Ninguém aguentaria
Tal sofimento vazio.
Só os que morreram, entenderiam.
Não há tamanho.
Nem medida, nem descrição.
Não se mede a sentimento,
Não se compara a uma decepção.
Uma agonia fora de um ser humano.
Sem amor, sem glória.
Nem conquista, nem vitória.
Nenhum outro suportaria.
Não cabe,
Nem se dividisse a todos os seres felizes.
Tal sofimento vazio.
Só os que morreram, entenderiam.
Não há tamanho.
Nem medida, nem descrição.
Não se mede a sentimento,
Não se compara a uma decepção.
Uma agonia fora de um ser humano.
Sem amor, sem glória.
Nem conquista, nem vitória.
Nenhum outro suportaria.
Não cabe,
Nem se dividisse a todos os seres felizes.
10 março 2009
The Blower's Daughter
and so it is
just like you said it would be
life goes easy on me
most of the time
and so it is
the shorter story
no love no glory
no hero in her skies
i can't take my eyes off of you
and so it is
just like you said it should be
we'll both forget the breeze
most of the time
and so it is
the colder water
the blower's daughter
the pupil in denial
i can't take my eyes off of you
did I say that I loathe you?
did I say that I want to
leave it all behind?
i can't take my mind off of you
my mind
'til I find somebody new
just like you said it would be
life goes easy on me
most of the time
and so it is
the shorter story
no love no glory
no hero in her skies
i can't take my eyes off of you
and so it is
just like you said it should be
we'll both forget the breeze
most of the time
and so it is
the colder water
the blower's daughter
the pupil in denial
i can't take my eyes off of you
did I say that I loathe you?
did I say that I want to
leave it all behind?
i can't take my mind off of you
my mind
'til I find somebody new
E a vida continua.
Ou seja, pessoas te fodem,
Pessoas te traem, pessoas te machucam.
Quais vidas não serão assim, não é vida.
É monotonia.
O mundo divergido,
Aquele mundo sem glórias,
Não vitórias, só há derrotas,
Não se conquista, nem se ganha.
Não há felicidade, há ilusão.
Não caridade, nem generosidade,
Há interesses.
Pois a vida é um fluxo de interesses.
Tudo é um fluxo de interesses.
Até a natureza tem os seus interesses.
Você irá contra a natureza?
Será punido, como ela pune todos.
É... eu estou sendo punido.
Ou seja, pessoas te fodem,
Pessoas te traem, pessoas te machucam.
Quais vidas não serão assim, não é vida.
É monotonia.
O mundo divergido,
Aquele mundo sem glórias,
Não vitórias, só há derrotas,
Não se conquista, nem se ganha.
Não há felicidade, há ilusão.
Não caridade, nem generosidade,
Há interesses.
Pois a vida é um fluxo de interesses.
Tudo é um fluxo de interesses.
Até a natureza tem os seus interesses.
Você irá contra a natureza?
Será punido, como ela pune todos.
É... eu estou sendo punido.
09 março 2009
Não tenho tempo para o mundo.
Indiscreto, tento consertar o pouco que me resta.
Não quebre o pouco que já construí.
Se não quer, não bata em minha porta,
Não estou a qualquer hora, nem nas horas que não é você.
E se for, não me diga que é você.
Quero consertar o que me resta,
Me deixe, por favor.
Só apareça se for me ajudar a construir, juntos.
Fora isso,
Me deixe em paz,
Eu suplico.
Indiscreto, tento consertar o pouco que me resta.
Não quebre o pouco que já construí.
Se não quer, não bata em minha porta,
Não estou a qualquer hora, nem nas horas que não é você.
E se for, não me diga que é você.
Quero consertar o que me resta,
Me deixe, por favor.
Só apareça se for me ajudar a construir, juntos.
Fora isso,
Me deixe em paz,
Eu suplico.
08 março 2009
Estático
Não me volta a plenitude de ser.
Ser algo significativamente aquilo que vejo.
Tudo tão árido, ralo, diante da verdade.
Tudo tão sério, sereno, em mim mesmo, desconfio,
De tanta certeza de saber algo que não gostaria que fosse assim.
Velejo, de acordo com os ventos do coração.
Velejo, a espera de que algum vento me leve.
Sem me importar com o trajeto, aceito.
Aceito, pelo fato de que quero sair daqui,
Eu quero sair daqui, eu quero.
Mas eu gosto da paisagem, de tudo envolta do barco.
Não me volta a plenitude de ser.
Estou inerte.
Ser algo significativamente aquilo que vejo.
Tudo tão árido, ralo, diante da verdade.
Tudo tão sério, sereno, em mim mesmo, desconfio,
De tanta certeza de saber algo que não gostaria que fosse assim.
Velejo, de acordo com os ventos do coração.
Velejo, a espera de que algum vento me leve.
Sem me importar com o trajeto, aceito.
Aceito, pelo fato de que quero sair daqui,
Eu quero sair daqui, eu quero.
Mas eu gosto da paisagem, de tudo envolta do barco.
Não me volta a plenitude de ser.
Estou inerte.
06 março 2009
Frangalhos
Estou aqui,
Como farelos de pão,
Como frangalhos de roupa,
Como penas soltas de uma galinha,
Como a madeira decomposta pelo cupim.
Como a casca da tinta caindo da parede.
Estou aqui,
Suspenso no ar,
Em cima de um lindo jardim,
No qual não posso tocar.
Eu estou aqui,
Como folhas caindo no outono,
Como folhetos caídos na calçada,
Como cabelos caindo de uma careca,
Como peixes morrendo em um lago.
Estou aqui,
Debaixo da terra,
Sufocado pelo ar da atmosfera,
Do qual não quero respirar.
Eu estou aqui,
Como pedaços de um corpo,
Como unhas caídas de um dedo,
Como olhos saltados de um morto.
Eu estou aqui,
Como formigas em um jardim,
Como uma torcida em um estádio,
Mais um indíviduo,
Entre muitos outros,
Com o mesmo estado.
Eu estou aqui,
No meio do nada,
Sem saber onde ir,
Sem saber onde voltar,
Nem voltas, só pra variar,
Pra não ficar parado,
Onde exatamente estou,
E infelizmente...
Não quero sair do lugar.
Como farelos de pão,
Como frangalhos de roupa,
Como penas soltas de uma galinha,
Como a madeira decomposta pelo cupim.
Como a casca da tinta caindo da parede.
Estou aqui,
Suspenso no ar,
Em cima de um lindo jardim,
No qual não posso tocar.
Eu estou aqui,
Como folhas caindo no outono,
Como folhetos caídos na calçada,
Como cabelos caindo de uma careca,
Como peixes morrendo em um lago.
Estou aqui,
Debaixo da terra,
Sufocado pelo ar da atmosfera,
Do qual não quero respirar.
Eu estou aqui,
Como pedaços de um corpo,
Como unhas caídas de um dedo,
Como olhos saltados de um morto.
Eu estou aqui,
Como formigas em um jardim,
Como uma torcida em um estádio,
Mais um indíviduo,
Entre muitos outros,
Com o mesmo estado.
Eu estou aqui,
No meio do nada,
Sem saber onde ir,
Sem saber onde voltar,
Nem voltas, só pra variar,
Pra não ficar parado,
Onde exatamente estou,
E infelizmente...
Não quero sair do lugar.
21 fevereiro 2009
Os oito versos do treinamento mental
"Como aspiro às realizações mais elevadas,
Muito mais preciosas que uma jóia realizadora de desejos,
Momento a momento devo cuidar
De todos os outros seres sencientes.
Sempre que eu estiver com os outros,
Devo sentir que eu e os meus desejos não são importantes
E, das profundezas do meu coração,
Devo cuidar dos outros em primeiro lugar.
Atento a todas as minhas ações do corpo, da fala e da mente,
Em todos os momentos em que uma ilusão se manifestar,
Levando a mim e aos outros a agir inadequadamente,
Devo enfrentá-la e impedir que ele cresça.
Sempre que eu encontrar pessoas
Cheias de maldade e de emoções obscuras,
Devo considerá-las como muito especiais,
Como se tivesse encontrado um tesouro precioso.
Quando outras pessoas
Me causarem dificuldades devido à inveja,
Devo tomar para mim a derrota
E lhes oferecer a vitória.
Mesmo que alguém de quem eu tenha cuidado de forma especial
E em quem eu tenha depositado confiança
Se volte contra mim,
Devo enxergá-lo como meu mestre supremo.
Concluindo, eu devo oferecer, direta e indiretamente,
Cada benefício e felicidade a todos os seres, minhas mães,
E tomar para mim, secretamente,
Todas as suas dores e sofrimentos.
Livre dos distúrbios dos oito sentimentos desequilibrados
E enxergando todas as coisas como ilusões,
Que eu possa ser libertado da prisão dos pensamentos negativos."
Geshe Langri Tangpa Dorje Senge
Por isso sou tão bobo.
Fui criado por budistas e budistas acreditam nisso.
Muito mais preciosas que uma jóia realizadora de desejos,
Momento a momento devo cuidar
De todos os outros seres sencientes.
Sempre que eu estiver com os outros,
Devo sentir que eu e os meus desejos não são importantes
E, das profundezas do meu coração,
Devo cuidar dos outros em primeiro lugar.
Atento a todas as minhas ações do corpo, da fala e da mente,
Em todos os momentos em que uma ilusão se manifestar,
Levando a mim e aos outros a agir inadequadamente,
Devo enfrentá-la e impedir que ele cresça.
Sempre que eu encontrar pessoas
Cheias de maldade e de emoções obscuras,
Devo considerá-las como muito especiais,
Como se tivesse encontrado um tesouro precioso.
Quando outras pessoas
Me causarem dificuldades devido à inveja,
Devo tomar para mim a derrota
E lhes oferecer a vitória.
Mesmo que alguém de quem eu tenha cuidado de forma especial
E em quem eu tenha depositado confiança
Se volte contra mim,
Devo enxergá-lo como meu mestre supremo.
Concluindo, eu devo oferecer, direta e indiretamente,
Cada benefício e felicidade a todos os seres, minhas mães,
E tomar para mim, secretamente,
Todas as suas dores e sofrimentos.
Livre dos distúrbios dos oito sentimentos desequilibrados
E enxergando todas as coisas como ilusões,
Que eu possa ser libertado da prisão dos pensamentos negativos."
Geshe Langri Tangpa Dorje Senge
Por isso sou tão bobo.
Fui criado por budistas e budistas acreditam nisso.
20 fevereiro 2009
Nosso querido bicho
Não construo.
Você realmente não constróri,
Você cria
Cria dentro de si uma cria,
Um animal.
Com olhos prfundos e bonitos,
Sempre te recordam a não traição.
Lealdade máxima,
Alimenta seu coração.
A qualquer coisa que você veja,
Esse pequeno ser,
Grita dentro de você,
Te deixa feliz, te faz sorrir,
Te faz pensar,
De que ir ali, ou ir aqui,
Irá conseguir o que você sempre quis.
Esse animalzinho,
Tão pequeno e fofo,
Libera energias pelo seu corpo,
Fazendo você voar nas melhores sensações.
Ele fica dentro de você,
As vezes dorme, a espera de um sinal,
Que talvez nem seja um sinal,
Para despertar e gritar,
Bem, bem, bem lá no fundo.
Esse animalzinho,
Tão bonitinho, pequeniniho,
E todos os diminutivos de elogios.
É a maldita esperança.
Você realmente não constróri,
Você cria
Cria dentro de si uma cria,
Um animal.
Com olhos prfundos e bonitos,
Sempre te recordam a não traição.
Lealdade máxima,
Alimenta seu coração.
A qualquer coisa que você veja,
Esse pequeno ser,
Grita dentro de você,
Te deixa feliz, te faz sorrir,
Te faz pensar,
De que ir ali, ou ir aqui,
Irá conseguir o que você sempre quis.
Esse animalzinho,
Tão pequeno e fofo,
Libera energias pelo seu corpo,
Fazendo você voar nas melhores sensações.
Ele fica dentro de você,
As vezes dorme, a espera de um sinal,
Que talvez nem seja um sinal,
Para despertar e gritar,
Bem, bem, bem lá no fundo.
Esse animalzinho,
Tão bonitinho, pequeniniho,
E todos os diminutivos de elogios.
É a maldita esperança.
19 fevereiro 2009
Não quero escrever nada com sentido.
Apenas sentir...
A cada, eu quero...
Eu queria, pensaria ou desejo ter,
Meu mundo o seu mundo, o mais belo.
É tudo que eu deveria querer.
Queria, ou quis, nunca tive.
Nada que pensei em ter, se formou
Para mim.
Tudo que desejei, ou conquistei,
Não tinha o verdadeiro valor.
Valor, dor, sofrer, sentir o amor que vem lhe ver,
Que lhe bate a porta.
Toc, toc,
Toca a compainha,
Ouve por de trás da porta,
O que tenho a dizer.
Não vi, não quis,
Não pedi,
Nem... em um momento qualquer...
Só quis...
Eu só quero...
Eu não desejo,
Não busco, nem altero,
Não desmancho o que não é meu,
Tudo aqui, bem firme,
O meu lado e o seu.
Eu quero,
Apenas, eu queria,
Que eu sentisse por um dia
O que senti apenas uma vez,
Uma vez, algumas vezes?
Eu não sei, eu não sei.
Não sei dizer quantas vezes usufruí
Do mais lindo momento que vivi.
Porque... insatisfeito?
Apenas sentir...
A cada, eu quero...
Eu queria, pensaria ou desejo ter,
Meu mundo o seu mundo, o mais belo.
É tudo que eu deveria querer.
Queria, ou quis, nunca tive.
Nada que pensei em ter, se formou
Para mim.
Tudo que desejei, ou conquistei,
Não tinha o verdadeiro valor.
Valor, dor, sofrer, sentir o amor que vem lhe ver,
Que lhe bate a porta.
Toc, toc,
Toca a compainha,
Ouve por de trás da porta,
O que tenho a dizer.
Não vi, não quis,
Não pedi,
Nem... em um momento qualquer...
Só quis...
Eu só quero...
Eu não desejo,
Não busco, nem altero,
Não desmancho o que não é meu,
Tudo aqui, bem firme,
O meu lado e o seu.
Eu quero,
Apenas, eu queria,
Que eu sentisse por um dia
O que senti apenas uma vez,
Uma vez, algumas vezes?
Eu não sei, eu não sei.
Não sei dizer quantas vezes usufruí
Do mais lindo momento que vivi.
Porque... insatisfeito?
16 fevereiro 2009
Parte da Terra
Ssshh.. Shhhh... Sh.
Faça silêncio, ouça o vento,
Que está assobiando na janela
Feche os olhos, respire fundo, coluna reta,
Medite o som que vem da terra
Pois ela faz parte de você
Não se esqueça de lembrar
Que os seus erros fazem parte de viver
E fazem parte de amar
As tentativas falhas que fará
Não deixarão que você afunde
Aprofunde-se em você mesmo
Ninguém estará certo,
Ninguém será o correto,
E eu irei provar.
A lealdade não iria existir
Se não existisse algo que te faça desistir
Do que se tem,
Que faz provar o que você é,
Se não existir algo que lhe tire fé?
De acreditar, de poder.
Ele achar que seu amor
É o melhor que pode ter.
Não desistir, não averiguar,
Testar para ver se é o melhor
Porque o melhor que se pode tirar
De um amor
É acreditar que ele merece esse valor.
E todas, simplesmente todas as diferenças irão sumir.
Então ouça,
Ouça o som da terra
Que ele dirá
O que você tem que saber
Pois você faz parte da terra
E a terra faz parte de você.
A terra faz parte de você.
E eu estou aqui,
Sentado e ouvindo
Esperando o que ela tem a me dizer.
Me justificar.
Faça silêncio, ouça o vento,
Que está assobiando na janela
Feche os olhos, respire fundo, coluna reta,
Medite o som que vem da terra
Pois ela faz parte de você
Não se esqueça de lembrar
Que os seus erros fazem parte de viver
E fazem parte de amar
As tentativas falhas que fará
Não deixarão que você afunde
Aprofunde-se em você mesmo
Ninguém estará certo,
Ninguém será o correto,
E eu irei provar.
A lealdade não iria existir
Se não existisse algo que te faça desistir
Do que se tem,
Que faz provar o que você é,
Se não existir algo que lhe tire fé?
De acreditar, de poder.
Ele achar que seu amor
É o melhor que pode ter.
Não desistir, não averiguar,
Testar para ver se é o melhor
Porque o melhor que se pode tirar
De um amor
É acreditar que ele merece esse valor.
E todas, simplesmente todas as diferenças irão sumir.
Então ouça,
Ouça o som da terra
Que ele dirá
O que você tem que saber
Pois você faz parte da terra
E a terra faz parte de você.
A terra faz parte de você.
E eu estou aqui,
Sentado e ouvindo
Esperando o que ela tem a me dizer.
Me justificar.
15 fevereiro 2009
14 fevereiro 2009
este homem
em que momentos eu vou dizer
as coisas que você deseja ouvir
não sei quantas vezes eu pedi
para você voltar pra mim.
e o mundo de idéias que te ofereci,
momentos que talvez nunca vivi,
me deu a vontade de viver,
todos esses momentos com você
pois tudo que eu queria, eu consegui,
que era você estar aqui
por mais que eu procure acreditar,
de que tudo dá certo se amar,
não posso omitir,
o fato de até hoje não conseguir realizar um sucesso
dessa minha idéia de amar para algo dar certo.
em momentos tristes que passei,
todos eles eu chorei,
achando que nunca mais ia ter,
o que eu queria pra mim.
e eu não tive.
passei a acreditar que no meu destino,
eu não fui o escolhido
de ser protagonista do meu próprio filme.
e tudo sempre dá errado,
para que talvez eu aprenda,
de que amar não é o que lado
certo de se conseguir
as coisas que você sempre quis.
pois então eu não irei amar,
já que eu quero conquistar,
alguma coisa para mim.
me escondo em minha cabeça
achando que toda a razão é a certeza
e a verdade é a clareza
do que vemos.
quem sabe nesses momentos que nós tivemos
um deles você se lembre,
e saiba o quão valor existe,
neste homem aqui.
as coisas que você deseja ouvir
não sei quantas vezes eu pedi
para você voltar pra mim.
e o mundo de idéias que te ofereci,
momentos que talvez nunca vivi,
me deu a vontade de viver,
todos esses momentos com você
pois tudo que eu queria, eu consegui,
que era você estar aqui
por mais que eu procure acreditar,
de que tudo dá certo se amar,
não posso omitir,
o fato de até hoje não conseguir realizar um sucesso
dessa minha idéia de amar para algo dar certo.
em momentos tristes que passei,
todos eles eu chorei,
achando que nunca mais ia ter,
o que eu queria pra mim.
e eu não tive.
passei a acreditar que no meu destino,
eu não fui o escolhido
de ser protagonista do meu próprio filme.
e tudo sempre dá errado,
para que talvez eu aprenda,
de que amar não é o que lado
certo de se conseguir
as coisas que você sempre quis.
pois então eu não irei amar,
já que eu quero conquistar,
alguma coisa para mim.
me escondo em minha cabeça
achando que toda a razão é a certeza
e a verdade é a clareza
do que vemos.
quem sabe nesses momentos que nós tivemos
um deles você se lembre,
e saiba o quão valor existe,
neste homem aqui.
13 fevereiro 2009
eu não sei o que sou
eu não sei o que sou.
eu não sei o que sou, a mim
a você.
pois eu passo como vento,
e ficarei como vento em seu coração.
apenas sou discreto,
em palavras, em acreditar no certo,
porque quando eu acredito,
eu julgo em lutar.
então eu ofereço tudo,
para receber pouco.
desvalorizo tudo que eu tenho de valor,
por um simples amor,
por um pouco de paz.
ofereço tudo o que tenho,
para receber um pequeno copo d'água,
para matar a sede de minha calma,
minha calma, torturante,
de aceitar tudo,
por apenas um pouco de paz.
eu não sei o que sou.
uma coisa eu tenho certeza.
mas eu sei que sou para você uma coisa:
nada.
eu não sei o que sou, a mim
a você.
pois eu passo como vento,
e ficarei como vento em seu coração.
apenas sou discreto,
em palavras, em acreditar no certo,
porque quando eu acredito,
eu julgo em lutar.
então eu ofereço tudo,
para receber pouco.
desvalorizo tudo que eu tenho de valor,
por um simples amor,
por um pouco de paz.
ofereço tudo o que tenho,
para receber um pequeno copo d'água,
para matar a sede de minha calma,
minha calma, torturante,
de aceitar tudo,
por apenas um pouco de paz.
eu não sei o que sou.
uma coisa eu tenho certeza.
mas eu sei que sou para você uma coisa:
nada.
12 fevereiro 2009
Eu... e tu
Escarra o teu beijo!
Apredeja o teu amigo!
E aquela coisa toda nojenta
Vê se não toca em mim
Tão ajudando e tá achando ruim?
É tudo verme mesmo,
ignora e fica aí sozinho.
quem sabe descobre o seu íntimo verso.
Pederasta.
Apredeja o teu amigo!
E aquela coisa toda nojenta
Vê se não toca em mim
Tão ajudando e tá achando ruim?
É tudo verme mesmo,
ignora e fica aí sozinho.
quem sabe descobre o seu íntimo verso.
Pederasta.
Um belo começo para um início
Descobri que sou negativista. Que grandiosa descoberta! Parece tão surreal quanto a descoberta do fogo, acredito que ninguém nunca percebeu esse meu lado pessimista. A diferença foi a maneira como eu o vi. Como eu o imagino.
Tão solidário em pensar de que, certas vezes, o mundo é injusto. Idiota. O mundo sempre será injusto. Injusto porque as coisas não devem ser justas, porque aí todo mundo ia receber tudo que quisesse e ia virar uma lambança miserável! As vezes você não consegue o você deseja. Nem sempre.
Nem sempre, porque o mundo não é feito de certezas. Infelizmente você vai ganhar uma coisa inútil e o que você mais quer vai continuar lá em um pedestal invisível intocável para vermes como nós. Mas nossos desejos não são iguais! Então dependendo do que eu desejo, o pedestal poderá existir, ou não. Errado.
Acontece, mas tenho que dizer: você nunca conseguirá o que quer, como quer. Nunca MESMO! Você pode conseguir, mas não da maneira que você quer. Você terá que modificar, lutar e fortalecer a idéia. Acreditar de que vai conseguir não ajuda se você continuar tentando apenas de uma maneira, como um idiota, criando o mesmo erro e dizendo que o mundo é injusto. Injusto é o caralho! Se adeque a situação.
Bem, continuando... traga levemente a sua cabeça de que conseguir é conquista. A conquista não será feita, caso você faça a mesma porra pra tentar alcançar o objetivo. Tudo isso pra dizer que sou pessimista.
Estou incomodado, me sinto na merda, acho que está tudo errado nessa porra de contexto chamado vida, mas tem que ser assim mesmo. Porque senão eu não mudo, vou continuar essa geléia mole sem alteração, tomando tiro pra tudo quanto é lado.
Descobri, resumidamente o PORQUE que eu sou pessimista. Eu tenho que estar na merda mesmo nessa porra, porque eu aí aprendo e tento revidar. Continuo na merda, entro em luto e faço cagada, mas despois volto com o intuito de modificar toda essa bosta que construí para alcançar um objetivo.
E tem quer ser assim:
Claro, limpo e objetivo. Não deu certo, troca estratégia. Mas que você consegue, você consegue sim. É só encontrar o caminho certo de chegar lá no pedestal.
Ps.: De maneira ética, por favor, ninguém aqui é vândalo.
Tão solidário em pensar de que, certas vezes, o mundo é injusto. Idiota. O mundo sempre será injusto. Injusto porque as coisas não devem ser justas, porque aí todo mundo ia receber tudo que quisesse e ia virar uma lambança miserável! As vezes você não consegue o você deseja. Nem sempre.
Nem sempre, porque o mundo não é feito de certezas. Infelizmente você vai ganhar uma coisa inútil e o que você mais quer vai continuar lá em um pedestal invisível intocável para vermes como nós. Mas nossos desejos não são iguais! Então dependendo do que eu desejo, o pedestal poderá existir, ou não. Errado.
Acontece, mas tenho que dizer: você nunca conseguirá o que quer, como quer. Nunca MESMO! Você pode conseguir, mas não da maneira que você quer. Você terá que modificar, lutar e fortalecer a idéia. Acreditar de que vai conseguir não ajuda se você continuar tentando apenas de uma maneira, como um idiota, criando o mesmo erro e dizendo que o mundo é injusto. Injusto é o caralho! Se adeque a situação.
Bem, continuando... traga levemente a sua cabeça de que conseguir é conquista. A conquista não será feita, caso você faça a mesma porra pra tentar alcançar o objetivo. Tudo isso pra dizer que sou pessimista.
Estou incomodado, me sinto na merda, acho que está tudo errado nessa porra de contexto chamado vida, mas tem que ser assim mesmo. Porque senão eu não mudo, vou continuar essa geléia mole sem alteração, tomando tiro pra tudo quanto é lado.
Descobri, resumidamente o PORQUE que eu sou pessimista. Eu tenho que estar na merda mesmo nessa porra, porque eu aí aprendo e tento revidar. Continuo na merda, entro em luto e faço cagada, mas despois volto com o intuito de modificar toda essa bosta que construí para alcançar um objetivo.
E tem quer ser assim:
Claro, limpo e objetivo. Não deu certo, troca estratégia. Mas que você consegue, você consegue sim. É só encontrar o caminho certo de chegar lá no pedestal.
Ps.: De maneira ética, por favor, ninguém aqui é vândalo.
08 fevereiro 2009
Agonia
Auuuu!
Aaai!
AAauuuu aaaaaaa!
Aiiieeeee!
Puta que pariuuu!
Puta meeerdaaa!
Auuuuu aiiii!
AAAAAAAiiiiiiiii!
Porra, queaaauuuu!
Aaaaaqueeeeeeaaaaa!
AAAAAA.
vou esperar para ver.
Aaai!
AAauuuu aaaaaaa!
Aiiieeeee!
Puta que pariuuu!
Puta meeerdaaa!
Auuuuu aiiii!
AAAAAAAiiiiiiiii!
Porra, queaaauuuu!
Aaaaaqueeeeeeaaaaa!
AAAAAA.
vou esperar para ver.
06 fevereiro 2009
Chama nos papéis
E no fim de uma chama,
queimada por papéis listrados,
com letras, frases, palavras,
sentimentos queimados na fogueira.
ao brilho, encantador e peculiar,
do fogo ao queimar,
tais papeis que eram tão amados...
foi me seduzindo de maneira maior,
e tais papéis não tinha mais tanta utilidade,
além de alimentar tal brilho descomunal,
da chama na lareira.
o pensar em sentir,
em falar com a boca,
de ouvir e entrar na cabeça,
uma palavra solitária,
saindo de dentro a ninguém escutar,
tais belas palavras,
tão feias aos outros, mas todos a sabem amar.
o medo.
o medo de lutar,
de tentar as cegas ou as vistas,
a situação que na sua frente está
destrutiva, cortante e relutante
de uma hora pra outra em qualquer instante,
acabar.
uma bóia no mar de um pensamento,
quantas coisas podem salvar ao mesmo tempo?
só uma pessoa que esteja lá?
o que devo salvar?
o que devo salvar?
uma rebeldia surge pela injusta escolha,
de só salvar uma coisa naquele lugar,
e com desdém questiono porque não posso salvar,
mais de um pensamento naquele grande mar.
mais um pensamento, só mais um.
não estou sentindo o mento.
e ninguém sente o mentor,
o mentor que te criou nesse mundo,
te tornando uma pessoa assim,
assim?
você está achando, o que você é,
bom?
ou ruim?
uma chama me cala disto tudo,
eu não preciso pensar em nada,
eu apenas fico mudo,
não há nenhuma resposta,
para aquele fogo saindo do muro,
da lareira, para o céu,
escuro cheio de estrelas.
apenas, escuto o estalar do fogo,
queimando na lareira,
os papéis que deixei na madeira,
antes de provocar uma chama.
alguém tem uma lapiseira?
tenho que recomeçar.
a chama apagou, o fogo sumiu,
os papéis estão pretos e nada se pode ler.
vamos escrever.
queimada por papéis listrados,
com letras, frases, palavras,
sentimentos queimados na fogueira.
ao brilho, encantador e peculiar,
do fogo ao queimar,
tais papeis que eram tão amados...
foi me seduzindo de maneira maior,
e tais papéis não tinha mais tanta utilidade,
além de alimentar tal brilho descomunal,
da chama na lareira.
o pensar em sentir,
em falar com a boca,
de ouvir e entrar na cabeça,
uma palavra solitária,
saindo de dentro a ninguém escutar,
tais belas palavras,
tão feias aos outros, mas todos a sabem amar.
o medo.
o medo de lutar,
de tentar as cegas ou as vistas,
a situação que na sua frente está
destrutiva, cortante e relutante
de uma hora pra outra em qualquer instante,
acabar.
uma bóia no mar de um pensamento,
quantas coisas podem salvar ao mesmo tempo?
só uma pessoa que esteja lá?
o que devo salvar?
o que devo salvar?
uma rebeldia surge pela injusta escolha,
de só salvar uma coisa naquele lugar,
e com desdém questiono porque não posso salvar,
mais de um pensamento naquele grande mar.
mais um pensamento, só mais um.
não estou sentindo o mento.
e ninguém sente o mentor,
o mentor que te criou nesse mundo,
te tornando uma pessoa assim,
assim?
você está achando, o que você é,
bom?
ou ruim?
uma chama me cala disto tudo,
eu não preciso pensar em nada,
eu apenas fico mudo,
não há nenhuma resposta,
para aquele fogo saindo do muro,
da lareira, para o céu,
escuro cheio de estrelas.
apenas, escuto o estalar do fogo,
queimando na lareira,
os papéis que deixei na madeira,
antes de provocar uma chama.
alguém tem uma lapiseira?
tenho que recomeçar.
a chama apagou, o fogo sumiu,
os papéis estão pretos e nada se pode ler.
vamos escrever.
Sente e Mento
"Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?"
Reiniciando com um poema de Fernando Pessoa: Tabacaria.
Nada para dizer, pensar, raciocinar. Apenas escrever, fluindo, sem planejamento, sentimento, descontentamente e contentamento. O que vier a cabeça. Qualquer coisa que eu escreva, não irá descrever o que sinto, por isso, eu me dou ao pequeno luxo de escrever. Não tenho feito nada, nem dito nada. Não tenho brincado, dado boas risadas. Parece uma rima e até é. Não foi intencional.
Vazio. Um sentir... que não sente. Não condiz, não diz, não tem lógica, nem seguimento. Não há fluxo, fluidez, vontade, desvantagens, animação, magnetização ou fingimento. Não estou enganando, nem precisando acordar pra vida. Apenas, aqui, escrevo.
Escrevo porque escrever é algo que tenho a mais absoluta certeza de que não largo. Engraçado, falando nisso, lembrei: eu queimei todas as minhas anotações. Queimei porque naquele momento apocalíptico eu decidi parar de escrever poesias, textos que falavam sobre mim. Pois, eu percebi naquela hora, que não me ajudava em nada. Agora quero voltar a escrever. E continuo sabendo que não ajuda. E o mais engraçado de tudo, o motivo inicial de ter entrado neste assunto, é de que não me arrependo. Parece que eu queimei algo velho, antigo - parece que estou recomeçando tudo -, que não servia mais para a consciência que estou criando nesse momento. Para a maturidade de alguma idéia que provavelmente virá a surgir com o tempo.
O tempo. Lembrei novamente de algo que relaciona com o tempo. As respostas, suas conquistas, as batalhas. Todo mundo batalha por algo. Cada acredita naquilo que é de mais valor e vai atrás. Dinheiro, carro, família, amigos. Mas você só recebe o que você quer com paciência, com o tempo. Tem que ter uma recompensa, tem que ter um apoio. Ninguém cria auto estima e força de vontade comendo pêra na praia. Eu acredito - e batalho - em algo e só tenho isso a dizer:
Estou te esperando.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?"
Reiniciando com um poema de Fernando Pessoa: Tabacaria.
Nada para dizer, pensar, raciocinar. Apenas escrever, fluindo, sem planejamento, sentimento, descontentamente e contentamento. O que vier a cabeça. Qualquer coisa que eu escreva, não irá descrever o que sinto, por isso, eu me dou ao pequeno luxo de escrever. Não tenho feito nada, nem dito nada. Não tenho brincado, dado boas risadas. Parece uma rima e até é. Não foi intencional.
Vazio. Um sentir... que não sente. Não condiz, não diz, não tem lógica, nem seguimento. Não há fluxo, fluidez, vontade, desvantagens, animação, magnetização ou fingimento. Não estou enganando, nem precisando acordar pra vida. Apenas, aqui, escrevo.
Escrevo porque escrever é algo que tenho a mais absoluta certeza de que não largo. Engraçado, falando nisso, lembrei: eu queimei todas as minhas anotações. Queimei porque naquele momento apocalíptico eu decidi parar de escrever poesias, textos que falavam sobre mim. Pois, eu percebi naquela hora, que não me ajudava em nada. Agora quero voltar a escrever. E continuo sabendo que não ajuda. E o mais engraçado de tudo, o motivo inicial de ter entrado neste assunto, é de que não me arrependo. Parece que eu queimei algo velho, antigo - parece que estou recomeçando tudo -, que não servia mais para a consciência que estou criando nesse momento. Para a maturidade de alguma idéia que provavelmente virá a surgir com o tempo.
O tempo. Lembrei novamente de algo que relaciona com o tempo. As respostas, suas conquistas, as batalhas. Todo mundo batalha por algo. Cada acredita naquilo que é de mais valor e vai atrás. Dinheiro, carro, família, amigos. Mas você só recebe o que você quer com paciência, com o tempo. Tem que ter uma recompensa, tem que ter um apoio. Ninguém cria auto estima e força de vontade comendo pêra na praia. Eu acredito - e batalho - em algo e só tenho isso a dizer:
Estou te esperando.
03 fevereiro 2009
É, mas uma vez nos perdemos com medos apenas de perder. De errar, de não acertar na decisão. Cada vez mais as pessoas sofrem antes da consequência. Falam que tem que seguir em frente e decidir, e que errando ou não tem que seguir em frente e toda aquela conversinha que na hora pesa em sua sã consciência. O medo de constituir uma decisão e executá-la as vezes dói mais do que a própria decisão em si. O medo de se articular de acabar mudando idéia aterroriza. Aterroriza até o maneira como você pode ser esculachado pelo fato de "voltar atrás". Você apenas continua decidindo, decidindo e cada vez mais decidindo e isso é o que apenas importa. Chega de medo de errar, porque errar não é erro, deixar de decidir sim. Deixar de fazer por medo é um erro.
ONDE FOI QUE VOCÊ VIU QUE FAZER UMA TENTATIVA É UM ERRO? Não perca tempo deixando de tentar. De pular sem paraquedas, correr nu na rua, acreditar de que... pode existir.
Complete os três pontos e vá fazer o que quer fazer, porra! Não sofra antes de sofrer.
ONDE FOI QUE VOCÊ VIU QUE FAZER UMA TENTATIVA É UM ERRO? Não perca tempo deixando de tentar. De pular sem paraquedas, correr nu na rua, acreditar de que... pode existir.
Complete os três pontos e vá fazer o que quer fazer, porra! Não sofra antes de sofrer.
27 janeiro 2009
Bip Bip Bip
Em contemplação própria.
Adquirindo imaginação fria, visão fora do ambiente.
Entendo situação como se não estivesse na situação.
Visualizando a solução e observando detalhes.
Percebendo defeitos.
Trabalhando qualidades.
Aguarde.
Aguarde..
Aguarde...
Adquirindo imaginação fria, visão fora do ambiente.
Entendo situação como se não estivesse na situação.
Visualizando a solução e observando detalhes.
Percebendo defeitos.
Trabalhando qualidades.
Aguarde.
Aguarde..
Aguarde...
04 janeiro 2009
"Estou sempre procurando um motivo para as coisas. As vezes penso se devemos aceitar como elas são. E se elas não são nada? Ou se as coisas só existem para serem questionadas? Nunca irei entender. Nunca iremos entender. Não sabemos como concluir qualquer história de nossa vida. Nós achamos que o coraçãosempre escolhe a pessoa errada. Não sabemos lidar com os sentimentos e não conseguimos viver consequentemente em equilibrio. Não conseguimos ter certeza das coisas e por mais que nos desesperamos, não importa o que pensamos e o que vemos, você não terá certeza de sua escolha. Mas eu agora sei porque isso.
Eu sei, eu sei e isso eu acredito. Quando escolhemos algo, temos que mostrar a crença, a fé e não os fatos. Não devemos procurar saber se está dando resultado, temos que acreditar no resultado e ele acontece. Não devemos procurar querer um resultado logo, ou ficar na ansiosidade de que isso dê certo, em fatos. Talvez ele não dê certo, mas ele dará um resultado positivo, até inesperado, pois, você ACREDITOU nisso e colocou FÉ, criou EXPECTATIVAS e é isso que IMPORTA em QUALQUER situação. No TRABALHO, nas RELAÇÕES AMOROSAS, até num simples CHUTE de uma resposta, você deve ACREDITAR NELA PARA QUE SE TORNE ALGO POSITIVO. E é o que poucas pessoas fazem, pois apenas querem SUAS RESPOSTAS em apenas FATOS e IMEDIATAMENTE, achando que não terão que LUTAR por elas ou SE ESFORÇAR para que ocorra. Querem de mão beijada e isso nunca vai acontecer. "
p.32 Monólogo
03 janeiro 2009
Namoral. Olhe, você, namoral. Não me deixe louco. Não tente me enlouquecer com suas goteiras batendo em minha cabeça, como um castigo do exército chinês. Porque na China, a sua tortura era uma das mais temidas. Amarravam o prisioneiro na cadeira e deixavam cair a cada intervalo de tempo uma gota em sua cabeça. Alguns ficavam loucos com o barulho repetitivo da goteira, outros, tinham o crânio vermelho e com o tempo, começava a furar, pelo impacto da gota batendo a todo tempo no coro cabeludo, fazendo com que começasse a tirar aquela lasquinha. Estão colocando isso em mim.
Na verdade, você está colocando isso em mim. Olha aqui, namoral, rapaz... Não faça isso. Estou tentando veêmente mostrar força. E quando eu desabar, o que acontecerá? Quando aquela gota que a cada intervalo de tempo pinga, furar - totalmente - a minha... o meu coração?
Interessante em achar que talvez todo esse trabalho dê certo. Em acreditar, e acreditei, e pensei, e tentei, e lutei, batalhei. Ridículo em pensar de que a crença no "bom" dê certo. Triste em imaginar que os sonhos sempre se realizam. Injusto em apenas querer pouco e por isso não ter nada, e quando você quer muito, você recebe pouco.
Não sei, não sei o que dizer, não sei o que escrever, não sei o que fazer. Estou aqui, amarrado nessa cadeira desesperado com as gotas que a cada intervalo de tempo batem em minha cabeça.
Até quando irei aguentar?
02 janeiro 2009
Mais uma nova geração surgindo nessa imposição que a sociedade cria nas pessoas. É, eu sou um saco. Falando coisas ridículas e mirabolantes enquanto todos criam pequenas faíscas positivas em tanta desgraça humana. Pois farei isso agora. Uma reviravolta no que vou escrever pois pedi perdão. Pedi perdão, na verdade ajoelhei-me para poder receber aquilo que todo ser vivo deseja. Humilhei-me em troca deste desejo e estou aqui cumprindo as promessas de acordo com o trato.
Mais uma nova geração surgindo nessa impo... surgindo para todos. Chances de pessoas reviverem e reestruturarem suas vidas, pedidos, desejos. Um ano para continuarmos o que ganhamos e tirarmos o que perdemos. Só querendo vantagens e apenas coisas boas, sem malefícios aos outros e paciência aos casos irritantes.
No momento da virada, na hora de tentar desejar alguma coisa para mim, eu não consegui. De forma alguma saiu alguma palavra na minha boca, ou pensamento e fiquei muito tempo esperando sair algo que eu quisesse para 2009. E não saiu. Fiquei por volta de meia hora sem pedir nada. Não significa que eu esteja completo, mas é que percebi que o que eu queria, não tinha palavras. Eu queria algo do interior, profundo, do coração, eu sabia que eu queria algo, mas não sabia como pedir, em letras da gramática do português. Talvez se eu pedisse em inglês, saísse a descrição do meu desejo. Aprendi com um amigo de que as coisas que mais desejamos, não sabemos descrever, as coisas que mais gostamos nos outros, não sabemos descrever e assim fiz meu pedido.
Pedi, pedi, pedi, pedi, muitas vezes a mesma coisa que nem eu sei direito o que é, mas que vinha do meu coração e desejei-o.
E naquela meia hora, fiquei em silêncio. E o mundo ficou em silêncio, não ouvia direito as músicas da banda, nem encontrava os meus parentes e amigos que há poucos instantes estavam ali. Tudo estava em silêncio para que eu me concentrasse em minha oração (ou minha concentração para a oração fez o mundo se silenciar). Ali, então, que a segundos atrás estava pensando relutantemente no que estava pedindo, estava agora apertando o copo de champagne com força, esperando que aquilo, seja lá o que for, aconteça. Bom ou ruim, foi o que desejei do fundo do meu coração e estou aqui, esperando ansiosamente para saber o que meu coração queria.
Feliz Ano Novo.
Caderno - 1/1/09 (b)
Mais uma nova geração surgindo nessa impo... surgindo para todos. Chances de pessoas reviverem e reestruturarem suas vidas, pedidos, desejos. Um ano para continuarmos o que ganhamos e tirarmos o que perdemos. Só querendo vantagens e apenas coisas boas, sem malefícios aos outros e paciência aos casos irritantes.
No momento da virada, na hora de tentar desejar alguma coisa para mim, eu não consegui. De forma alguma saiu alguma palavra na minha boca, ou pensamento e fiquei muito tempo esperando sair algo que eu quisesse para 2009. E não saiu. Fiquei por volta de meia hora sem pedir nada. Não significa que eu esteja completo, mas é que percebi que o que eu queria, não tinha palavras. Eu queria algo do interior, profundo, do coração, eu sabia que eu queria algo, mas não sabia como pedir, em letras da gramática do português. Talvez se eu pedisse em inglês, saísse a descrição do meu desejo. Aprendi com um amigo de que as coisas que mais desejamos, não sabemos descrever, as coisas que mais gostamos nos outros, não sabemos descrever e assim fiz meu pedido.
Pedi, pedi, pedi, pedi, muitas vezes a mesma coisa que nem eu sei direito o que é, mas que vinha do meu coração e desejei-o.
E naquela meia hora, fiquei em silêncio. E o mundo ficou em silêncio, não ouvia direito as músicas da banda, nem encontrava os meus parentes e amigos que há poucos instantes estavam ali. Tudo estava em silêncio para que eu me concentrasse em minha oração (ou minha concentração para a oração fez o mundo se silenciar). Ali, então, que a segundos atrás estava pensando relutantemente no que estava pedindo, estava agora apertando o copo de champagne com força, esperando que aquilo, seja lá o que for, aconteça. Bom ou ruim, foi o que desejei do fundo do meu coração e estou aqui, esperando ansiosamente para saber o que meu coração queria.
Feliz Ano Novo.
Caderno - 1/1/09 (b)
26 dezembro 2008
bêbado, bêbado, bÊbado, bêbado.
travado,
trazendo, em si,
algumas coisas,
em ti, lembraças delicadas,
o doce,
o uísque nas mãos,
as pernas estiradas na poltrona,
ela em cima.
olhar ao lado, menos nela
ela se levanta e sai,
mas tanto quer! tanto deseja!
o charme, ela pega nele, dá um abraço
e fala no ouvido,
mas sai.
o charme, o doce,
o uísque, o abraço.
cada toque do ambiente,
cada detalhe, olhar, reflete o fogo,
distorcido.
por que ninguém aceita ele... por inteiro?
travado,
trazendo, em si,
algumas coisas,
em ti, lembraças delicadas,
o doce,
o uísque nas mãos,
as pernas estiradas na poltrona,
ela em cima.
olhar ao lado, menos nela
ela se levanta e sai,
mas tanto quer! tanto deseja!
o charme, ela pega nele, dá um abraço
e fala no ouvido,
mas sai.
o charme, o doce,
o uísque, o abraço.
cada toque do ambiente,
cada detalhe, olhar, reflete o fogo,
distorcido.
por que ninguém aceita ele... por inteiro?
25 dezembro 2008
"Hello there, the angel from my nightmare."
É tão misto e certo. É simples de entender e difícil de explicar. É apenas uma frase em outra língua. Legal. E as pessoas procuram dentro de uma pequena frase, as vezes tentar explicar tudo que querem ou desejam. Em muitas formas as pessoas procuram expressar o que não é visto, o que não é tocado. Palavras, falas, músicas, imagens. Qualquer coisa expressa sempre alguma coisa. O fato de tentar comunicar aquele olhar. O fato de tentar comunicar aquela angústia. As pessoas desesperadamente sentem e amam, e mesmo não gostando do que sentem, existe aquele sabor que não querem perder e ninguém comenta até hoje. Viver sem este sabor é viver sem sentir esta agonia ou este sentir. Mesmo chorando, gritando, sorrindo, florindo, sentindo, matando, montando, criando, fomando, perdendo, saudade. Ninguém quer perder esse sabor. E a cada momento cada pessoa tenta se livrar dessa maneira, expelindo pelas palavras, falas, músicas, imagens. A cada momento que tenta tirar este fardo que corrói seu coração, sua mente, o tempo - que acaba passando mais devagar -, criando raiva, amor ou dor. E o gritar, chutar as coisas, jogar este computador pela janela, os copos na mesa, rasgar as roupas, a camiseta vestida em mim, arrancar os cabelos da cabeça, de alguma forma de expressão corporal, também mostramos o que sentimos. Fechar o punho com força, fechar a arcada dentária com força, os olhos, bater o pé, deitar e olhar para o teto, ficar sem movimentos, parado, sentindo o tempo contando a cada segundo - cinquenta e um... cinquenta e dois... cinquenta e três... cinquenta e quatro... cinquenta e cinco... cinquenta e seis... cinquenta e sete... cinquenta e oito... cinquenta e nove... sessenta, um minuto - de maneira torturando e te corroendo. De muitas formas as pessoas tentam expelir alguma coisa, como eu tentei agora, nessa frase.
"Hello there, the angel from my nightmare
[...]
And in the night we'll wish this never ends
We'll wish this never ends
[...]
Where are you and I'm sorry
I cannot sleep I cannot dream tonight"
Mark Hoppus & Tom Delonge
É tão misto e certo. É simples de entender e difícil de explicar. É apenas uma frase em outra língua. Legal. E as pessoas procuram dentro de uma pequena frase, as vezes tentar explicar tudo que querem ou desejam. Em muitas formas as pessoas procuram expressar o que não é visto, o que não é tocado. Palavras, falas, músicas, imagens. Qualquer coisa expressa sempre alguma coisa. O fato de tentar comunicar aquele olhar. O fato de tentar comunicar aquela angústia. As pessoas desesperadamente sentem e amam, e mesmo não gostando do que sentem, existe aquele sabor que não querem perder e ninguém comenta até hoje. Viver sem este sabor é viver sem sentir esta agonia ou este sentir. Mesmo chorando, gritando, sorrindo, florindo, sentindo, matando, montando, criando, fomando, perdendo, saudade. Ninguém quer perder esse sabor. E a cada momento cada pessoa tenta se livrar dessa maneira, expelindo pelas palavras, falas, músicas, imagens. A cada momento que tenta tirar este fardo que corrói seu coração, sua mente, o tempo - que acaba passando mais devagar -, criando raiva, amor ou dor. E o gritar, chutar as coisas, jogar este computador pela janela, os copos na mesa, rasgar as roupas, a camiseta vestida em mim, arrancar os cabelos da cabeça, de alguma forma de expressão corporal, também mostramos o que sentimos. Fechar o punho com força, fechar a arcada dentária com força, os olhos, bater o pé, deitar e olhar para o teto, ficar sem movimentos, parado, sentindo o tempo contando a cada segundo - cinquenta e um... cinquenta e dois... cinquenta e três... cinquenta e quatro... cinquenta e cinco... cinquenta e seis... cinquenta e sete... cinquenta e oito... cinquenta e nove... sessenta, um minuto - de maneira torturando e te corroendo. De muitas formas as pessoas tentam expelir alguma coisa, como eu tentei agora, nessa frase.
"Hello there, the angel from my nightmare
[...]
And in the night we'll wish this never ends
We'll wish this never ends
[...]
Where are you and I'm sorry
I cannot sleep I cannot dream tonight"
Mark Hoppus & Tom Delonge
22 dezembro 2008
21 dezembro 2008
Não me aproximo. Não me recordo, algumas vezes tento me afastar, correr para longe. Vou sentindo as pisadas mais pesadas, o ritmo ficando mais seco, parece que carrego 100kg em minhas costas. Não consigo chegar a lugar nenhum. Corro, me aproximo, as duas coisas não dão certo.
Apenas fico parado.
No meio da floresta vazia, sombria. Seus galhos dançando ao sabor da brisa gelada e criando pequenos barulhos e chacoalhos das folhas caindo ao chão. No meio do nada, do bosque, sentado, ali, me contendo de agonia e medo.
De agonia e medo.
De agonia e medo.
De agonia e medo.
De agonia e medo.
E só.
Vou preparar um café para ver se a dor de cabeça passa.
Apenas fico parado.
No meio da floresta vazia, sombria. Seus galhos dançando ao sabor da brisa gelada e criando pequenos barulhos e chacoalhos das folhas caindo ao chão. No meio do nada, do bosque, sentado, ali, me contendo de agonia e medo.
De agonia e medo.
De agonia e medo.
De agonia e medo.
De agonia e medo.
E só.
Vou preparar um café para ver se a dor de cabeça passa.
20 dezembro 2008
Tô acordado. Tô acordado.
Porra! Não venha, não. Olha, tô acordado, porra, esquece de mim.
Sempre foi assim. Será. Se constrói bem devagar e você não pode retornar isto. Você se perde de maneira sutil, não percebe como isso acontece e quando acontece não sabe porque isto aconteceu. Você não consegue se livrar de seus problemas, seu coração não escuta mais aos seus comandos. E aí, cara, se fodeu.
A ladeira íngreme do coração até sua mente não é tão simples de se fundir. É necessário muito esforço nas pernas dos pensamentos. É difícil... é difícil. Tem que pensar muito, se questionando: vale a pena? Vale a pena? VALE A PENA, CARO AMIGO?
Se vale, se fodeu mais uma vez então, haha! Porque não vai ser fácil. Se fosse ruim tava aí, na merda, facinho, facinho pra você pegar e conseguir. Porque o que não serve você acha fácil.
Não deixa, não deixa se esvair. Não vou me rebaixar, mas peço por favor. Não entre fora, caia dentro mesmo, aceite os defeitos porque nada vai sair tão perfeito. Olha se consegue ir mudando devagarinho, porque aí o negócio é mais agoniante, mas menos impactante.
Porque o impacto dói. E a agonia... ela agonia mesmo, né, porra.
Agonia pra cacete. Tem gente que não guenta ficar com essa agonia e aí vem procurar aquele (ou aquela) amiguinho benfeitor para ajudar a superar. As vezes supera. As vezes não. Então o que acontece é que amigo que não serviu - é verdade! -, pois quando você não consegue é porque você tem fraqueza. E pra ser forte alguém dá um empurrãozinho. Se aquele (ou aquela) não conseguiu, veja o que o outro diz e vai pingando de amigo em amigo até conseguir fazer o que você não consegue sozinho. Seguir em frente.
Mas fazer o que, tô acordado aí, tô esperando o sono chegar.
E chegará?
Porra! Não venha, não. Olha, tô acordado, porra, esquece de mim.
Sempre foi assim. Será. Se constrói bem devagar e você não pode retornar isto. Você se perde de maneira sutil, não percebe como isso acontece e quando acontece não sabe porque isto aconteceu. Você não consegue se livrar de seus problemas, seu coração não escuta mais aos seus comandos. E aí, cara, se fodeu.
A ladeira íngreme do coração até sua mente não é tão simples de se fundir. É necessário muito esforço nas pernas dos pensamentos. É difícil... é difícil. Tem que pensar muito, se questionando: vale a pena? Vale a pena? VALE A PENA, CARO AMIGO?
Se vale, se fodeu mais uma vez então, haha! Porque não vai ser fácil. Se fosse ruim tava aí, na merda, facinho, facinho pra você pegar e conseguir. Porque o que não serve você acha fácil.
Não deixa, não deixa se esvair. Não vou me rebaixar, mas peço por favor. Não entre fora, caia dentro mesmo, aceite os defeitos porque nada vai sair tão perfeito. Olha se consegue ir mudando devagarinho, porque aí o negócio é mais agoniante, mas menos impactante.
Porque o impacto dói. E a agonia... ela agonia mesmo, né, porra.
Agonia pra cacete. Tem gente que não guenta ficar com essa agonia e aí vem procurar aquele (ou aquela) amiguinho benfeitor para ajudar a superar. As vezes supera. As vezes não. Então o que acontece é que amigo que não serviu - é verdade! -, pois quando você não consegue é porque você tem fraqueza. E pra ser forte alguém dá um empurrãozinho. Se aquele (ou aquela) não conseguiu, veja o que o outro diz e vai pingando de amigo em amigo até conseguir fazer o que você não consegue sozinho. Seguir em frente.
Mas fazer o que, tô acordado aí, tô esperando o sono chegar.
E chegará?
19 dezembro 2008
Desconstruam as casas,
Desfaçam os asfaltos,
Retirem o encanamento e a iluminação.
E descontruam as cidades.
Desfaçam as montanhas,
Sequem os lagos, os rios, os mares.
Guardem as flores,
Retirem as árvores
Guardem todas no depósito.
Apaguem o Sol,
Apaguem as estrelas
Tirem a Lua da noite.
Não quero ver mais aquele coelho.
A noite não deve ter mais brilho.
Fecham os sentimentos, os amores,
As paixões, as dores,
Perdoem os desonestos e os honestos.
Recoloquem todos os humanos, na caixinha.
Rearrumem tudo.
Desfaçam tudo.
Tirem a terra até ficar a casca.
Porque nada mais faz sentido.
Desfaçam os asfaltos,
Retirem o encanamento e a iluminação.
E descontruam as cidades.
Desfaçam as montanhas,
Sequem os lagos, os rios, os mares.
Guardem as flores,
Retirem as árvores
Guardem todas no depósito.
Apaguem o Sol,
Apaguem as estrelas
Tirem a Lua da noite.
Não quero ver mais aquele coelho.
A noite não deve ter mais brilho.
Fecham os sentimentos, os amores,
As paixões, as dores,
Perdoem os desonestos e os honestos.
Recoloquem todos os humanos, na caixinha.
Rearrumem tudo.
Desfaçam tudo.
Tirem a terra até ficar a casca.
Porque nada mais faz sentido.
Fielmente desisto. Mais uma vez nessa putrefação social, sentimental e tudo que consideraria bom para uma felicidade pessoal, não existe mais. Nada mais surge nesse mundinho podre pela falta de compaixão existentes entre seus companheiros de raça e cada vez mais a competitividade entre eles continua surgindo e aumentando cada vez mais.
Desisto. Desisto em acreditar que talvez, quem sabe, as pessoas sejam realmente pessoas, ao invés de puro orgulho, corrompidas pela infidelidade e ainda tem a ilusão de achar que isso faz parte da vida. Perdem-se completamente nos seus pensamentos decadentes, sem nenhum senso de noção do certo e o errado.
Desacordados com a vida, iludidos com as sensações que o mundo a concedem, tentam se esquecer desse peso nas suas mentes corrompidas.
Não posso fazer nada. Quando um quer nenhum vai.
Desisto. Desisto em acreditar que talvez, quem sabe, as pessoas sejam realmente pessoas, ao invés de puro orgulho, corrompidas pela infidelidade e ainda tem a ilusão de achar que isso faz parte da vida. Perdem-se completamente nos seus pensamentos decadentes, sem nenhum senso de noção do certo e o errado.
Desacordados com a vida, iludidos com as sensações que o mundo a concedem, tentam se esquecer desse peso nas suas mentes corrompidas.
Não posso fazer nada. Quando um quer nenhum vai.
17 dezembro 2008
Que lástima. Na vida as pessoas são dramáticas em suas vidinhas miseráveis e sempre imaginam ou emendam histórias nas suas próprias vidas para que sejam mais divertidas. E ainda tem a falta de vergonha de contar esses "novos" fatos para os companheiros. Tudo com um sentido chúlo de se transparecer uma imagem do que querem passar sobre eles mesmos. Iludem-se na vantagem de um caráter idealizado por mais uma fonte não confiável de informações: a sociedade. E baseiando-se nelas, acham que tendo essas características peculiares que não existem neles, mas criam em situações - assim caracterizando-os -, podem se identificar com o grupo ou impressioná-los com suas tão consideradas vantagens.
O que mais me impressiona nisso tudo vem da falta de amabilidade em nós mesmos. E viajamos em nossa maionese de pensamentos com tantas situações melosas relacionadas aos nossos parceiros que quando consideramos colocarmos em prática, acreditemos em nós mesmos de que isso não se deve acontecer. Ou de que não é aceitável. Nós temos medos de nossas vontades e nossos desejos. E novamente nós procuramos para aquela fonte totalmente não confiável: a sociedade. E nela começamos - novamente - a se basear nas vontades e desejos adequadas a nossa cultura local e social.
O péssimo das coisas, é que estamos se sentindo corroídos por dentro e sentimos esta terrível sensação, mas não voltamos atrás. Pior em pensar de que sabemos o que significa e não conseguimos voltar atrás, seria mais torturador do que a situação que estamos agora. E é daí que vem aqueles que procuram fugir da realidade, usando dos mais diferentes tipos de drogas. E eles as utilizam pelo peso que a sociedade impõe, ou melhor, corrigindo, do que nós deixemos que a sociedade imponha sobre a gente, já que não encontramos nem uma pessoa que aceite nossos desejos e vontades considerados - geralmente - vergonhosos. E com essas drogas eles realmente fogem da realidade. Encontram-se no mundo fictício e não tem vergonha de suas sensações e assim, aquele sentimento de prisão é rompido por algumas horas e você fala as besteiras e sente a vontade que quiser. Se sente leve, porque nada te prende, nem a vergonha, as pessoas rindo ou não de sua larica ou de sua viagem tridimensional de que a droga lhe proporciona. O fato é você atinge a coragem de falar o que sente.
No entanto, contudo, é de grande interesse meu continuar a insistir do quão ridículo conseguimos ser, construindo fatos apenas para podermos criar imagens definidas por nós, para o nosso caráter.
Impressionante como conseguimos dormir.
E nós conseguimos realmente dormir?
O que mais me impressiona nisso tudo vem da falta de amabilidade em nós mesmos. E viajamos em nossa maionese de pensamentos com tantas situações melosas relacionadas aos nossos parceiros que quando consideramos colocarmos em prática, acreditemos em nós mesmos de que isso não se deve acontecer. Ou de que não é aceitável. Nós temos medos de nossas vontades e nossos desejos. E novamente nós procuramos para aquela fonte totalmente não confiável: a sociedade. E nela começamos - novamente - a se basear nas vontades e desejos adequadas a nossa cultura local e social.
O péssimo das coisas, é que estamos se sentindo corroídos por dentro e sentimos esta terrível sensação, mas não voltamos atrás. Pior em pensar de que sabemos o que significa e não conseguimos voltar atrás, seria mais torturador do que a situação que estamos agora. E é daí que vem aqueles que procuram fugir da realidade, usando dos mais diferentes tipos de drogas. E eles as utilizam pelo peso que a sociedade impõe, ou melhor, corrigindo, do que nós deixemos que a sociedade imponha sobre a gente, já que não encontramos nem uma pessoa que aceite nossos desejos e vontades considerados - geralmente - vergonhosos. E com essas drogas eles realmente fogem da realidade. Encontram-se no mundo fictício e não tem vergonha de suas sensações e assim, aquele sentimento de prisão é rompido por algumas horas e você fala as besteiras e sente a vontade que quiser. Se sente leve, porque nada te prende, nem a vergonha, as pessoas rindo ou não de sua larica ou de sua viagem tridimensional de que a droga lhe proporciona. O fato é você atinge a coragem de falar o que sente.
No entanto, contudo, é de grande interesse meu continuar a insistir do quão ridículo conseguimos ser, construindo fatos apenas para podermos criar imagens definidas por nós, para o nosso caráter.
Impressionante como conseguimos dormir.
E nós conseguimos realmente dormir?
05 dezembro 2008
não há como voltar atrás.
em tempos de tempos, sua cicatriz cicatrizada,
marcada e seu peito, pelo golpe no coração,
o destino realizou seu objetivo.
e vence mais uma vez,
uma vitória encontrada já pela minha mente,
e que procurava esperar... até acreditar,
mais uma vez, de que 'dar certo' existia.
busquei em meus primordiais objetivos,
qual o real objetivo de realizar um desejo.
não sei, não sei,
não vou encontrar nenhum desejo,
se eu for pensar como um objetivo,
e nada será como eu quero,
se um dia eu querer realizar.
não há,
não vêem a desordem estrondosa,
o mundo descontrolado,
todos acham que tudo deve ser como estar,
e o estar é sofrer e nunca se realizar.
querem porque querem aceitar,
descontroladamente o que
criaram imaginariamente sobre
criaram imaginariamente sobre
o que é viver.
querem destruir os pensamentos férteis
profundos e unicamente saudavéis
e os unicos que restam nessa vida.
não, corrompem-se com chúlas palavras daqueles que se declaram sábios.
insônia em meus olhos,
por não fecharem de ódio do quejá sei o que pode acontecer.
e me iludo.
me iludo em imaginar que alguma vez na vida eu tive a realidade de uma ilusão.
e me fecho.
me fecho mesmo sabendo que todas as vezes que me abrir,
receberei um presente
e uma facada.
de nada você ganha, se pegar algo em troca.
qualquer motivo, motiva você a querer realizar
e nenhum motivo faz vocÊ continuar
por mais firme que seja,
quando a facada forma aquela cicatriz,
que quando cicatriza no peito pela esfoliação do coração,
nada faz você continuar.
27 novembro 2008
introdução.
introduzido na ação,
uma libertação de idéias,
correção ortográfica,
pulverização de pensamentos,
carbonização de vontades.
desejos sem mais verdades,
as verdades matam os desejos e destroem as suas vontades.
os picos mais altos do pensar
são os mais baixos do sentir
os mais velhos sábios gostam de escutar,
o que confirmam sempre para si mesmos,
de que não confiam mais em ti.
quer aprender sobre o outro?
ele dirá sobre o que ele é,
porque o espaço por ele aberto,
é dizer que no entreaberto das coisas,
e nos problemas nas feiras mentais,
consegue ser isso e aquilo,
fulaninho e tal.
desperdicei!
mas uma chance de ser
o que supostamente deveria,
deveria para mim,
ou para voce,
não há mais vantagens em dizer ou não dizer.
introdução do fim,
então, da história inacabada,
da característica de alguém
que quer seu espaço diferente dos outros.
introduzido na ação,
na induzidas idéias a serem transpassadas.
uma hora acerto.
não venha me encontrar....
não venha não...
não tente me entender,
não tente não...
não tente me amar,
você não vai me amar...
não pense em se aproximar...
não pense não...
a vida vou levando,
em âmbitos agudos de um sonho amargo emergido a luz refletida de um sol na água de um rio nascente.
isso condiz com a natureza, mas não tem nada bonito.
não tente não me evitar...
não dá pra evitar...
as coisas não são assim,
como elas a gente tem que achar,
você não se liberta
da prisão da liberdade
de escolher as suas decisões
mas serem induzidas a uma só vontade.
não esqueça que,
além de tudo, em mim,
ou fora de tudo, aqui,
na terra,
nos olhos,
nós queríamos uma realização.
das poucas que temos poucas consideramos vitória,
das que mais procuramos no final das contas,
nem dá pra cantar conquista,
ou vitória, sei lá
no final da história,
nunca vai dar o que gostariamos de que fosse acontecer.
e continuo a cantarolar,
não pense mesmo não...
não tente...
não fique aí parado...
nem se movimente...
não venha me encontrar...
não venha me...
encontrar...
21 novembro 2008
Sem Ego
em tempos vastos,
os orgulhos das feridas dos homens,
são mais sentidos antes de existir.
nós temos medo antes de ver o monstro.
a sombra nos amedronta
e o que realmente a forma,
não interessa.
nosso orgulho impede.
nós temos medo de enfrentar.
nós temos medos do amor,
porque quanto mais profundo você conhece sua beleza,
um dia você conhecerá o mais profundo do seu sofrimento.
ninguém quer sofrer,
o mais óbvio,
nem os hérois querem sofrer
e por isso,
guarda o orgulho das feridas,
o ego absoluto.
16 novembro 2008
Com Ego
desconquiste.
ramifique,
fortifique.
vá em direção oposta,
não se exceda.
não cobre,
durma bem,
sempre adie algo que pode ser feito hoje.
não decida.
decida só na descida,
em cima do ponto,
aquele, o do ônibus.
não existe abstinência de algo que existe a vontade.
você pode até pagar para isso.
não aponte o dedo para o corte.
mostre ele cicatrizado e vá embora.
mostre ele cicatrizado e vá embora,
mostre ele cicatrizado e vá embora...
15 novembro 2008
08 novembro 2008
Os seres humanos procuram muitas formas de satisfazer. De fugir do sofrimento, da dor, é impresionante. O mais impressoinante ainda é as mais diversas formas de como eles procuram fugir. Cada meio absurdo, apenas elo simples fato de não querer enfrentar a vida.
Os seres humanos não conseguem enfrentar a vida.
Se iludem e têm medo da realidade. Tem medo de enfrentar a verdade já que o mundo que eles criaram em sua cabeça não é o que realmente acontece. E daí, nos perdemos em um facismo ridículo para algo. Criamos maneiras de evitá-las, tudo para sentir essa dor, este sofrimento.
Se não há sofrimento, em que mundo você está?
Para não existir sofrimento, ou não existem pessoas ou elas não interagem, não há vida.
Pois a vida é ter prazer e sofrer.
Lembrar e esquecer.
Fazer silêncio e gritar.
Sentir e não sentir.
Ser chato e legal, grosso e educado, rude e carinhoso, alegre e triste, sorridente e chorão.
Viver é estar passando por todas as etapas da vida.
É transformar, ficar imutável, correr atrás de sonhos e erros, se arrepender e ficar decidido.
Se você tenta evitar isso tudo, você tenta evitar de viver e o sofrer faz parte do viver, tanto quanto o ter prazer. Não devemos evitar isso, já que, se só vivessemos de alegria, seria muito chato.
O mundo está aí para conquistarmos e sentirmos tudo que deveríamos sentir.
Tudo, mesmo.
Os seres humanos não conseguem enfrentar a vida.
Se iludem e têm medo da realidade. Tem medo de enfrentar a verdade já que o mundo que eles criaram em sua cabeça não é o que realmente acontece. E daí, nos perdemos em um facismo ridículo para algo. Criamos maneiras de evitá-las, tudo para sentir essa dor, este sofrimento.
Se não há sofrimento, em que mundo você está?
Para não existir sofrimento, ou não existem pessoas ou elas não interagem, não há vida.
Pois a vida é ter prazer e sofrer.
Lembrar e esquecer.
Fazer silêncio e gritar.
Sentir e não sentir.
Ser chato e legal, grosso e educado, rude e carinhoso, alegre e triste, sorridente e chorão.
Viver é estar passando por todas as etapas da vida.
É transformar, ficar imutável, correr atrás de sonhos e erros, se arrepender e ficar decidido.
Se você tenta evitar isso tudo, você tenta evitar de viver e o sofrer faz parte do viver, tanto quanto o ter prazer. Não devemos evitar isso, já que, se só vivessemos de alegria, seria muito chato.
O mundo está aí para conquistarmos e sentirmos tudo que deveríamos sentir.
Tudo, mesmo.
03 novembro 2008
Caminhando por aí, percebi: agora eu sei porque os homens dão o mundo em troca de uma mulher. Porque o mundo é algo material, sólido, está ali para eles, quando eles quiserem. Podem andar sobre qualquer terra em qualquer lugar, basta querer. Mas o coração da mulher não. Não é uma bola sólida e fixa. É como um simples sabonete: queremos tê-la em nossas mãos a todo custo, mas se apertamos demais, escapole, e se abrirmos muito, escorrega. E o pior de tudo. Com o tempo, se dissolve e o sabonete não estará mais lá. Só podemos mesmo orar para que quando ele se dissolva, seu perfume esteja em nossas mãos para sempre.
28 outubro 2008
Descobertas, Descobertas.
Nada pelas aparências,
Tudo estava em uma coberta,
Em um véu cheio de transparências,
Não há novidades,
Apenas fui desiludido
Pela verdadeira realidade.
Uma ilusão criada por si,
Uma vontade de se esconder da verdade.
Voltemos a verdadeiras sensações o homem!
Me encontro no esgoto, então,
Que sensações sem desgosto, tripudiações,
Nada me salva disso, Além
De que nem nem quero sair daqui.
Continuemos, continuemos.
Não vivo,
Não sobrevivo.
Não estou aqui para grandes feitos,
Nem presenciar os seus efeitos.
Não estou para ser amado,
Talvez para fazer com que as pessoas se sintam importantes,
Talvez para fazer com que as pessoas se sintam importantes,
Pois só eu que consigo amar.
E essas pessoas façam grandes feitos,
Enquanto em armagura irei ficar.
Enquanto em armagura irei ficar.
Não recebei troca.
Não tenho que receber troca.
Lixo orgânico,
Não sou apenas lixo,
Sou também reciclável,
Para fazer com que outros façam grandes feitos,
E o húmus cubra meu coração de merda novamente.
E o húmus cubra meu coração de merda novamente.
Formigas e insetos,
Saboreiam de meus pequenos feitos.
Mas fogem,
Talvez não sejam tão bons assim.
O sabor, não lhe encontro,
Eu não lhe encontro.
Quem sou eu,
A definir os meus míseros feitos!
Infame dormirei sendo saboreado pelos insetos!
Dormirei e não há como saber,
Pois ninguém nunca soube sobre mim.
Nunca há de ir de encontro,
A mente escorre a lambaça que deixa e,
A mente escorre a lambaça que deixa e,
Por um momento, atrás dessa lama,
Encontro a verdadeira podridão escondida.
Encontro o defunto,
De olhos abertos
E olhando para mim.
Frio, sem sangue,
Sem vida.
E quando percebo,
Este defunto sou eu.
26 outubro 2008
Cansei da lucidez,
A loucura me pegou de vez
Não me vejo em qualquer lugar,
Algum lugar tenho que estar.
Destino ou sorte,
Nada mais importa nesse turbilhão
De casos de vida ou morte,
Meu coração,
Encontra-se em realmente
Solidão.
E por isso conheço muitos,
Muitos desconheço mas respeito,
Outros nem nunca vi,
As ruas, becos, vidas, idéias,
Pensamentos que surgem
Tudo está por vir.
Deixamos que venha.
É uma coisa boa,
Mas se fosse só boa, seria má,
Já que tudo de bom não tem graça,
Tem que amar,
Tem que se magoar,
Se agoniar, sentir, amargurar,
A vida não é só ficar
No desejar.
Eu não tenho boas idéias,
Não escrevo bons poemas,
Quanto mais boas relações,
Chuto em viver sem desilusões.
Não me enxergo com todos,
Nem me vejo sem ninguém.
Nem me vejo sem você,
Você. Sabe como é, o luar,
Brilha alcançando o horizonte,
Caminho brilhante do mar,
Do horizonte a praia,
Da praia até não ver mais.
Cheia, vazia,
Solta no espaço do céu,
Onde todos conseguem ver com o mesmo olhar.
E esse espaço cria um véu
E minha mente esta pronta para viajar.
Acorda em florestas
Sendo que dormiu em um altar.
Vejo a Lua na avenida
E o carro no ar.
Nada é certo e minha loucura tem sentido
Nada é bonito se for apenas visto.
Que idéias,
Quais idéias que serviriam para vocês?
Nenhuma delas terão sensatez,
A sua sensatez,
Pois no meio da minha loucura com senso,
Mas sem medir alturas, sem ter vez,
Não servem para ninguém.
Só para mim,
De mim para você,
De você só tenho a mim,
E em mim só penso em você.
Aquele terreno adentrado,
Que barulho você ouviu?
Um corrégo ou um lago?
Os rios nunca serão os mesmo.
I.
Nem suas inspirações terão as mesmas pedras,
Nem suas poções de espumas serão aquelas!
Os mergulhos,
Ah que mergulhos pelas flores belas,
Cercando o rio e sua correnteza.
II.
Em seu brilho,
Uma cor branca,
Será ali um coelho,
Meu querido?
Procuro ver,
Morro... renasço para tentar rever
Os momentos que deixei de fazer
Para poder conseguir o que não poderia ter.
Que coelho,
Se for um, milhões aparecerá,
A sua reprodução é fácil,
Ela se espalha rápido,
Apenas dois coelhos,
Formam uma manada,
De amores distribuídos por aqui,
Por aculá,
Em qualquer lugar.
III.
Não vejo coelho algum.
Sabe, sempre será assim,
Nunca conseguirei encontrar nada distribuído para mim.
Mas será porque não quero dividir
Tudo aquilo que consegui?
Não percebo, nem sei analisar,
Nessas horas
Tudo pode ser, tudo pode dar.
Continuo caminhando esperando um caminho certo
Aquele que me leve em algum lugar,
Onde eu sou alguém.
E você realmente existe.
IV.
Costumeiro,
Uma sátira:
Vivo, desvivo, "num" vivo,
Sinto, pressinto, sempre minto
Quando quero algo em meu ressinto,
Mas nunca, nem sempre
Deixo de assumir o que eu pinto em meu olhar.
A loucura me pegou de vez
Não me vejo em qualquer lugar,
Algum lugar tenho que estar.
Destino ou sorte,
Nada mais importa nesse turbilhão
De casos de vida ou morte,
Meu coração,
Encontra-se em realmente
Solidão.
E por isso conheço muitos,
Muitos desconheço mas respeito,
Outros nem nunca vi,
As ruas, becos, vidas, idéias,
Pensamentos que surgem
Tudo está por vir.
Deixamos que venha.
É uma coisa boa,
Mas se fosse só boa, seria má,
Já que tudo de bom não tem graça,
Tem que amar,
Tem que se magoar,
Se agoniar, sentir, amargurar,
A vida não é só ficar
No desejar.
Eu não tenho boas idéias,
Não escrevo bons poemas,
Quanto mais boas relações,
Chuto em viver sem desilusões.
Não me enxergo com todos,
Nem me vejo sem ninguém.
Nem me vejo sem você,
Você. Sabe como é, o luar,
Brilha alcançando o horizonte,
Caminho brilhante do mar,
Do horizonte a praia,
Da praia até não ver mais.
Cheia, vazia,
Solta no espaço do céu,
Onde todos conseguem ver com o mesmo olhar.
E esse espaço cria um véu
E minha mente esta pronta para viajar.
Acorda em florestas
Sendo que dormiu em um altar.
Vejo a Lua na avenida
E o carro no ar.
Nada é certo e minha loucura tem sentido
Nada é bonito se for apenas visto.
Que idéias,
Quais idéias que serviriam para vocês?
Nenhuma delas terão sensatez,
A sua sensatez,
Pois no meio da minha loucura com senso,
Mas sem medir alturas, sem ter vez,
Não servem para ninguém.
Só para mim,
De mim para você,
De você só tenho a mim,
E em mim só penso em você.
Aquele terreno adentrado,
Que barulho você ouviu?
Um corrégo ou um lago?
Os rios nunca serão os mesmo.
I.
Nem suas inspirações terão as mesmas pedras,
Nem suas poções de espumas serão aquelas!
Os mergulhos,
Ah que mergulhos pelas flores belas,
Cercando o rio e sua correnteza.
II.
Em seu brilho,
Uma cor branca,
Será ali um coelho,
Meu querido?
Procuro ver,
Morro... renasço para tentar rever
Os momentos que deixei de fazer
Para poder conseguir o que não poderia ter.
Que coelho,
Se for um, milhões aparecerá,
A sua reprodução é fácil,
Ela se espalha rápido,
Apenas dois coelhos,
Formam uma manada,
De amores distribuídos por aqui,
Por aculá,
Em qualquer lugar.
III.
Não vejo coelho algum.
Sabe, sempre será assim,
Nunca conseguirei encontrar nada distribuído para mim.
Mas será porque não quero dividir
Tudo aquilo que consegui?
Não percebo, nem sei analisar,
Nessas horas
Tudo pode ser, tudo pode dar.
Continuo caminhando esperando um caminho certo
Aquele que me leve em algum lugar,
Onde eu sou alguém.
E você realmente existe.
IV.
Costumeiro,
Uma sátira:
Vivo, desvivo, "num" vivo,
Sinto, pressinto, sempre minto
Quando quero algo em meu ressinto,
Mas nunca, nem sempre
Deixo de assumir o que eu pinto em meu olhar.
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