31 agosto 2010
Reveja
Estou perdendo meus sentidos poéticos. Aos poucos uma frieza vai corrompendo os gostos de uma vida de desgosto - que é a de uma poeta - ou de um cientista do sentir, do analisar o sentir. A frieza que me corrompe, é uma brecha sobre uma sociedade na qual vivo. Um furo atrativo por dinheiro e beleza. Existem outras sociedades, dentro delas, aquelas alternativas, onde tem o sexo e as drogas. Cada sociedade tem seu vício. Você vai sendo sugado pelos vícios, outrora carro e dinheiro, outrora drogas e sexo. Essa repetição efêmera, mas também exigente em qualquer lugar em que conviver, é como um buraco negro sugando seu corpo. Não necessariamente se acessa, mas se convive e conviver é admitir normalidade. A normalidade é o comum e nada disso deve ser comum. Nenhum deles, nenhum de todos. Os vícios, a corrupção da alma, vamos nos livrar disso. Vamos nos livrar de todo este peso e exigência, trabalhe, estude, se forme, se controle. Vamos se policiar de todo o mal, não exceda, não se machuque, se valorize. Forme-se humano e não um ser, um indivíduo. Não um homem de conduta. Se torne humanista, humano, animal, instintivo. Seja a vida.
14 agosto 2010
Quanto imperceptível ao faro, o olhar as vezes pode ser belo quando usado
E com um brilho de uma palavra,
constitui na liberdade o ser humano
e torna-se uno.
No desejo e ânsia contido em olhos,
despertos, desesperados!,
encontram-se as mais fáceis definições.
Palco de um teatro delinear,
e mesmo assim, confuso,
indefinido, certo e
definido, tudo ao mesmo tempo.
Para tudo tornar-se certo,
precisa-se acreditar que está no vago.
Ninguém admite sua situação,
mas mesmo assim quer melhorá-la.
É de tendência crer neste rumo.
Creiam e verão.
Enxerguem e perceberão.
Abram os olhos!
constitui na liberdade o ser humano
e torna-se uno.
No desejo e ânsia contido em olhos,
despertos, desesperados!,
encontram-se as mais fáceis definições.
Palco de um teatro delinear,
e mesmo assim, confuso,
indefinido, certo e
definido, tudo ao mesmo tempo.
Para tudo tornar-se certo,
precisa-se acreditar que está no vago.
Ninguém admite sua situação,
mas mesmo assim quer melhorá-la.
É de tendência crer neste rumo.
Creiam e verão.
Enxerguem e perceberão.
Abram os olhos!
30 julho 2010
Não quero mais olhos e ouvidos, a serotonina não supera minhas ideologias.
Não consigo imaginar certas coisas,
a liberdade frenética liberta
certas sensações e pensamentos.
Tudo muito rápido em excesso,
sem leituras simples, as vezes
vejo o mundo hedonismo.
Não há pessimismo, uma mera
e peculiar inocência escorrida
pelo canto da vida e do mundo.
É de belo as vezes encontra,
nada progride,
nessas horas que não sei o que sinto.
Tudo tão vago e fútil me torno,
em torno de músicas tão bobas
e tingidas de inocência falsa.
Começo a parar de pensar,
as coisas se complicam e se perdem
nesse mundo falho.
Sem breves ressalvas entre pessoas
sobre coisas que poderiam se
discutir.
Se ausentam de suas cabeças,
e seus olhos se tornam os únicos
orgãos de reconhecimento.
E o amor não é mais inocente.
E não é mais uma palavra
que você saiba reconhecer.
Tudo se perde aos poucos,
e você perdido no hedonismo
não consigo perceber...
Não consigo perceber.
E quando vejo, os olhares
tendenciosos, consigo entender.
Então vejo onde estou,
me ponho no lugar e tento
me recompor desse mundo.
É lindo e sujo. Desse
jeito você percebe porque
tantos se perdem nesse ambiente.
É difícil não gostar.
Delicioso é provar a vida
sem pensar em nada e só usar.
Experimentar, ganhar, risos,
nada a pensar, nada a entender,
nada a se realizar...
E sem realizações,
ninguém cresce e encolhe,
ervilhas surgem no lugar de cérebros.
Coitados. Coitado de mim.
Uma vez na Dinha, no
Rio Vermelho, ouvi um cara dizer:
"Se saia dessa galera viu, amigo,
você se destaca e salve-se.
Só tenho isso a lhe dizer: salve-se."
E foi embora com um sorriso
e desapontado com o que tinha visto.
Dormi com consciência pesada.
a liberdade frenética liberta
certas sensações e pensamentos.
Tudo muito rápido em excesso,
sem leituras simples, as vezes
vejo o mundo hedonismo.
Não há pessimismo, uma mera
e peculiar inocência escorrida
pelo canto da vida e do mundo.
É de belo as vezes encontra,
nada progride,
nessas horas que não sei o que sinto.
Tudo tão vago e fútil me torno,
em torno de músicas tão bobas
e tingidas de inocência falsa.
Começo a parar de pensar,
as coisas se complicam e se perdem
nesse mundo falho.
Sem breves ressalvas entre pessoas
sobre coisas que poderiam se
discutir.
Se ausentam de suas cabeças,
e seus olhos se tornam os únicos
orgãos de reconhecimento.
E o amor não é mais inocente.
E não é mais uma palavra
que você saiba reconhecer.
Tudo se perde aos poucos,
e você perdido no hedonismo
não consigo perceber...
Não consigo perceber.
E quando vejo, os olhares
tendenciosos, consigo entender.
Então vejo onde estou,
me ponho no lugar e tento
me recompor desse mundo.
É lindo e sujo. Desse
jeito você percebe porque
tantos se perdem nesse ambiente.
É difícil não gostar.
Delicioso é provar a vida
sem pensar em nada e só usar.
Experimentar, ganhar, risos,
nada a pensar, nada a entender,
nada a se realizar...
E sem realizações,
ninguém cresce e encolhe,
ervilhas surgem no lugar de cérebros.
Coitados. Coitado de mim.
Uma vez na Dinha, no
Rio Vermelho, ouvi um cara dizer:
"Se saia dessa galera viu, amigo,
você se destaca e salve-se.
Só tenho isso a lhe dizer: salve-se."
E foi embora com um sorriso
e desapontado com o que tinha visto.
Dormi com consciência pesada.
12 julho 2010
07 julho 2010
rubrica
é espesso.
é um brilho denso,
é a voz, é o som.
um vento quente contorna
meu corpo frio e sedento.
as velhas histórias velhas,
as mesmices amorosas.
e tão claro como sol é
de se perceber que no
mundo é todos nós em um.
tudo que queremos, são tão pouco,
num minuto são mandados longe,
em um minuto, ganhamos tudo.
tão pouco e tão valioso,
pequenos diamantes rolando
na ladeira a baixo e todos nós
correndo para pegar um deles.
os velhos chatos,
achando que suas vidas são
experiências e suas dicas,
mesmices de que todos
passam quinhentas vezes.
e aí nos tornamos velhos,
e não temos mais olhares
apaixonados e adrenalina
para isso.
e num recall, um feedback,
dores voltam, sempre voltam,
as feridas nunca cicatrizam,
mas acostumamos com a dor
adormecida.
pensamentos oriundos da
liberdade de escolha
quase limitada a sorte
e a emoção.
razão tão pouca,
frios são aqueles
que razão nenhuma respondeu
as suas frustrações emocionais.
e os belos, narcisistas
nuncamente negados,
inseguros por pensarem não serem
nada além disso.
olhares pelas ruas,
olhares entre duas pessoas,
o valor é tão mínimo
fora do padrão social.
e todos tristes e ao mesmo
tempo lutando por um
espaço na felicidade
entre os tristes.
ninguém se contenta, então,
todos enrolados em braços,
e carentes de uma emoção,
porque não sabem quando
sentirão isso novamente.
e percebem que nunca
saberão quando isso irá acontecer,
e vemos porque as pessoas
vivem sempre no medo:
a carência é uma arte maligna,
o carinho uma dormência do medo,
mas a insegurança é a doença sem cura.
e quando impessoais somos,
acontece pela emoção do contato
não chegar aos nossos corações.
frios sem corações,
só existem os sociopatas.
todos os outros,
são suas feitos pelas suas ondas de calor.
os pêlos se arrepiam,
os mundo gira, gira,
e sempre caímos.
somos paraquedistas.
e brilhamos, ofuscamos
em reflexo do sol,
um pontinho preto no meio das nuvens.
ah! se fosse tão pó,
tão sujo, se a vida fosse
feita de tópicos.
é o hedonismo mais vivo
que o prazer de viver.
tão louco.
e tudo tão incerto,
como sempre, a insegurança,
incurável percorrendo nossas veias.
alguns negam, outras não.
mas todos vivem com tais no peito.
mas assim segue-se, um
mundo evasivo e individualista,
como todos sabem.
e o sentido das coisas
se perdem mesmo tendo sentido,
porque tudo se torna relativo.
e quando tu percebe a sua
insignificância. ninguém
pode argumentar sobre sua importância
além de você mesmo.
porque a insignificância se descobre
quando alguém que tu acreditas
te dar valor, lhe menospreza.
e daí, suas defesas,
são indefesas, você se
defende do que você mesmo
está acreditando.
você tenta sair do que
você mesmo lhe colocou.
num lugar sutil, sombrio,
pouco pacato.
e não há, mesmo
além de você no mundo,
por que todos são
o mundo e você,
bem, só é você.
solidão sempre aparece
nas horas quando, não queremos ficar só.
e quando queremos ficar só,
ficamos só.
não há meio termo,
nem equilíbrio ou justiça.
as coisas são como são.
se eu não acredito assim,
viverei inconformado com a vida inteira.
não tem motivos para a existência das coisas.
ninguém sabe de onde vem nada.
nem você precisa saber,
você faz parte da criação,
e não do criador.
quem quer ou que coisa
é que seja que tenha
feito surgir tudo.
e se o resto faz parte do mundo,
você está só, em suas mágoas,
e seus nós na cabeça.
seu companheiro é o mundo, meu caro,
pernoite a vida e ganhe seu espaço.
é um brilho denso,
é a voz, é o som.
um vento quente contorna
meu corpo frio e sedento.
as velhas histórias velhas,
as mesmices amorosas.
e tão claro como sol é
de se perceber que no
mundo é todos nós em um.
tudo que queremos, são tão pouco,
num minuto são mandados longe,
em um minuto, ganhamos tudo.
tão pouco e tão valioso,
pequenos diamantes rolando
na ladeira a baixo e todos nós
correndo para pegar um deles.
os velhos chatos,
achando que suas vidas são
experiências e suas dicas,
mesmices de que todos
passam quinhentas vezes.
e aí nos tornamos velhos,
e não temos mais olhares
apaixonados e adrenalina
para isso.
e num recall, um feedback,
dores voltam, sempre voltam,
as feridas nunca cicatrizam,
mas acostumamos com a dor
adormecida.
pensamentos oriundos da
liberdade de escolha
quase limitada a sorte
e a emoção.
razão tão pouca,
frios são aqueles
que razão nenhuma respondeu
as suas frustrações emocionais.
e os belos, narcisistas
nuncamente negados,
inseguros por pensarem não serem
nada além disso.
olhares pelas ruas,
olhares entre duas pessoas,
o valor é tão mínimo
fora do padrão social.
e todos tristes e ao mesmo
tempo lutando por um
espaço na felicidade
entre os tristes.
ninguém se contenta, então,
todos enrolados em braços,
e carentes de uma emoção,
porque não sabem quando
sentirão isso novamente.
e percebem que nunca
saberão quando isso irá acontecer,
e vemos porque as pessoas
vivem sempre no medo:
a carência é uma arte maligna,
o carinho uma dormência do medo,
mas a insegurança é a doença sem cura.
e quando impessoais somos,
acontece pela emoção do contato
não chegar aos nossos corações.
frios sem corações,
só existem os sociopatas.
todos os outros,
são suas feitos pelas suas ondas de calor.
os pêlos se arrepiam,
os mundo gira, gira,
e sempre caímos.
somos paraquedistas.
e brilhamos, ofuscamos
em reflexo do sol,
um pontinho preto no meio das nuvens.
ah! se fosse tão pó,
tão sujo, se a vida fosse
feita de tópicos.
é o hedonismo mais vivo
que o prazer de viver.
tão louco.
e tudo tão incerto,
como sempre, a insegurança,
incurável percorrendo nossas veias.
alguns negam, outras não.
mas todos vivem com tais no peito.
mas assim segue-se, um
mundo evasivo e individualista,
como todos sabem.
e o sentido das coisas
se perdem mesmo tendo sentido,
porque tudo se torna relativo.
e quando tu percebe a sua
insignificância. ninguém
pode argumentar sobre sua importância
além de você mesmo.
porque a insignificância se descobre
quando alguém que tu acreditas
te dar valor, lhe menospreza.
e daí, suas defesas,
são indefesas, você se
defende do que você mesmo
está acreditando.
você tenta sair do que
você mesmo lhe colocou.
num lugar sutil, sombrio,
pouco pacato.
e não há, mesmo
além de você no mundo,
por que todos são
o mundo e você,
bem, só é você.
solidão sempre aparece
nas horas quando, não queremos ficar só.
e quando queremos ficar só,
ficamos só.
não há meio termo,
nem equilíbrio ou justiça.
as coisas são como são.
se eu não acredito assim,
viverei inconformado com a vida inteira.
não tem motivos para a existência das coisas.
ninguém sabe de onde vem nada.
nem você precisa saber,
você faz parte da criação,
e não do criador.
quem quer ou que coisa
é que seja que tenha
feito surgir tudo.
e se o resto faz parte do mundo,
você está só, em suas mágoas,
e seus nós na cabeça.
seu companheiro é o mundo, meu caro,
pernoite a vida e ganhe seu espaço.
02 julho 2010
e é absorvido de forma excessiva, complexada, puxado para o fundo, abaixo, sem conseguir se conter, o mundo lhe dilui, você some, tudo some, apenas músicas, nenhuma voz, apenas sonetos, apenas barulhos, sons que formam alguma coisa a mais, destruição, decepção, se corrói aos poucos com o passado e isso vai lhe destruindo. vai lhe fazendo aos poucos mais homem e mais destrutivo, mais fumante, a beber mais, ou a querer se embebedar. se desleixa mais, perde o controle, se vê no que realmente está acontecendo, se cansa, se cansa, se perde. e aos poucos o passado e tudo que lhe aconteceu vai lhe tornando alguma sombra vazia e vai se destituindo aos poucos dos pedaços de sua alma, ela vai sendo solta, vai saindo, vai se sobressaindo, até sobrar alguns poucos pedaços ou ficar constituída de enormes buracos vazios sem fundo. o mundo todo se torna pouco, ou até mesmo desinteressante, só lhe prestam restos, começa a aceitar apenas restos, não se dá ao luxo de tentar querer algo a mais. e tudo vai se tornando pouco, velho, pobre, tedioso. nada mais parece ter sentido, escrever, olhar as pessoas, apreciar, elogiar, se degustar. a vida não parece mais ser vida, as cores se tornam apenas três: cinza, branco, preto. tudo é triste e melancólico. tudo é sujo, maldoso e destruidor. não tem mais porquês, nem querers, apenas fazers. só age indolentemente, inconscientemente, como um vivo já morto. os olhos deixam de ter brilho e o exagero. bem o exagero está aqui.
28 junho 2010
e nas mais leves brisas
o mar se encontra revoltado,
as ondas balançam,
nada fica parado e
por um momento só,
tudo por um único momento,
mudam-se as coisas,
reviram-se as voltas
que o mundo dá,
deixando tudo de
cabeça para baixo.
um vento só, um vento só,
o assobio passando ao ouvido
um assobio feito,
o corpo dá um nó,
estou com um frio,
vamos nos esquentar,
vamos nos aquecer.
o mar se encontra revoltado,
as ondas balançam,
nada fica parado e
por um momento só,
tudo por um único momento,
mudam-se as coisas,
reviram-se as voltas
que o mundo dá,
deixando tudo de
cabeça para baixo.
um vento só, um vento só,
o assobio passando ao ouvido
um assobio feito,
o corpo dá um nó,
estou com um frio,
vamos nos esquentar,
vamos nos aquecer.
21 junho 2010
corra. os passos iam batendo e cada som surdo ecoava por todo meu corpo. meu cansaço me afastava de meu objetivo e eu continuava correr, corra. eu queria alcançar, eu precisava sair de onde eu estava e ir em frente. o mundo é todo torto e eu sou ereto. eu corria e não parava, o suor escorria pelo rosto e pingava pelo queixo. cansaço, ofegava e continuava, repetidamente, não me esquecia de meu objetivo, corria. os pés batiam, paf, paf, paf, paf, rapidamente, seguidamente, quase uma hipnose. já ouvia o som das ondas batendo nas pedras, corria perto do mar e tudo fazia o maior sentido, estava chegando perto da linha de chegada, corria mais rápido e apressei mais ainda a minha corrida, correndo. corri. corri como nunca e meu peito doía e eu sentia falta de ar e o barulho do vento e a água batendo nas pedras e falta segundos pra linha de chega e eu cheguei. quando passei dela e consegui pular. saltei do despenhadeiro.
18 junho 2010
ao mar, marinheiro
algumas coisas simplesmente dão voltas. parecem se repetir e continuar aparecendo, situações, aquelas mesmas que você acaba achando que cometeu os mesmos erros; pessoas que, de alguma forma, se parecem com aquela anterior, e tudo vai seguindo. não entende e quando percebe, não vê a diferença, um deja vú.
são situações estranhas e parecem as vezes estúpidas no sentido de aparecer tão repetidamente mesmo havendo uma chance ridícula de que aconteça novamente. são breves, são como velhos, são estranhos.
o navio afunda-se de tamanha lentidão que você perde a ansiedade de morte e simplesmente caminha-se em sua direção sem entender o sentido, a cor, o cheiro... e as coisas vão se perdendo com a água que alcança seus pés no cubículo que você se encontra preso, sem poder sair com a porta trancada. e ouve os gritos das pessoas lá em cima e quando olha para baixo a água chega ao seus joelhos e você sente por um momento que já está perto a sua ida e você se arrepia. os olhos esbugalham. a injeção de adrenalina no corpo. as mãos tremendo sem controle. chega a cintura. você agarra-se a algo e espera chegar, aos poucos, passando o abdómen, o toráx, chegando ao pescoço. um ultimo pensamento, um ultimo suspiro e uma boca procurando encontrar o máximo de folêgo. e água.
são situações estranhas e parecem as vezes estúpidas no sentido de aparecer tão repetidamente mesmo havendo uma chance ridícula de que aconteça novamente. são breves, são como velhos, são estranhos.
o navio afunda-se de tamanha lentidão que você perde a ansiedade de morte e simplesmente caminha-se em sua direção sem entender o sentido, a cor, o cheiro... e as coisas vão se perdendo com a água que alcança seus pés no cubículo que você se encontra preso, sem poder sair com a porta trancada. e ouve os gritos das pessoas lá em cima e quando olha para baixo a água chega ao seus joelhos e você sente por um momento que já está perto a sua ida e você se arrepia. os olhos esbugalham. a injeção de adrenalina no corpo. as mãos tremendo sem controle. chega a cintura. você agarra-se a algo e espera chegar, aos poucos, passando o abdómen, o toráx, chegando ao pescoço. um ultimo pensamento, um ultimo suspiro e uma boca procurando encontrar o máximo de folêgo. e água.
17 junho 2010
é numa bela noite que as vezes tudo se transforma. um pouco de delicadeza as vezes pode acabar tornando tudo mais bonito. a selvageria pode colocar tudo ao mais exótico. são pequenas doses de atitudes diversas, sem o medo do arrependimento e o pensamento do amanhã, com que poderia transformar momentos para que sejam maravilhosos. é necessário pensar de forma mediana e agir de forma incisiva, sempre procurando viver bem e a dose alcançando um limite. viver bem e no limite. tudo pode ser, na medida certa. basta ser. relaxe, feche os olhos e sinta-se a vontade.
15 junho 2010
as coisas as vezes não duram mais do que uma semana. não vejo muito propósito nisso, nem porque esta cronologia, mas periodicamente se restringem dessa forma. vamos agora então, ao esquecimento. e isso dura muito mais do que uma semana. quando se é alegria, durasse uma semana e naquele domingo, você já lembra desanimado. mas sempre, sempre uma semana.
Reação
em mim,
bem comum
e despercebido.
estou sumindo,
aos poucos,
e não sei
de onde vem isso.
procuro em meus olhos,
nos espelhos,
a vivaz que deveria
haver.
não tenho ódio,
nem rancor.
não me encanto,
nem há amor.
apenas seguir,
em vazio
e por fim,
se libertar.
bem comum
e despercebido.
estou sumindo,
aos poucos,
e não sei
de onde vem isso.
procuro em meus olhos,
nos espelhos,
a vivaz que deveria
haver.
não tenho ódio,
nem rancor.
não me encanto,
nem há amor.
apenas seguir,
em vazio
e por fim,
se libertar.
13 junho 2010
Uma velha e safada experiência
é num desleixo próximo
e tudo progride
de forma sucinta.
é, sem tu, és,
e é melhor crer,
deixa passar.
é uma beleza fétida,
todos querem,
apreciam e naquele momento não me perco.
é, eu sei onde todos estão,
consigo me entender,
vendo tudo que não entendo.
mas ao estar só, como ei
de me identificar?
é necessário conviver
para saber diferenciar
e analisar suas escolhas.
péssimo.
tudo vai se criando,
até a solidão por
motivos de convivência.
uma velha e safada experiência.
e tudo progride
de forma sucinta.
é, sem tu, és,
e é melhor crer,
deixa passar.
é uma beleza fétida,
todos querem,
apreciam e naquele momento não me perco.
é, eu sei onde todos estão,
consigo me entender,
vendo tudo que não entendo.
mas ao estar só, como ei
de me identificar?
é necessário conviver
para saber diferenciar
e analisar suas escolhas.
péssimo.
tudo vai se criando,
até a solidão por
motivos de convivência.
uma velha e safada experiência.
11 junho 2010
Mata
em torno de mim,
não vejo muito o que há.
é áspero respirar
naquele lugar.
por mim, nada teria
acontecido como
aconteceu.
as pessoas não
querem ouvir as versões,
apenas sentar e
lamentar.
é triste imaginar
que de alguma forma,
nada que foi feito
ao fato que está dito,
tenha tido sentido.
sentido nenhum
deveria ter naquele ponto.
deveriam todos,
enxergar que naquele momento
não era pra estar assim.
todos deveriam ser solidários,
generosos e com compaixão,
mas seus roteiros
não lhe explicavam o que era
ser assim.
então, olhei-os
examinei-vos e nas
minhas teorias brevemente
falsas e sempre erroneas,
fico retroativo,
guardado a mim.
aguardando o fim.
não vejo muito o que há.
é áspero respirar
naquele lugar.
por mim, nada teria
acontecido como
aconteceu.
as pessoas não
querem ouvir as versões,
apenas sentar e
lamentar.
é triste imaginar
que de alguma forma,
nada que foi feito
ao fato que está dito,
tenha tido sentido.
sentido nenhum
deveria ter naquele ponto.
deveriam todos,
enxergar que naquele momento
não era pra estar assim.
todos deveriam ser solidários,
generosos e com compaixão,
mas seus roteiros
não lhe explicavam o que era
ser assim.
então, olhei-os
examinei-vos e nas
minhas teorias brevemente
falsas e sempre erroneas,
fico retroativo,
guardado a mim.
aguardando o fim.
10 junho 2010
na briga na rua,
ferozmente eu procuro,
tento as vezes,
é difícil.
a tentação do esquecimento,
sozinho penumbro a noite,
caminho sonolente preso ao rosto.
olho ao redor,
nada demais aos demais
que se encontram
naquele lugar.
por feitos, dias,
almejo em crer
na livre espontanea
de todos que querem
viver, viver, viver
viver, viver, viver.
ah, vivem,
pelo menos,
é o que eles acreditam.
ferozmente eu procuro,
tento as vezes,
é difícil.
a tentação do esquecimento,
sozinho penumbro a noite,
caminho sonolente preso ao rosto.
olho ao redor,
nada demais aos demais
que se encontram
naquele lugar.
por feitos, dias,
almejo em crer
na livre espontanea
de todos que querem
viver, viver, viver
viver, viver, viver.
ah, vivem,
pelo menos,
é o que eles acreditam.
27 maio 2010
Algumas boas lembranças,
algumas ótimas, alias,
e tanto faz, tanto faz,
deixando tudo para trás,
até aquelas más lembranças,
me trazendo paz.
muito bem, almejar o bem aos outros,
me sinto melhor comigo mesmo
e posso desejar o bem com gosto,
querer mais um pouco,
pedir mais um pouco.
é bom se sentir em paz,
acreditar na fidelidade das pessoas,
e esquecer a malefícios que permeia
em certos lugares.
em certos seres.
é só pensar nesse descarregamento
me sinto em paz.
caminharei lembrando disso,
lembrando por bastante tempo.
algumas ótimas, alias,
e tanto faz, tanto faz,
deixando tudo para trás,
até aquelas más lembranças,
me trazendo paz.
muito bem, almejar o bem aos outros,
me sinto melhor comigo mesmo
e posso desejar o bem com gosto,
querer mais um pouco,
pedir mais um pouco.
é bom se sentir em paz,
acreditar na fidelidade das pessoas,
e esquecer a malefícios que permeia
em certos lugares.
em certos seres.
é só pensar nesse descarregamento
me sinto em paz.
caminharei lembrando disso,
lembrando por bastante tempo.
26 maio 2010
feliz
hoje uma pessoa me deu um presente: tive um momento de paz enorme.
tinha me esquecido como era bom. paz.
obrigado!
minha alma eleva ao céu de leveza.
quero hoje uma maravilhosa noite de sono.
boa noite.
tinha me esquecido como era bom. paz.
obrigado!
minha alma eleva ao céu de leveza.
quero hoje uma maravilhosa noite de sono.
boa noite.
22 maio 2010
Cigarro
Cigarro - Zeca Baleiro
A solidão é meu cigarro
Não sei de nada e não sou de ninguém
Eu entro no meu carro e corro
Corro demais só pra te ver meu bem
Um vinho, um travo amargo e morro
Eu sigo só porque é o que me convém
Minha canção é meu socorro
Se o mar virar sertão, o que é que tem?
Dias vão, dias vem, uns em vão, outros nem...
Quem saberá a cura do meu coração senão eu?
Não creio em santos e poetas
Perguntei tanto e ninguém nunca respondeu
Melhor é dar razão a quem perdoa
Melhor é dar perdão a quem perdeu
O amor é pedra no abismo
A meio passo entre o mal e o bem
Com meus botões a noite cismo
Pra que os trilhos, se não passa o trem?
Os mortos sabem mais que os vivos
Sabem o gosto que a morte tem
Pra rir tem todos os motivos
Os seus segredos vão contar a quem?
Dias vão, dias vem, uns em vão, outros nem
Quem saberá a cura do meu coração senão eu?
Não creio em santos e poetas
Perguntei tanto e ninguém nunca respondeu
Melhor é dar razão a quem perdoa
Melhor é dar perdão a quem perdeu.
A solidão é meu cigarro
Não sei de nada e não sou de ninguém
Eu entro no meu carro e corro
Corro demais só pra te ver meu bem
Um vinho, um travo amargo e morro
Eu sigo só porque é o que me convém
Minha canção é meu socorro
Se o mar virar sertão, o que é que tem?
Dias vão, dias vem, uns em vão, outros nem...
Quem saberá a cura do meu coração senão eu?
Não creio em santos e poetas
Perguntei tanto e ninguém nunca respondeu
Melhor é dar razão a quem perdoa
Melhor é dar perdão a quem perdeu
O amor é pedra no abismo
A meio passo entre o mal e o bem
Com meus botões a noite cismo
Pra que os trilhos, se não passa o trem?
Os mortos sabem mais que os vivos
Sabem o gosto que a morte tem
Pra rir tem todos os motivos
Os seus segredos vão contar a quem?
Dias vão, dias vem, uns em vão, outros nem
Quem saberá a cura do meu coração senão eu?
Não creio em santos e poetas
Perguntei tanto e ninguém nunca respondeu
Melhor é dar razão a quem perdoa
Melhor é dar perdão a quem perdeu.
19 maio 2010
17 maio 2010
por uma simples fantasia vou me colocando em um buraco infernal, as teorias vão se aplicando, as realidades vão se formando e aos poucos me deformando caindo ao mesmo erro, tentando sair, sair, não consigo, minha ideia de não deixar as coisas acontecerem me enlouquece, tem que aprender a deixar fluir, tem que deixar ir, vai embora, vai, pode ir, me deixa em paz.
vou entrando em colapso, colapso, colapso, vou ficando perdido por um caminho destruído, vou procurando me encontrar, aos poucos, muito drama, muito drama, tudo tem que acabar agora, as coisas tem acabar e elas não devem existir dessa forma.
vamos esquecendo toda essa mirabolante história, acorde deste momento metódico, encontre seu exemplar de pessoas, desconstrua, relaxe, relaxe, relaxe.
tudo isso é simples.
é simples.
simples.
sim.
vou entrando em colapso, colapso, colapso, vou ficando perdido por um caminho destruído, vou procurando me encontrar, aos poucos, muito drama, muito drama, tudo tem que acabar agora, as coisas tem acabar e elas não devem existir dessa forma.
vamos esquecendo toda essa mirabolante história, acorde deste momento metódico, encontre seu exemplar de pessoas, desconstrua, relaxe, relaxe, relaxe.
tudo isso é simples.
é simples.
simples.
sim.
15 maio 2010
Ninguém precisa saber, vale constar.
Sondagem de um mundo,
Indigente, talvez fosse,
Nocivo à quem percebesse
Totalmente a história
Oriunda dessa poesia.
Saberia que nem frutas
Uvas, morango, passas,
Almegaria o que procuro dizer.
Faz sentindo nenhum escrever
Algo com tanta sinceridade.
Logo que o que está nesse poema,
Tão simples é de fato de se
Achar nesse lugar.
Também vale lembrar,
Ás vezes o mundo não vai te ajudar,
Ligeiramente perderá o que tem,
Impondo o que você não gostaria
Assim, procure encontrar na vertical da vida o que quero lhe mostrar.
Indigente, talvez fosse,
Nocivo à quem percebesse
Totalmente a história
Oriunda dessa poesia.
Saberia que nem frutas
Uvas, morango, passas,
Almegaria o que procuro dizer.
Faz sentindo nenhum escrever
Algo com tanta sinceridade.
Logo que o que está nesse poema,
Tão simples é de fato de se
Achar nesse lugar.
Também vale lembrar,
Ás vezes o mundo não vai te ajudar,
Ligeiramente perderá o que tem,
Impondo o que você não gostaria
Assim, procure encontrar na vertical da vida o que quero lhe mostrar.
13 maio 2010
e por uma faísca,
a chama que foi se acendendo,
a luz da porta se abrindo,
por um momento repentino,
um só,
um só,
um só.
não consegui.
escolhi o meu caminho já faz tempo,
e eu o percorro ao relento, sozinho,
destemido e na esperança de uma faísca,
que tire esse gemido do meu coração.
que me faça aparecer uma faísca,
uma pá para juntar os cacos de minha alma.
e por todo este tempo aprendo que nunca ficamos sozinhos.
é a compainha que nós temos que nos mata:
a esperança nos ameaça muitos vezes...
e muitas vezes queremos um ponto no céu.
as vezes, queremos olhar para as estrelas,
até que uma outra caia no seu lugar.
mas as estrelas não caém do céu, bobo.
e por muito tempo irei estar nesse caminho,
parece tão belo, por favor, não me deixe tão sozinho.
encontrarei um grupo, um parceiro,
um animal, uma bola de vôlei com nome wilson.
não me deixe percorrer este caminho
tão bonito mas tão sozinho.
quero dividir meus cacos.
cacos de alma que nunca foram juntados.
preciso de uma pá.
será que devo enterrá-los?
será que devo...
meu coração ainda geme.
a dor aumenta, preciso me sentar.
vamos parar de caminhar por um momento.
caminho, me aguarde,
voltarei... só me dê um tempo.
a chama que foi se acendendo,
a luz da porta se abrindo,
por um momento repentino,
um só,
um só,
um só.
não consegui.
escolhi o meu caminho já faz tempo,
e eu o percorro ao relento, sozinho,
destemido e na esperança de uma faísca,
que tire esse gemido do meu coração.
que me faça aparecer uma faísca,
uma pá para juntar os cacos de minha alma.
e por todo este tempo aprendo que nunca ficamos sozinhos.
é a compainha que nós temos que nos mata:
a esperança nos ameaça muitos vezes...
e muitas vezes queremos um ponto no céu.
as vezes, queremos olhar para as estrelas,
até que uma outra caia no seu lugar.
mas as estrelas não caém do céu, bobo.
e por muito tempo irei estar nesse caminho,
parece tão belo, por favor, não me deixe tão sozinho.
encontrarei um grupo, um parceiro,
um animal, uma bola de vôlei com nome wilson.
não me deixe percorrer este caminho
tão bonito mas tão sozinho.
quero dividir meus cacos.
cacos de alma que nunca foram juntados.
preciso de uma pá.
será que devo enterrá-los?
será que devo...
meu coração ainda geme.
a dor aumenta, preciso me sentar.
vamos parar de caminhar por um momento.
caminho, me aguarde,
voltarei... só me dê um tempo.
12 maio 2010
Em um nó só,
algumas palavras no tempo verbal errado,
podem nos trazer consequências graves gramaticais.
O velho pensamento,
daquela esperança jogada ao vento,
e por mais que você procure é melhor ficar calado.
Não se pode,
Se deve esquecer do tempo,
Pois contar minutos te deixa propenso ao erro.
Não queira levar,
Nem peça pra levarem,
mas se levem juntos e fique calado.
Eu queria poder ser uma planta,
mas não sei fazer fotossíntese.
Então... eu só posso ficar calado.
algumas palavras no tempo verbal errado,
podem nos trazer consequências graves gramaticais.
O velho pensamento,
daquela esperança jogada ao vento,
e por mais que você procure é melhor ficar calado.
Não se pode,
Se deve esquecer do tempo,
Pois contar minutos te deixa propenso ao erro.
Não queira levar,
Nem peça pra levarem,
mas se levem juntos e fique calado.
Eu queria poder ser uma planta,
mas não sei fazer fotossíntese.
Então... eu só posso ficar calado.
10 maio 2010
08 maio 2010
Hum...
hum, que cheiro bom...
delicio-me, e que belo som
aos meus ouvidos que me fazem querer
sempre um pouquinho mais.
que sorrrisos lindos,
que vejo em mim, e meu peito a suspirar
por este momento sagrado que devo guardar.
quero um cheiro bom, e
ouvindo um som com peito aberto
fico desperto...
só nao vale acordar, só nao vale acordar.
delicio-me, e que belo som
aos meus ouvidos que me fazem querer
sempre um pouquinho mais.
que sorrrisos lindos,
que vejo em mim, e meu peito a suspirar
por este momento sagrado que devo guardar.
quero um cheiro bom, e
ouvindo um som com peito aberto
fico desperto...
só nao vale acordar, só nao vale acordar.
06 maio 2010
Sentado na varanda
Por que não um nascer do sol?
Um belo sol, ao nascer do horizonte,
Alguns sorrisos, esperanças,
olhos que eu olhava bem diante.
Um nascer bem devagar, nas 4h30 da manhã,
O sol que vem a brilhar e clarear
de forma bem bela e lenta o meu rosto,
o sol de cor forte amarelo fazendo céu
virar de azul para roxo.
E de roxo para azul claro.
Uma paisagem bonita do mar,
na varanda de minha casa,
O sol, o mar, o reflexo,
Uma vontade de querer...
Mas eu não posso falar,
tão dito é esperado que,
bisbilhotam e procuram achar.
Não posso, não posso.
Vamos esperar um sol nascer.
Um belo sol, ao nascer do horizonte,
Alguns sorrisos, esperanças,
olhos que eu olhava bem diante.
Um nascer bem devagar, nas 4h30 da manhã,
O sol que vem a brilhar e clarear
de forma bem bela e lenta o meu rosto,
o sol de cor forte amarelo fazendo céu
virar de azul para roxo.
E de roxo para azul claro.
Uma paisagem bonita do mar,
na varanda de minha casa,
O sol, o mar, o reflexo,
Uma vontade de querer...
Mas eu não posso falar,
tão dito é esperado que,
bisbilhotam e procuram achar.
Não posso, não posso.
Vamos esperar um sol nascer.
27 abril 2010
555-6666, pra ter sorte.
- És capião, ministro da terra.
- Ói homem, vê se presta pra alguma coisa.
- Se perceber o que há além de sua vaidade, entenderá a mais verdadeira verdade do seu coração.
- Mas que porra você tá falando aí, irmão?
- E quando tudo cair e te largarem de ante mão, você sentirá o resultado de uma pessoa que não consegue expressar a emoção do amor.
- Oxe, misera, acorda pra vida que não quero falar disso não, pô!
- E aí, com uma semente plantada na terra, eu brotarei o sentimento de força e de união de sua alma ao seu coração.
- Tá certo, saquei, tu tá me passando um trote, né? Hahaha, muito engraçado.
- Tu tu tu tu tu...
- Alô?
- Ói homem, vê se presta pra alguma coisa.
- Se perceber o que há além de sua vaidade, entenderá a mais verdadeira verdade do seu coração.
- Mas que porra você tá falando aí, irmão?
- E quando tudo cair e te largarem de ante mão, você sentirá o resultado de uma pessoa que não consegue expressar a emoção do amor.
- Oxe, misera, acorda pra vida que não quero falar disso não, pô!
- E aí, com uma semente plantada na terra, eu brotarei o sentimento de força e de união de sua alma ao seu coração.
- Tá certo, saquei, tu tá me passando um trote, né? Hahaha, muito engraçado.
- Tu tu tu tu tu...
- Alô?
24 abril 2010
é seu destino singelo.
não há beleza em destino.
é sua procura no incerto.
não momento oportuno.
é seu pedido negado,
é o brilho dos olhos sendo apagado,
e o valor de um beijo
se reduzir a um vulto.
me diminuo no ato,
e com poucas palavras,
me abro de fato,
como uma flor ao sol.
e vou pedindo um abraço,
vindo de meus braços
o único consolo no meu espaço.
sozinho, calado... fardado.
uma farda vestida,
um fardo erguido,
uma vida desvencilhada
que me faz tornar um caco.
meus pedaços mínimos,
são jogados ao vento
e num determinado tempo
crio um empecilho.
não me deixo levar,
até o momento que vem
alguém me falar,
oi, venha desabafar.
sou um pequeno pedaço,
sou um mini gente no espaço,
na insignificância do ser
existente de todo universo.
II
quero um maço,
compro na banca,
não largo a mão,
é meu companheiro.
vou perdido na rua,
perdido no barco do mar,
em qualquer lugar que me vejo,
não sei porque estou lá.
esperança no ombro,
mosquito irritante no braço,
um tapa pra que vá embora,
me deixe fumar meu cigarro.
são pés fundos,
de um homem destinado
ao sofrimento mais profundo
que já foi criado.
Deus maldito cavalheiro,
não quer me desviar do meu ato
de agir como um palhaço,
menino bobo, faz rir o povo
mas não consegue tirar uma
risada de seu próprio rosto.
III
querido amigo,
nos mais próximos meses,
eu não entrarei mais em contato.
tenho vindo de pensamentos
diabólicos e maltratados
pela vida na qual me incluo.
as sombras da noite,
são companheiras no meu
solitário corpo escuro.
vazio e oco,
finjo ser assim,
pois amor não é.
IV
me beba.
não há beleza em destino.
é sua procura no incerto.
não momento oportuno.
é seu pedido negado,
é o brilho dos olhos sendo apagado,
e o valor de um beijo
se reduzir a um vulto.
me diminuo no ato,
e com poucas palavras,
me abro de fato,
como uma flor ao sol.
e vou pedindo um abraço,
vindo de meus braços
o único consolo no meu espaço.
sozinho, calado... fardado.
uma farda vestida,
um fardo erguido,
uma vida desvencilhada
que me faz tornar um caco.
meus pedaços mínimos,
são jogados ao vento
e num determinado tempo
crio um empecilho.
não me deixo levar,
até o momento que vem
alguém me falar,
oi, venha desabafar.
sou um pequeno pedaço,
sou um mini gente no espaço,
na insignificância do ser
existente de todo universo.
II
quero um maço,
compro na banca,
não largo a mão,
é meu companheiro.
vou perdido na rua,
perdido no barco do mar,
em qualquer lugar que me vejo,
não sei porque estou lá.
esperança no ombro,
mosquito irritante no braço,
um tapa pra que vá embora,
me deixe fumar meu cigarro.
são pés fundos,
de um homem destinado
ao sofrimento mais profundo
que já foi criado.
Deus maldito cavalheiro,
não quer me desviar do meu ato
de agir como um palhaço,
menino bobo, faz rir o povo
mas não consegue tirar uma
risada de seu próprio rosto.
III
querido amigo,
nos mais próximos meses,
eu não entrarei mais em contato.
tenho vindo de pensamentos
diabólicos e maltratados
pela vida na qual me incluo.
as sombras da noite,
são companheiras no meu
solitário corpo escuro.
vazio e oco,
finjo ser assim,
pois amor não é.
IV
me beba.
Flor
É, flor.
Em meu jardim, belo,
Cuidei-te com carinho.
Não tire as outras mudas,
Não queira ser a flor mais bela
pelas outras flores.
Sim, flor,
Reguei-a com amor, não apaixonante,
mas cuidado em querer amar ao brotar-se.
Mas, flor,
Ao plantar sua semente e brotar,
Não queira ultrapassar meu jardim.
Pois, flor,
Ele é meu jardim,
E só eu toco nele.
É onde teve minha jasmin,
Minha orquídeas e você, flor
Não pode ter ele pra ti.
Você pode me ter pra ti,
Cuidarei, regarei e a tratarei
Como a mais bela flor dali.
No entanto, querendo ser a única flor,
não terá flor alguma sua ali,
Pois meu jardim é meu jardim
Cuido eu dele,
Cuido de meu coração para mim.
Em meu jardim, belo,
Cuidei-te com carinho.
Não tire as outras mudas,
Não queira ser a flor mais bela
pelas outras flores.
Sim, flor,
Reguei-a com amor, não apaixonante,
mas cuidado em querer amar ao brotar-se.
Mas, flor,
Ao plantar sua semente e brotar,
Não queira ultrapassar meu jardim.
Pois, flor,
Ele é meu jardim,
E só eu toco nele.
É onde teve minha jasmin,
Minha orquídeas e você, flor
Não pode ter ele pra ti.
Você pode me ter pra ti,
Cuidarei, regarei e a tratarei
Como a mais bela flor dali.
No entanto, querendo ser a única flor,
não terá flor alguma sua ali,
Pois meu jardim é meu jardim
Cuido eu dele,
Cuido de meu coração para mim.
22 abril 2010
Creia
As vezes procuramos tudo ao mesmo tempo. Nos perdemos em porque não sabemos qual caminho tomar para alcançar o que queremos conseguir. Tão espaçosa que a vida é nos deixa com mil escolhas e assim nos tornamos pessoas beligerantes com nossas consciências. A crise existencial que fica lá, guardada dentro de todos nós e adormecida para que quando tudo desmorona ela apareça procurando conferir o fato de que no fundo, não sentido em nada e não somos coisa alguma.
Mas nos esforçamos.
E como seres humanos procuramos reviver de forma sentimental e juvenescer de forma fisiológica e viver de maneira única. Ter o prazer de nos sentirmos bem pelo que tivemos feito até então. A satisfação. Olhamos ao redor e vemos em um mundo de guerras coisas boas e alguns estão no meio de um campo florido comendo um banquete com a família e sente-se mal e enxerga as guerras que ocorrem no mundo. O primeiro se torna artista e o segundo se torna missionário.
Cada um com um papel.
O papel que nunca descobrimos qual é e se formos pensar, fazemos vários papéis e participamos da vida de muitas pessoas sendo nós uma única vida. E mesmo nada tendo sentido e nada sendo grandioso, nos sentimos grandiosos por conceder momentos bons para estas pessoas. Os homens grandiosos são os que fizeram pelo mundo e as pessoas grandiosas são as que fizeram o bem para as pessoas.
E vem também o amor que é profetizado em todos os seres vivos por toda a história. Aquela inexplicavél sensação que não há sensação que se compare. E então alguns, aventureiros, eternamente procuram saber a função disso. Seu resultado. O objetivo. De onde isto vem. Pra que isto vem. Mas como o resto do mundo, nada faz sentido ao menos que nós demos sentido a elas. Todo o sentido de tudo é pelo que nós damos, já que sentido nenhum faz aos outros.
Das guerras até os milagres, tudo é o que nós damos sentido. Acreditamos e a fé no que essas coisas tem de valor é o que nos faz dar sentido a nossa vida. O sentido da nossa vida é o sentido que estamos dando as coisas.
Daremos sentido a vida que nós vemos para dar sentido a nós mesmos, então.
Mas nos esforçamos.
E como seres humanos procuramos reviver de forma sentimental e juvenescer de forma fisiológica e viver de maneira única. Ter o prazer de nos sentirmos bem pelo que tivemos feito até então. A satisfação. Olhamos ao redor e vemos em um mundo de guerras coisas boas e alguns estão no meio de um campo florido comendo um banquete com a família e sente-se mal e enxerga as guerras que ocorrem no mundo. O primeiro se torna artista e o segundo se torna missionário.
Cada um com um papel.
O papel que nunca descobrimos qual é e se formos pensar, fazemos vários papéis e participamos da vida de muitas pessoas sendo nós uma única vida. E mesmo nada tendo sentido e nada sendo grandioso, nos sentimos grandiosos por conceder momentos bons para estas pessoas. Os homens grandiosos são os que fizeram pelo mundo e as pessoas grandiosas são as que fizeram o bem para as pessoas.
E vem também o amor que é profetizado em todos os seres vivos por toda a história. Aquela inexplicavél sensação que não há sensação que se compare. E então alguns, aventureiros, eternamente procuram saber a função disso. Seu resultado. O objetivo. De onde isto vem. Pra que isto vem. Mas como o resto do mundo, nada faz sentido ao menos que nós demos sentido a elas. Todo o sentido de tudo é pelo que nós damos, já que sentido nenhum faz aos outros.
Das guerras até os milagres, tudo é o que nós damos sentido. Acreditamos e a fé no que essas coisas tem de valor é o que nos faz dar sentido a nossa vida. O sentido da nossa vida é o sentido que estamos dando as coisas.
Daremos sentido a vida que nós vemos para dar sentido a nós mesmos, então.
A observação posterior do paciente falecido após anos de acompanhamento de número um, sete, quatro, oito e cinco
Conferenciado de um transtorno bipolar psicodélico caracterizado pela falta de senso de organização social comum acontecido no momento oportuno.
Detetizada anteriormente e posteriomente a organizações sociais e tentativas falhas de probabilidades de construção de relacionamentos inacabos pelo transtorno esquizofrênico.
O pensamento excessivo e analista, detalhista estabelece um maior numero de conexões neurais trasmitadas pelos nervos do cérebro causando impacto e algumas panes.
Paradas momentâneas e esquecimento involuntário, além da raiva regurgitada na voz, boca e expressada pelos movimentos violentos do corpo demonstram o excesso de impulsos nervosos do cérebro.
A baixa estima exageradamente depressiva acumulativa e não auxiliadora na construção de relações incorpora em suas ações pertubadoras para sociedade.
O surgimento da exclusão posteriormente concentrada em seu domílicio e sua focalização de seus sentimentos para imagens, sons e palavras acabam tornando inacabadamente incompleto.
Por fim definha-se em cama após perfeita saúde proprícia da genética dos que nascem nessa situação de transtorno bipolar psicodélico esquizofrênico.
Detetizada anteriormente e posteriomente a organizações sociais e tentativas falhas de probabilidades de construção de relacionamentos inacabos pelo transtorno esquizofrênico.
O pensamento excessivo e analista, detalhista estabelece um maior numero de conexões neurais trasmitadas pelos nervos do cérebro causando impacto e algumas panes.
Paradas momentâneas e esquecimento involuntário, além da raiva regurgitada na voz, boca e expressada pelos movimentos violentos do corpo demonstram o excesso de impulsos nervosos do cérebro.
A baixa estima exageradamente depressiva acumulativa e não auxiliadora na construção de relações incorpora em suas ações pertubadoras para sociedade.
O surgimento da exclusão posteriormente concentrada em seu domílicio e sua focalização de seus sentimentos para imagens, sons e palavras acabam tornando inacabadamente incompleto.
Por fim definha-se em cama após perfeita saúde proprícia da genética dos que nascem nessa situação de transtorno bipolar psicodélico esquizofrênico.
18 abril 2010
505
Artcic Monkeys - 505
I'm going back to 505,
If its a 7 hour flight or a 45 minute drive,
In my imagination you're waiting lying on your side,
With your hands between your thighs,
Stop and wait a sec,
Oh when you look at me like that my darling,
What did you expect,
I probably still adore you with you hand around my neck,
Or I did last time I checked,
Not shy of a spark,
A knife twists at the thought that I should fall short of the mark,
Frightened by the bite though its no harsher than the bark,
Middle of adventure, such a perfect place to start,
I'm going back to 505,
If its a 7 hour flight or a 45 minute drive,
In my imagination you're waiting lying on your side,
With your hands between your thighs,
But I crumble completely when you cry,
It seems like once again you've had to greet me with goodbye,
Im always just about to go and spoil a surprise,
Take my hands off of your eyes too soon,
I'm going back to 505,
If its a 7 hour flight or a 45 minute drive,
In my imagination you're waiting lying on your side,
With your hands between your thighs and a smile!
I'm going back to 505,
If its a 7 hour flight or a 45 minute drive,
In my imagination you're waiting lying on your side,
With your hands between your thighs,
Stop and wait a sec,
Oh when you look at me like that my darling,
What did you expect,
I probably still adore you with you hand around my neck,
Or I did last time I checked,
Not shy of a spark,
A knife twists at the thought that I should fall short of the mark,
Frightened by the bite though its no harsher than the bark,
Middle of adventure, such a perfect place to start,
I'm going back to 505,
If its a 7 hour flight or a 45 minute drive,
In my imagination you're waiting lying on your side,
With your hands between your thighs,
But I crumble completely when you cry,
It seems like once again you've had to greet me with goodbye,
Im always just about to go and spoil a surprise,
Take my hands off of your eyes too soon,
I'm going back to 505,
If its a 7 hour flight or a 45 minute drive,
In my imagination you're waiting lying on your side,
With your hands between your thighs and a smile!
16 abril 2010
Corvo
Uma criatura infame e em total planagem sobrevoa e açoita por aí de forma abrupta os meliantes e caças da noite. Procurado pela polícia, mesmo não sendo gente e gente parecida com ele era colocada na pena de morte e o mundo se torna tranquilo e vagaroso. Descoberto pelo pouso no coqueiro, contorna a esquina da sua antiga casa que acabara de deixar e tentava ficar longe dali antes que a Interpol chegasse. Pendurado pelos troncos das árvores como um morcego, a criatura infame continuava então, a açoitar de forma abrupa os meliantes e caças da manhã. Encontra-se com fome e um kiwi vai bem.
Só não acha seu coração.
Só não acha seu coração.
14 abril 2010
A do fanaul
pois é, perceba,
a vida prega peças,
veja o que há,
veja, pois não há o que ver.
não pense em amar,
não pense em viver, não imagine,
que ao menos imaginar,
é a esperança do que já perdeu.
e quando você acredita que,
é apenas escolher a pessoa certa a amar,
vc pesa em procurar,
escolhe, procura...
você quer encontrar, mas, de algum jeito,
depois de tanta cautela, ao ver o que tem,
não percebe que, no fundo, não é ninguém.
ninguém. não tenta encontar.
não há, não há,
não queira encontrar.
não queira não.
pois onde eu vou,
eu vou com você,
eu sou a solidão
e você precisa de mim
para poder viver.
sou seu melhor amigo,
não há porque temer,
não há porque acreditar
de que ser só não é viver,
se para viver só,
é preciso se amar,
e que mais amor puro você terá
além da própria certeza
de que o que você ama é você
e você irá se amar?
eu estou aqui para você,
em todos os momentos.
sou o único a dormir com você
na sua cama sem reclamar,
todos os dias.
estou aqui para você,
em todos os momentos,
ser sozinho, é certo,
pois é assim que nascemos
e é assim que morremos.
a solidão, meu caro amigo,
é o fardo que recebe ao abrir
os olhar e chorar,
ao fechar os olhos e parar
de respirar.
além de amar, e aquilo tudo,
blá blá blá,
suas palavras em vão te fazem sofrer
e a melhor maneira de tentar se proteger
do sofrimento,
é vivendo só.
se um dia só,
você sofrer por você,
e não por eles,
engolirei minha língua e irei embora.
não se preocupe:
estou aqui para lhe proteger,
seja meu amigo, me alimente
e você será muito mais feliz
e não irá sofrer.
estou aqui para você...
estou aqui para voce.
a vida prega peças,
veja o que há,
veja, pois não há o que ver.
não pense em amar,
não pense em viver, não imagine,
que ao menos imaginar,
é a esperança do que já perdeu.
e quando você acredita que,
é apenas escolher a pessoa certa a amar,
vc pesa em procurar,
escolhe, procura...
você quer encontrar, mas, de algum jeito,
depois de tanta cautela, ao ver o que tem,
não percebe que, no fundo, não é ninguém.
ninguém. não tenta encontar.
não há, não há,
não queira encontrar.
não queira não.
pois onde eu vou,
eu vou com você,
eu sou a solidão
e você precisa de mim
para poder viver.
sou seu melhor amigo,
não há porque temer,
não há porque acreditar
de que ser só não é viver,
se para viver só,
é preciso se amar,
e que mais amor puro você terá
além da própria certeza
de que o que você ama é você
e você irá se amar?
eu estou aqui para você,
em todos os momentos.
sou o único a dormir com você
na sua cama sem reclamar,
todos os dias.
estou aqui para você,
em todos os momentos,
ser sozinho, é certo,
pois é assim que nascemos
e é assim que morremos.
a solidão, meu caro amigo,
é o fardo que recebe ao abrir
os olhar e chorar,
ao fechar os olhos e parar
de respirar.
além de amar, e aquilo tudo,
blá blá blá,
suas palavras em vão te fazem sofrer
e a melhor maneira de tentar se proteger
do sofrimento,
é vivendo só.
se um dia só,
você sofrer por você,
e não por eles,
engolirei minha língua e irei embora.
não se preocupe:
estou aqui para lhe proteger,
seja meu amigo, me alimente
e você será muito mais feliz
e não irá sofrer.
estou aqui para você...
estou aqui para voce.
Areia
Aquilo, tudo que acreditamos ter em nossas mãos,
dissolvem-se como areia e somem com o soprar de um vento.
O olhos são cegados por esta própria areia, avulsa.
Sem enxergar o que há ao seu redor,
só pode enxergar o que há apenas dentro de seu corpo
e naquele momento, ele age pelo que sente.
Agindo pelo que sente, vulnerável pela cegueira,
mãos apertam suas mãos, lhe dão força e estrutura:
para vencer e gritar. Ele quer se tornar grande.
O sentimento que o envolveu dentro dele,
foi o amor por aquelas mãos.
Pobre garoto ao se iludir com tais mãos que nunca existiram.
Fizeram parte de sua consciência, procurando em algum lugar do mundo,
em acreditar que existe alguém importante além dele mesmo.
De que ele era importante.
Nada.
dissolvem-se como areia e somem com o soprar de um vento.
O olhos são cegados por esta própria areia, avulsa.
Sem enxergar o que há ao seu redor,
só pode enxergar o que há apenas dentro de seu corpo
e naquele momento, ele age pelo que sente.
Agindo pelo que sente, vulnerável pela cegueira,
mãos apertam suas mãos, lhe dão força e estrutura:
para vencer e gritar. Ele quer se tornar grande.
O sentimento que o envolveu dentro dele,
foi o amor por aquelas mãos.
Pobre garoto ao se iludir com tais mãos que nunca existiram.
Fizeram parte de sua consciência, procurando em algum lugar do mundo,
em acreditar que existe alguém importante além dele mesmo.
De que ele era importante.
Nada.
06 abril 2010
Tá?
Infringe, não deixe,
Siga, siga, siga,
Pise no freio, trave o volante,
Caminhe reto, esqueça o amante.
Sonho, sinos, igreja, fé.
Pulo do abismo,
Suicide-se em pílulas,
É bom ver a vida toda na cabeça
em apenas alguns segundos.
Esquece a si mesmo,
Esqueça quem você é ou
o que fizeram de você ser.
Primeiro, ei, primeiro, ei
me ouça!
Ouça, consciente sou eu,
A sua consciência sou eu!
Pise no freio, tenha fé,
Reflita sua vida,
Esqueça o passado,
Viva o presente, pense o futuro.
Siga, siga, siga,
Pise no freio, trave o volante,
Caminhe reto, esqueça o amante.
Sonho, sinos, igreja, fé.
Pulo do abismo,
Suicide-se em pílulas,
É bom ver a vida toda na cabeça
em apenas alguns segundos.
Esquece a si mesmo,
Esqueça quem você é ou
o que fizeram de você ser.
Primeiro, ei, primeiro, ei
me ouça!
Ouça, consciente sou eu,
A sua consciência sou eu!
Pise no freio, tenha fé,
Reflita sua vida,
Esqueça o passado,
Viva o presente, pense o futuro.
Faça-se Luz!
Um conciso de palavras inrefutas para poder de alguma forma, obter de forma lógica e racional, ao mesmo tempo em forma de charada, no intuito de que não saibam, mas percebam a faísca, o feixe de luz a se tornar luz novamente. Não breve, em suma, nem eterna, esta luz foi, mas sempre esteve presente e transitando em suas musas inspiradoras. Por isso eu, sem ser prolixo - nem sinto que tenha sido agora nas declarações anteriores -, a luz volta, madura, pronta para cair da árvore, volátil, muito mais presunçosa. A presunção é para mim a evolução da expectativa. O fruto volta sábio.
16 março 2010
Amargo
Com o tempo a vida nos ensina que a nossa vida não está sob o nosso controle. O mundo transita e a nossa vida vai junto com ele, sem nos pedir permissão e temos que lidar com esse tipo de situação. Aprendemos também que nós mesmos somos transitavéis. Uma hora gostamos e logo depois podemos odiar a mesma pessoa. Podemos criar confiança em segundos, ou serão necessário anos, atitudes, e perder esta confiança em segundos também, ou nos iludimos acreditando que tal pessoa merece tal confiança. Daí surge o arrependimento.
O arrependimento é fruto da nossa transitariedade que ocorre dentro de nossas cabeças. O arrependimento é o sentimento humano que mais suga a alma dos homens. Suga de tal forma pelo fato de que o arrependimento nunca irá passar. Pois o homem nunca sabe o que poderia ter acontecido. O arrependimento é quando imaginamos de que em algum momento de nossas vidas, poderiamos ter dado um passo que teria sido bem melhor do que já tinhámos dado. Ficamos então dentro do campo do imaginário, do que poderia ter sido e ficamos presos dentro de nós mesmos e em algo que nunca aconteceu.
Tenha a imensa curiosidade de saber como lidar com arrependimento de que não seja de uma forma de aceitação. Aceitação de que é assim que deveria ser, ou que não poderia ter ocorrido melhor, ou só olhar o lado positivo da situação, se, de mesmo fazendo isso, existe o lado negativo e simplesmente ignorá-lo não vai fazê-lo sumir.
O arrependimento é uma das duas causas principais da formação de nosso caráter. A outra causa é o trauma. Enfim, o arrependimento nos faz pensar em nunca mais tomar aquele caminho. Isso significa que é um caminho a menos dos milhares de centenas de caminhos existentes. Esse é o único lado positivo. No entanto, você continuará lidando com a situação que você mesmo se colocou pelo resto de sua vida por ter decidido seguir este caminho. Muito cuidado me suas escolhas.
Dentre os piores sentimentos, eu acredito que este se encaixa. O sofrimento pelo amor e o amargo arrependimento.
O arrependimento é fruto da nossa transitariedade que ocorre dentro de nossas cabeças. O arrependimento é o sentimento humano que mais suga a alma dos homens. Suga de tal forma pelo fato de que o arrependimento nunca irá passar. Pois o homem nunca sabe o que poderia ter acontecido. O arrependimento é quando imaginamos de que em algum momento de nossas vidas, poderiamos ter dado um passo que teria sido bem melhor do que já tinhámos dado. Ficamos então dentro do campo do imaginário, do que poderia ter sido e ficamos presos dentro de nós mesmos e em algo que nunca aconteceu.
Tenha a imensa curiosidade de saber como lidar com arrependimento de que não seja de uma forma de aceitação. Aceitação de que é assim que deveria ser, ou que não poderia ter ocorrido melhor, ou só olhar o lado positivo da situação, se, de mesmo fazendo isso, existe o lado negativo e simplesmente ignorá-lo não vai fazê-lo sumir.
O arrependimento é uma das duas causas principais da formação de nosso caráter. A outra causa é o trauma. Enfim, o arrependimento nos faz pensar em nunca mais tomar aquele caminho. Isso significa que é um caminho a menos dos milhares de centenas de caminhos existentes. Esse é o único lado positivo. No entanto, você continuará lidando com a situação que você mesmo se colocou pelo resto de sua vida por ter decidido seguir este caminho. Muito cuidado me suas escolhas.
Dentre os piores sentimentos, eu acredito que este se encaixa. O sofrimento pelo amor e o amargo arrependimento.
10 março 2010
Identidade da alma
A mente as vezes nos confunde. Na vida, todo mundo no fundo procura encontrar o seu significado. O motivo de existir, de estar lá, na vida. Tenta preencher o vazio que esconde no fundo de todos os seres da terra. Alguns dizem que o amor preenche esse vazio. Um filho. Aproveitar cada dia de sua vida. Mas as vezes tudo isso é somente uma distração do que realmente queremos e nunca sabemos o que é. Continuamos frustrados, indagando cada inconformidade da vida. Tentando enontrar a verdadeira justiça que está prevalecendo sobre nós e o porque nós sofremos. A mente nos confunde.
Você com o tempo vai percebendo que se conhece menos e menos. Nos iludimos dizendo que sabemos o que queremos e acabamos "caindo nos mesmos erros". As vezes é porque ainda não sabemos o que nos atrai o erro. Acabamos achando que é o mesmo tipo de erro socializado, aqueles que todos se aflingem por ter arriscado e não conseguido. Também nem sabemos o que é realmente arriscar.
Olha, é difícil você conseguir se encontrar. Tenha pena de nós mesmos porque no fundo todos nós estamos sozinhos. E interiormente sabemos disso e procuramos o máximo possível de um acolhimento próximo que nos faça acreditar que não seja realmente assim. E aí vem alguém dizendo pra você que não é assim. Que você tem seu pai, sua mãe, seus parentes, os melhores amigos. Mas eles não sentem por você. Por isso que a briga e o amor é a forma de aproximar mais as pessoas. Porque é a única forma comum na face da terra que consegue fazer com que os seres humanos consigam sentir a mesma coisa em um determinado momento, mesmo que seja mínimo. O sexo também. Mas tudo se desmancha em segundos, alguém deixa de amar, ou somente um parceiro tem um orgarsmo e tudo vai por água abaixo. Uma crise também une as pessoas. Pessoas são mantidas como reféns e todos, naquele momento dividem o medo da morte. De não verem mais as pessoas que elas amam. É isso que une as pessoas: quando em um determinado momento da sua vida as pessoas sentem a mesma coisa. O resto... apenas nos predemos a ela.
Nos prendemos as pessoas com medo da solidão e do vazio existente em nossos seres. Nossos egos gritam pedindo que tenhamos importância na vida de alguém ou de algo, para podermos nutrir a nossa necessidade de existir.
Nós queremos existir. Nós precisamos existir?
Você com o tempo vai percebendo que se conhece menos e menos. Nos iludimos dizendo que sabemos o que queremos e acabamos "caindo nos mesmos erros". As vezes é porque ainda não sabemos o que nos atrai o erro. Acabamos achando que é o mesmo tipo de erro socializado, aqueles que todos se aflingem por ter arriscado e não conseguido. Também nem sabemos o que é realmente arriscar.
Olha, é difícil você conseguir se encontrar. Tenha pena de nós mesmos porque no fundo todos nós estamos sozinhos. E interiormente sabemos disso e procuramos o máximo possível de um acolhimento próximo que nos faça acreditar que não seja realmente assim. E aí vem alguém dizendo pra você que não é assim. Que você tem seu pai, sua mãe, seus parentes, os melhores amigos. Mas eles não sentem por você. Por isso que a briga e o amor é a forma de aproximar mais as pessoas. Porque é a única forma comum na face da terra que consegue fazer com que os seres humanos consigam sentir a mesma coisa em um determinado momento, mesmo que seja mínimo. O sexo também. Mas tudo se desmancha em segundos, alguém deixa de amar, ou somente um parceiro tem um orgarsmo e tudo vai por água abaixo. Uma crise também une as pessoas. Pessoas são mantidas como reféns e todos, naquele momento dividem o medo da morte. De não verem mais as pessoas que elas amam. É isso que une as pessoas: quando em um determinado momento da sua vida as pessoas sentem a mesma coisa. O resto... apenas nos predemos a ela.
Nos prendemos as pessoas com medo da solidão e do vazio existente em nossos seres. Nossos egos gritam pedindo que tenhamos importância na vida de alguém ou de algo, para podermos nutrir a nossa necessidade de existir.
Nós queremos existir. Nós precisamos existir?
21 fevereiro 2010
Algumas vezes o tempo não cura nada,
apenas faz com que a gente esqueça das feridas.
Por mais que alguns tenham razão de suas ações,
nos ferimos eternamente, não importando o porque:
a decepção não depende da justificativa,
coerente ou não, é algo que não queríamos que acontecesse.
Por um momento a gente pensa que encontrou o que deveria,
tudo parece tão claro e simples de entender e absorver.
Demoramos muito tempo para encontrar,
mas só alguns segundos fazem que tudo vá por água abaixo.
Não se sabe então quando estamos certo ou não,
tão incerto pois tudo pode mudar em segundos,
para bom ou para ruim.
Nossas ações são importantes nessas ocasiões,
mas não necessariamente elas decidem as nossas vidas:
A nossa vida decide da nossa vida.
Por mais que tentamos mudar, ela pode ser mudada,
com um pouco de vontade mas também com um pouco de sorte.
Sem sorte, você não sai do lugar.
No lugar, com sorte, você pode até ser movido a força.
Sabe, as vezes decido não pretender tirar conclusão nenhuma da vida.
Esquecer qualquer justificativa, motivo.
Mas odeio me sentir entregue as mãos da vida e do destino.
Me sinto inútil. A vida vive por mim e eu só faço sentir...
Mas não viver.
Independente disso, eu gosto de sentir.
E também quero viver.
apenas faz com que a gente esqueça das feridas.
Por mais que alguns tenham razão de suas ações,
nos ferimos eternamente, não importando o porque:
a decepção não depende da justificativa,
coerente ou não, é algo que não queríamos que acontecesse.
Por um momento a gente pensa que encontrou o que deveria,
tudo parece tão claro e simples de entender e absorver.
Demoramos muito tempo para encontrar,
mas só alguns segundos fazem que tudo vá por água abaixo.
Não se sabe então quando estamos certo ou não,
tão incerto pois tudo pode mudar em segundos,
para bom ou para ruim.
Nossas ações são importantes nessas ocasiões,
mas não necessariamente elas decidem as nossas vidas:
A nossa vida decide da nossa vida.
Por mais que tentamos mudar, ela pode ser mudada,
com um pouco de vontade mas também com um pouco de sorte.
Sem sorte, você não sai do lugar.
No lugar, com sorte, você pode até ser movido a força.
Sabe, as vezes decido não pretender tirar conclusão nenhuma da vida.
Esquecer qualquer justificativa, motivo.
Mas odeio me sentir entregue as mãos da vida e do destino.
Me sinto inútil. A vida vive por mim e eu só faço sentir...
Mas não viver.
Independente disso, eu gosto de sentir.
E também quero viver.
18 fevereiro 2010
Sabe quando você tem algo engasgado e precisa botar pra fora mas não sabe o que é? É exatamente assim que eu estou: eu não sei o que escrever no que eu quero escrever. São como os solos da guitarra de I Could Have Lied de Red Hot Chili Peppers (me sinto escrevendo como Jack Kerouac em On the road citando nomes de hits famosos, a parte famosa da cultura americana). Preciso escrever o que tô engasgado como os solos daquela guitarra. É aquele sentimento, mas não consigo transcrever de forma comunicativa. É aquilo.
Talvez porque não saiba o que quero. Um caminho incerto as vezes nos deixa perdido. É porque temos tantos caminhos que nenhum caminho os desperta assim tanta vontade de segui-lo. Ou tem muitos que despertam e fica difícil escolher - acho difícil isso acontecer. Agora os solos estão me levando aonde eu quero. Ouvir a música me fez escrever o texto. Este texto. Talvez também faça parte do caminho. Ouvir esta música me guia. A melodia das músicas me guiam. Teve um tempo em que eu quis fazer música, mas foi um caminho que minha mãe não permitiu eu seguir. As vezes eles tem razão as vezes não, são caminhos que se você voltar, atrasada toda a viagem. E ainda você tem que se preocupar em escolher qual caminho seguir, novamente.
Não sei, não sei. Talvez eu não consiga escrever, porque não sei qual caminho seguir.
Talvez porque não saiba o que quero. Um caminho incerto as vezes nos deixa perdido. É porque temos tantos caminhos que nenhum caminho os desperta assim tanta vontade de segui-lo. Ou tem muitos que despertam e fica difícil escolher - acho difícil isso acontecer. Agora os solos estão me levando aonde eu quero. Ouvir a música me fez escrever o texto. Este texto. Talvez também faça parte do caminho. Ouvir esta música me guia. A melodia das músicas me guiam. Teve um tempo em que eu quis fazer música, mas foi um caminho que minha mãe não permitiu eu seguir. As vezes eles tem razão as vezes não, são caminhos que se você voltar, atrasada toda a viagem. E ainda você tem que se preocupar em escolher qual caminho seguir, novamente.
Não sei, não sei. Talvez eu não consiga escrever, porque não sei qual caminho seguir.
04 fevereiro 2010
O mundo não é mais o mesmo
O mundo não é mais o mesmo. Essa é uma frase digna do que vivenciamos isso que chamamos de vida: nascer, trabalhar, pagar imposto, morrer. Claro que, fugindo desse quesito ainda temos a liberdade de curtir as mais belas maravilhas da vida, natureza, sexo e etc. Assim, este mundo que vivemos, que na verdade, nós perdemos diante de tanta informação e a falta de tais informações essenciais também para o nosso convívio pacífico interior, faz com que entramos em colapso. O mundo globalizado, onde a comunicação em velocidade é a novidade. Entretanto é o momento que as pessoas, nós, me incluindo, nos sentimos sozinhos e apaziguamos este vazio interior com comunidades do orkut e tribos na juventude. Não sou nada. Eu sempre achei essa frase um começo para um bom livro. Acho que o ideal de um bom romance é quebrar todas as expectativas do héroi que cogitam ser magnífico, aquilo que gostaríamos de ser. Não sou nada. E eu não sou nada mesmo.
Divago tanto na minha vida, como este texto divaga nas minhas ideias tão amplas que mal cabem nesse espaço que é concedido a mim para transparecer a vocês. Ideias, ideias, ideias... pensar, viver, escrever. Refletir. Tudo tão longíquo, complexo. Estou concretizando algo que é um bom início para tornar a vida mais explicativa. Concluo de que tudo é vago.
Sou um ponto na minha cidade, estado, país, mundo, universo. O meu tamanho para o universo é o mesmo que o meu tamanho para o nada. Eu não sou. Eu sou nada.
18 janeiro 2010
olhe bem nos meus olhos e me diga o que tem a dizer.
as mais profundas confissões ocorrem nos ambientes mais silenciosos.
o terreno sóbrio é muito vago quando se quer ser sentimentalista.
se perder um pouco de controle ajuda a ser um pouco de você mesmo.
você é seus instintos. você é seu sentir:
sua raiva, sua dor, seu amor.
olhar para dentro de si é enganar a si e aos outros...
você não enxerga nada. não é você, nem ninguém que vai te definir.
você é indefinível. você é o mais sábio e o mais burro.
segure minhas mãos bem fortes e diga o tem a dizer.
as melhores sensações de seguranças, são toques fortes, sem dor.
um abraço, um aperto das mãos, no ombro, um aperto da cabeça no peito.
nessas horas nenhuma confissão é feita.
o silêncio é o sinal da fortaleza.
olhe bem nos meus olhos, segure minhas mãos e diga o que você quer dizer. eu sou o o vazio onde suas confissões são afundadas, a segunrança onde o silêncio permanece para sinalizar o muro impenetrável. é só pedir que eu vou...
as mais profundas confissões ocorrem nos ambientes mais silenciosos.
o terreno sóbrio é muito vago quando se quer ser sentimentalista.
se perder um pouco de controle ajuda a ser um pouco de você mesmo.
você é seus instintos. você é seu sentir:
sua raiva, sua dor, seu amor.
olhar para dentro de si é enganar a si e aos outros...
você não enxerga nada. não é você, nem ninguém que vai te definir.
você é indefinível. você é o mais sábio e o mais burro.
segure minhas mãos bem fortes e diga o tem a dizer.
as melhores sensações de seguranças, são toques fortes, sem dor.
um abraço, um aperto das mãos, no ombro, um aperto da cabeça no peito.
nessas horas nenhuma confissão é feita.
o silêncio é o sinal da fortaleza.
olhe bem nos meus olhos, segure minhas mãos e diga o que você quer dizer. eu sou o o vazio onde suas confissões são afundadas, a segunrança onde o silêncio permanece para sinalizar o muro impenetrável. é só pedir que eu vou...
01 janeiro 2010
exista então, respondendo na ultima ocasião
julgando a realidade da forma que deseja,
imaginando e conjecturando da forma que lhe satisfaz,
perdendo... perdendo, perde.
de repente, senta, pernas bambeiam,
bem vindo ao mundo, eu diria,
é bom ouvir.
nos prega no chão, um chão verniz,
liso, facil de cair, um chão
que ninguém quer seguir.
as vezes é preciso gritar por amor
ou elogiar os olhos de quem se ama,
eu poderia pensar dessa forma.
mas as coisas não dão certo,
nem com boas pessoas ou más pessoas,
é questão de karma ou sorte.
o encontro de duas almas é como o brilho
de estrelas que estão prestes a explodir.
a lançar-se ao espaço
todo mundo lança-se ao mundo,
real, conjecturado, para encontrar o amor
que desejam achar no espaço
e o chão que não pisam mais, é pisado,
todo mundo corre por ele, escorregando,
caindo mas apressados...
apressados e tentam encontrar o que querem,
se consideram invencíveis, não se desanimam,
contanto que procurem seu amor
o amor dá voltas, faz voltas,
é uma reviravolta, é uma vida única
entre dois seres.
vamos cair... cair, o mundo,
ou sem mundo a ver, real ou não,
viver, é existir.
só existir.
imaginando e conjecturando da forma que lhe satisfaz,
perdendo... perdendo, perde.
de repente, senta, pernas bambeiam,
bem vindo ao mundo, eu diria,
é bom ouvir.
nos prega no chão, um chão verniz,
liso, facil de cair, um chão
que ninguém quer seguir.
as vezes é preciso gritar por amor
ou elogiar os olhos de quem se ama,
eu poderia pensar dessa forma.
mas as coisas não dão certo,
nem com boas pessoas ou más pessoas,
é questão de karma ou sorte.
o encontro de duas almas é como o brilho
de estrelas que estão prestes a explodir.
a lançar-se ao espaço
todo mundo lança-se ao mundo,
real, conjecturado, para encontrar o amor
que desejam achar no espaço
e o chão que não pisam mais, é pisado,
todo mundo corre por ele, escorregando,
caindo mas apressados...
apressados e tentam encontrar o que querem,
se consideram invencíveis, não se desanimam,
contanto que procurem seu amor
o amor dá voltas, faz voltas,
é uma reviravolta, é uma vida única
entre dois seres.
vamos cair... cair, o mundo,
ou sem mundo a ver, real ou não,
viver, é existir.
só existir.
21 dezembro 2009
15 dezembro 2009
vamos lá.
levaremos amor até aonde podermos amar.
as flores, as pessoas, os amores do coração,
tudo que possa enfeitiçar o corpo,
transformar a vida e aumentar a felicidade
das pessoas através da união.
a união de um amor, é a segurança da alma,
é o orgulho do coração, é o sabor da conquista.
se estás triste, procure amar,
pois até para esquecer do triste amor,
amar é a melhor forma de amenizar a dor.
não deixe nada te abalar que, com o amor,
não há barreiras para a capacidade do homem.
as flores, as pessoas, os amores do coração,
tudo que possa enfeitiçar o corpo,
transformar a vida e aumentar a felicidade
das pessoas através da união.
a união de um amor, é a segurança da alma,
é o orgulho do coração, é o sabor da conquista.
se estás triste, procure amar,
pois até para esquecer do triste amor,
amar é a melhor forma de amenizar a dor.
não deixe nada te abalar que, com o amor,
não há barreiras para a capacidade do homem.
08 dezembro 2009
vamos lá.
levaremos luz onde houver escuridão,
num pote ou na imensidão que o mundo é,
basta um ponto de luz como a lua do luar
pra iluminar todo o mar e banhar
as janelas das casas que pessoas,
no escuro, procuram adormecer
na esperança de sonhar sonhos
que possam um dia se realizar.
levaremos luz até aonde a luz
poder alcançar e clarear.
num pote ou na imensidão que o mundo é,
basta um ponto de luz como a lua do luar
pra iluminar todo o mar e banhar
as janelas das casas que pessoas,
no escuro, procuram adormecer
na esperança de sonhar sonhos
que possam um dia se realizar.
levaremos luz até aonde a luz
poder alcançar e clarear.
04 dezembro 2009
Garoto curto-prazo:
Na promoção,
Bem feito, cérebro ajustado,
Corpo ajustado, tudo na medida média.
Mediocre de altura, cérebro, corpo, cabelo, tamanho do pé, nas palavras, no desempenho.
Preço a vista e médio: quatro gomas de mascar.
a prazo: cinco gomas de mascar a mês.
Se você comprar a vista, vem de bônus nele um relacionamento medíocre também! Não perca!
Bem feito, cérebro ajustado,
Corpo ajustado, tudo na medida média.
Mediocre de altura, cérebro, corpo, cabelo, tamanho do pé, nas palavras, no desempenho.
Preço a vista e médio: quatro gomas de mascar.
a prazo: cinco gomas de mascar a mês.
Se você comprar a vista, vem de bônus nele um relacionamento medíocre também! Não perca!
30 novembro 2009
O lado esquerdo do(a) oficina onde há uma barraca com bancos vermelhos;
Encostado na barraca, eu pensava com meus botões enquanto a fumaça se esvairava no ar. Olhava para cima, onde ainda tinham árvores, com folhas de cores verdes bem realçadas pela luz do sol que se encontrava atrás delas. Sem vento nenhum. Tudo estava quieto e haviam dois casais no lugar. Um, um pouco longe no carro, crianças, pareciam ser do colegial e mais outro par, do outro lado na rua, encostado no muro. Foram eles que me esfaquearam nessa hora.
Raramente passo por essa barraca. Composta por bancos de pernas amarelas e assentos de cores vermelhas escuras. O ambiente é amarelo. Tudo tem um tom meio amarelo. As cores hoje pareciam realmente estar perceptíveis aos meus olhos porque era tudo que via. E só pensava em uma só coisa. Eu percebi que este pensamento está aos poucos me corroendo, me levando a uma morte promissora. Me sinto mais velho por isso, mesmo sendo tão novo ainda.
Me lembrei quando aquela tia, que trabalha na barraca, ficava falando sobre o chove não molha comigo. Tava sentado nesse banco na hora e ela veio se intrometendo no assunto me deixando um pouco rubro pelo que ela falou. Naquele momento, que era mais ou menos um ano antes desse, eu tinha sonhos tão belos sobre um casal.
Agora vejo um ano depois, dois casais. Tão carinhosos. E eu tão só. Tão só.
O que fiz de errado?
Pensar nisso... mata-me aos poucos.
Raramente passo por essa barraca. Composta por bancos de pernas amarelas e assentos de cores vermelhas escuras. O ambiente é amarelo. Tudo tem um tom meio amarelo. As cores hoje pareciam realmente estar perceptíveis aos meus olhos porque era tudo que via. E só pensava em uma só coisa. Eu percebi que este pensamento está aos poucos me corroendo, me levando a uma morte promissora. Me sinto mais velho por isso, mesmo sendo tão novo ainda.
Me lembrei quando aquela tia, que trabalha na barraca, ficava falando sobre o chove não molha comigo. Tava sentado nesse banco na hora e ela veio se intrometendo no assunto me deixando um pouco rubro pelo que ela falou. Naquele momento, que era mais ou menos um ano antes desse, eu tinha sonhos tão belos sobre um casal.
Agora vejo um ano depois, dois casais. Tão carinhosos. E eu tão só. Tão só.
O que fiz de errado?
Pensar nisso... mata-me aos poucos.
29 novembro 2009
25 novembro 2009
Eu pensei
Em um mundo tão aberto a possibilidade é difícil você se sentir seguro nesse leque de opções. Todas parecem tão confortáveis. Ou todas parecem uma merda. Depende da sua visão ou - as vezes - classe social. Você acaba dando um azar de nascer na merda e fica difícil sair dela. Pessoas fortes conseguem. Pessoas fracas tem vida boa e reclamam dela. Ou melhor, essas pessoas não tem seu potencial aproveitado. Nunca se sabe, alguns quando vão a merda, sabem aproveitar e se superar. É questão de cabeça. As vezes penso que é genético. A pessoa nasce pessimista ou nasce otimista. Tem gente que entra em depressão e precisa de ajuda pra sair. Tem gente que é otimista por mais otário que ele for. A vida é feita pelas nossas cabeças e não pela realidade a nossa volta. A gente mesmo constrói ela. Por isso as vezes acredito que é genético. A pessoa nasce na merda. Ou aprende quando criança, vendo seus pais olhando suas vidas mesquinhas cheia de papelada no trabalho, reclamando da vida e olhando de forma medíocre para seus filhos acreditando que eles não tem problemas fazendo comentários tipo:"aproveita a vida que tu tens, rapaz, porque quando crescer, vai saber o que é a realidade."
E nesse ponto, você fica relacionando a realidade a essa merda de vida de trabalho que seu pai tem. Mas talvez, quando pequeno, você já poderia pensar:"puta merda, velho, não quero isso pra mim. Vou crescer e ter uma vida muito melhor d que a de meu pai." As vezes eu acho que realmente... é genético.
É genético pensar em merda, sentir a poesia, ser pessimista. É genético. Alguns sentem a vida nos poros da pele, outros são frios como pedra. Alguns passam despercebidos e mercê da vida e são apenas movidos pelo sistema. Outros... passam a mercê do sistema e são movidos pela vida.
Queria ser homem do peito aberto. Sou um homem com trinta pregos no coração e dois olhos nus e crus a meu ser.
E nesse ponto, você fica relacionando a realidade a essa merda de vida de trabalho que seu pai tem. Mas talvez, quando pequeno, você já poderia pensar:"puta merda, velho, não quero isso pra mim. Vou crescer e ter uma vida muito melhor d que a de meu pai." As vezes eu acho que realmente... é genético.
É genético pensar em merda, sentir a poesia, ser pessimista. É genético. Alguns sentem a vida nos poros da pele, outros são frios como pedra. Alguns passam despercebidos e mercê da vida e são apenas movidos pelo sistema. Outros... passam a mercê do sistema e são movidos pela vida.
Queria ser homem do peito aberto. Sou um homem com trinta pregos no coração e dois olhos nus e crus a meu ser.
20 novembro 2009
Rege o ego interior do ser
A prece por uma vida não monótona é quase que o principal ponto que estanca na vida das pessoas. Algumas se irritam profundamente quando adentram a tal detalhe, outros tem uma visão aventureira a não ter uma vida monótona. A secura que o ser humano tem diante dos outros seres humanos de acordo com os problemas que envolvem o seu ser, demonstram o quão eles são variáveis e nao confiáveis. A partir do instante em que, de repente, os problemas de certo indivíduo modifica, assim modifica sua reação diante de todos que participam de seu vínculo de relações. Então ele se torna variável pelos seus problemas.
Quando os problemas não envolvem um dos indivíduos, talvez a mudança seja praticamente indiferente por mais que ela ocorra. Mas ainda existe uma diferença, mesmo que a única diferença seja o fato do ser passar o seu problema para este indivíduo assim, mostrando que há uma mudança de comportamento entre os dois. O ser quer que o indivíduo ajude-o a encontrar respostas pelos problemas e já criam expectativas o que pode mudar ou não a relação.
De certa forma, acabo de encontrar uma justificativa então para o vai e vem das relações em que se descontituem e se formam incontáveis vezes. Mas em nenhum momento é justificável perdoar por isso. As relações devem se desconstituir e se reconstituir ou nunca se reconstituir, caso haja necessidade. A necessidade não impede necessariamente do dois, mas sim das possibilidades que possam abranger vertentes que ofereçam a vantagem de fortalecer a relação. A principal vertente que pode ajudar nesta ocasião seria a convivência que é de extrema importância para que ocorra.
Mas de qualquer forma, afinal de contas, justificando o fato das pessoas agirem de forma diferentem em relação as outras de acordo como a demanda de seus problemas desenvolve, não justifica o perdão. Não deve ser perdoado e por isso, vindo do mundo de minha a alma o sentimento de raiva e a frieza de minha mente de que, não há perdão para tal ocasião que ocorrer, que ocorreu e que ocorre.
Não existe perdão para tais tratamentos. Apenas justificativas.
Quando os problemas não envolvem um dos indivíduos, talvez a mudança seja praticamente indiferente por mais que ela ocorra. Mas ainda existe uma diferença, mesmo que a única diferença seja o fato do ser passar o seu problema para este indivíduo assim, mostrando que há uma mudança de comportamento entre os dois. O ser quer que o indivíduo ajude-o a encontrar respostas pelos problemas e já criam expectativas o que pode mudar ou não a relação.
De certa forma, acabo de encontrar uma justificativa então para o vai e vem das relações em que se descontituem e se formam incontáveis vezes. Mas em nenhum momento é justificável perdoar por isso. As relações devem se desconstituir e se reconstituir ou nunca se reconstituir, caso haja necessidade. A necessidade não impede necessariamente do dois, mas sim das possibilidades que possam abranger vertentes que ofereçam a vantagem de fortalecer a relação. A principal vertente que pode ajudar nesta ocasião seria a convivência que é de extrema importância para que ocorra.
Mas de qualquer forma, afinal de contas, justificando o fato das pessoas agirem de forma diferentem em relação as outras de acordo como a demanda de seus problemas desenvolve, não justifica o perdão. Não deve ser perdoado e por isso, vindo do mundo de minha a alma o sentimento de raiva e a frieza de minha mente de que, não há perdão para tal ocasião que ocorrer, que ocorreu e que ocorre.
Não existe perdão para tais tratamentos. Apenas justificativas.
12 novembro 2009
Tenta me destruir
Nada a escrever para algo que não se sente.
Tudo a escrever para superar o que lhe destrói.
Aos poucos preciso deixar ir, rever meus conceitos, se tornar um héroi para salvar a mim mesmo.
Não encontrar o rumo certo, não se esconder do que me decepcionou, mas enfrentá-lo, sem saber quem o enfrentou, enfrentá-lo com todo o meu coração.
Nada de filmes românticos para lhe dar a esperança de que tudo pode dar certo.
Nada de acreditar no mundo que não existe, pois você não vive nele.
Você existe, eu existo.
E quando o mundo me corrompe e eu me ofendo, em tempos atrás teria entrado nos trilhos da tristeza, como meu coração pedia.
Chorava pelo desgosto de minha vida e procurava entender o que me corrompia.
Dessa vez, eu sou.
E tu, não és nada para mim.
Tudo a escrever para superar o que lhe destrói.
Aos poucos preciso deixar ir, rever meus conceitos, se tornar um héroi para salvar a mim mesmo.
Não encontrar o rumo certo, não se esconder do que me decepcionou, mas enfrentá-lo, sem saber quem o enfrentou, enfrentá-lo com todo o meu coração.
Nada de filmes românticos para lhe dar a esperança de que tudo pode dar certo.
Nada de acreditar no mundo que não existe, pois você não vive nele.
Você existe, eu existo.
E quando o mundo me corrompe e eu me ofendo, em tempos atrás teria entrado nos trilhos da tristeza, como meu coração pedia.
Chorava pelo desgosto de minha vida e procurava entender o que me corrompia.
Dessa vez, eu sou.
E tu, não és nada para mim.
05 novembro 2009
Caminhar
Minha consciência é um giro,
Meu antro é meu poder.
Interiormente aos gritos
Não me acho como ser,
Nem me encontro no antro
Em que ando escondido.
Em giros, enjôos e ânsias,
Eu dismitifico o belo
E crio coragem para mudança.
Não tenho medo do que vier
Mas tenho depecção do que já vi.
Perco as esperanças do mundo.
Em um giro redondo
Não saio do lugar.
Só guardo um sorriso no rosto
E vou levando meu corpo me resumindo a caminhar.
Meu antro é meu poder.
Interiormente aos gritos
Não me acho como ser,
Nem me encontro no antro
Em que ando escondido.
Em giros, enjôos e ânsias,
Eu dismitifico o belo
E crio coragem para mudança.
Não tenho medo do que vier
Mas tenho depecção do que já vi.
Perco as esperanças do mundo.
Em um giro redondo
Não saio do lugar.
Só guardo um sorriso no rosto
E vou levando meu corpo me resumindo a caminhar.
04 novembro 2009
03 novembro 2009
O sofrimento é a ressurreição da morte da Fênix
O sofrimento do nascimento.
A dor da morte.
O sofrimento pode ser acumulativo,
ou explosivo.
Sua profundidade alcança parâmetros inalcançavéis.
Sua dor corrompe de forma inexplicável.
Ela penetra nos poros da pele endêmica pelo tempo.
Ela desfragmenta o coração do homem,
Torna-o feito de areia que ao vento... pode ser perdido e não recuperado.
O sofrimento deixa marcas eternas.
Seu coração, que agora é areia, pode ser moldado... mas até a água o desfaz.
O sofrimento são como milhares de agulhas que furam seus olhos
de pálpebras fechadas.
A dor que ressente é real e não material,
Suas pernas fraquejam e sua vida derrete na sua frente.
As imagens das boas pessoas se tornam cinzas e a falta de confiança
cobre o corpo de sua mente.
Seu pelejo contra isso é impossível.
O que peleja a isso... é obscuro.
Tudo isso é obscuro... medonho... violento.
É uma violência.
Uma violência a alma humana,
uma violência a minha alma.
O sofrimento é a ressurreição da morte da Fênix.
Ela sofre para renascer da sua morte.
A dor da morte.
O sofrimento pode ser acumulativo,
ou explosivo.
Sua profundidade alcança parâmetros inalcançavéis.
Sua dor corrompe de forma inexplicável.
Ela penetra nos poros da pele endêmica pelo tempo.
Ela desfragmenta o coração do homem,
Torna-o feito de areia que ao vento... pode ser perdido e não recuperado.
O sofrimento deixa marcas eternas.
Seu coração, que agora é areia, pode ser moldado... mas até a água o desfaz.
O sofrimento são como milhares de agulhas que furam seus olhos
de pálpebras fechadas.
A dor que ressente é real e não material,
Suas pernas fraquejam e sua vida derrete na sua frente.
As imagens das boas pessoas se tornam cinzas e a falta de confiança
cobre o corpo de sua mente.
Seu pelejo contra isso é impossível.
O que peleja a isso... é obscuro.
Tudo isso é obscuro... medonho... violento.
É uma violência.
Uma violência a alma humana,
uma violência a minha alma.
O sofrimento é a ressurreição da morte da Fênix.
Ela sofre para renascer da sua morte.
02 novembro 2009
Eu
Eu sou nada.
Eu sou o nada.
Eu não sou nada (expressão)
Eu não sou nada.
Eu sou nada, ou
Eu sou o nada.
Eu não sou nada.
Eu sou o nada.
Porque eu sou.
Eu sou o nada,
para as pessoas,
para mim,
para você.
Eu sou apenas nada.
Eu sou o nada.
Eu não sou nada (expressão)
Eu não sou nada.
Eu sou nada, ou
Eu sou o nada.
Eu não sou nada.
Eu sou o nada.
Porque eu sou.
Eu sou o nada,
para as pessoas,
para mim,
para você.
Eu sou apenas nada.
Você está na sociedade
- Se você pensar, a vida nos traz tamanho conhecimento que nem imaginamos. Cada segundo que gastamos fazendo o que gostamos, vale a pena. Cada segundo gasto com uma decisão, vai levar uma decisão para a vida inteira. A vida é importante e deve ser valorizada.
- ...
- E as pessoas continuam procurando entender porque injustiças acontecem. A vida é assim. É necessário entendermos o lado positivo da vida e de que aprendemos sempre com os nossos obstáculos. É necessário lutar e ser forte.
- ...
- Você agora deve estar procurando saber qual o sentido da vida, certo?
- Err... na verdade, não. Onde eu estou?
- ...
- E as pessoas continuam procurando entender porque injustiças acontecem. A vida é assim. É necessário entendermos o lado positivo da vida e de que aprendemos sempre com os nossos obstáculos. É necessário lutar e ser forte.
- ...
- Você agora deve estar procurando saber qual o sentido da vida, certo?
- Err... na verdade, não. Onde eu estou?
31 outubro 2009
Já era noite...
Lábios finos e olhar severo. Encaram-se de maneira duvidosa, talvez se alguém os observasse naquele momento naquele quarto escuro, talvez argumentassem de que havia algo estranho ali. Lábios grossos, olhar manso. O rapaz deixava as mãos abertas, baixas, sem dar o menor sinal de movimentação. A moça, com os cabelos tão longos que quase batiam nas suas nádegas, eram pretos e sedosos, descendo pelo corpo em ziguezague, mesmo com ela estando parada.
A luz da lua cheia entrava pela janela, passando pelo chão e alcançando o pé da cama. Com essa luz, clareava apenas a moça, que estava sentada neste mesmo pé de cama, de camisola e suas pernas eram brancas e realçavam com a cor branca que vinha de lá de fora. Já o rapaz - ou quase homem - ficava escondido, fora da luz, a pelo menos 1 metro do pé da cama. Seus cabelos eram grandes e cacheados, deixando cair alguns pequenos cachos pela orelha. Seu peito estava nu, assim como suas costas e apenas uma calça jeans como peça de roupa. Seu pé descalço sentia o chão frio pelo vento que havia entrado por bastante tempo no piso deixando-o gelado.
O tempo estava frio. Os dois se olhavam, sem palavras, até que o quase homem - ou rapaz - levantou o braço, pegou na mão da menina e levou ao seu peito esquerdo. Ela, por sua vez, com a outra mão livre, pegou na também mão livre do rapaz e levou ao seu seio esquerdo.
Amor.
A luz da lua cheia entrava pela janela, passando pelo chão e alcançando o pé da cama. Com essa luz, clareava apenas a moça, que estava sentada neste mesmo pé de cama, de camisola e suas pernas eram brancas e realçavam com a cor branca que vinha de lá de fora. Já o rapaz - ou quase homem - ficava escondido, fora da luz, a pelo menos 1 metro do pé da cama. Seus cabelos eram grandes e cacheados, deixando cair alguns pequenos cachos pela orelha. Seu peito estava nu, assim como suas costas e apenas uma calça jeans como peça de roupa. Seu pé descalço sentia o chão frio pelo vento que havia entrado por bastante tempo no piso deixando-o gelado.
O tempo estava frio. Os dois se olhavam, sem palavras, até que o quase homem - ou rapaz - levantou o braço, pegou na mão da menina e levou ao seu peito esquerdo. Ela, por sua vez, com a outra mão livre, pegou na também mão livre do rapaz e levou ao seu seio esquerdo.
Amor.
26 outubro 2009
me explique esse absurdo
mas que absurdo, hein,
ser um tronco ao dia,
e mar de lágrimas a tarde.
a noite pensamentos,
eles vão e vêm,
lhe trazendo tormento.
quantos amores você ja teve,
que tiveram virado
sua vida de cabeça para baixo?
que confuso,
lembrar de beijos,
dando beijos em alguém,
que maluco, fechar os olhos,
imaginando alguém,
do lado de alguém.
entorpece as vezes,
as ondas do mar,
quando as escuto...
pois assim eu consigo
não escutar a minha mente,
desviar a atenção dela.
preciso esquecer a mente,
pois minha mente fala
agora somente uma coisa.
minha mente, meu coração,
sei lá o que é,
e o que é o que eu sinto?
só sei que escondido
no muro de um abismo,
isso mesmo...
num muro de um abismo.
porque do jeito que as coisas estão,
nada mais faz sentido.
então me explique esse absurdo,
onde minha mente tira ideias,
que eu tirei da minha vida?
de onde eu vejo coisas,
que não são vistas,
como eu faço para ser vistas...
apenas quero deixar tudo,
tudo, tudo, tudo, tudo,
melhor...
pra mim.
pra você.
pra todos.
só o melhor...
mas não dá, se você não me explicar esse absurdo:
como consegue a mente mentir assim?
ser um tronco ao dia,
e mar de lágrimas a tarde.
a noite pensamentos,
eles vão e vêm,
lhe trazendo tormento.
quantos amores você ja teve,
que tiveram virado
sua vida de cabeça para baixo?
que confuso,
lembrar de beijos,
dando beijos em alguém,
que maluco, fechar os olhos,
imaginando alguém,
do lado de alguém.
entorpece as vezes,
as ondas do mar,
quando as escuto...
pois assim eu consigo
não escutar a minha mente,
desviar a atenção dela.
preciso esquecer a mente,
pois minha mente fala
agora somente uma coisa.
minha mente, meu coração,
sei lá o que é,
e o que é o que eu sinto?
só sei que escondido
no muro de um abismo,
isso mesmo...
num muro de um abismo.
porque do jeito que as coisas estão,
nada mais faz sentido.
então me explique esse absurdo,
onde minha mente tira ideias,
que eu tirei da minha vida?
de onde eu vejo coisas,
que não são vistas,
como eu faço para ser vistas...
apenas quero deixar tudo,
tudo, tudo, tudo, tudo,
melhor...
pra mim.
pra você.
pra todos.
só o melhor...
mas não dá, se você não me explicar esse absurdo:
como consegue a mente mentir assim?
25 outubro 2009
24 outubro 2009
Saia de minha vida
Saia de minha mente, me deixe pensar ao menos.
Saia de meu olfato, não quero me entupir de perfume
E disfarçar o meu faro que só sente apenas um.
Saia de meus ouvidos, não quero alucinar suas risadas.
Saia de minha frente, não quero vê-la onde não a vejo.
Saia de minhas lembranças, não quero sentir saudade.
Saia de meu ambiente, não quero imaginar momentos
Que poderíamos passar juntos.
Saia de minha dor... ela merece ir embora.
Saia de minha alegria... ela merece se alegrar
Por outros motivos.
Saia de meus dedos, não quero mais escrever
Por tua causa.
Saia de minha poesia, preciso ter novas inspirações.
Saia de meu amor, dê espaço para outro ser amado.
Saia de minha mente, me deixe pensar ao menos.
Saia de minha vida, apenas por um instante,
Um instante só, para você poder sair de minha paz,
E deixá-la entrar no meu corpo.
Saia de minha vida.
Saia de meu olfato, não quero me entupir de perfume
E disfarçar o meu faro que só sente apenas um.
Saia de meus ouvidos, não quero alucinar suas risadas.
Saia de minha frente, não quero vê-la onde não a vejo.
Saia de minhas lembranças, não quero sentir saudade.
Saia de meu ambiente, não quero imaginar momentos
Que poderíamos passar juntos.
Saia de minha dor... ela merece ir embora.
Saia de minha alegria... ela merece se alegrar
Por outros motivos.
Saia de meus dedos, não quero mais escrever
Por tua causa.
Saia de minha poesia, preciso ter novas inspirações.
Saia de meu amor, dê espaço para outro ser amado.
Saia de minha mente, me deixe pensar ao menos.
Saia de minha vida, apenas por um instante,
Um instante só, para você poder sair de minha paz,
E deixá-la entrar no meu corpo.
Saia de minha vida.
23 outubro 2009
Tu tens?
Um curso, um percurso, um homem.
Uma faculdade, uma mentalidade, um conhecimento.
Uma faísca, uma chama, uma labareda.
Um néctar, uma pétala, uma flor.
Um batimento, um coração, um amor.
Uma adrenalina, um prazer, uma emoção.
Um passo, um caminho, uma vida.
Uma decisão, uma consequência, um preço.
Uma meta, uma trajetória, uma realização.
Um sonho, uma utopia, uma idealização.
Um olhar, um desejo, uma paixão.
Um túmulo, uma lembrança, uma eterna presença.
Uma tentativa, duas tentativas, três tentativas...
Esperança.
Uma faculdade, uma mentalidade, um conhecimento.
Uma faísca, uma chama, uma labareda.
Um néctar, uma pétala, uma flor.
Um batimento, um coração, um amor.
Uma adrenalina, um prazer, uma emoção.
Um passo, um caminho, uma vida.
Uma decisão, uma consequência, um preço.
Uma meta, uma trajetória, uma realização.
Um sonho, uma utopia, uma idealização.
Um olhar, um desejo, uma paixão.
Um túmulo, uma lembrança, uma eterna presença.
Uma tentativa, duas tentativas, três tentativas...
Esperança.
20 outubro 2009
Entrando em Sintonia
Nos sentimos realizados quando sentimos algo entrando em sintonia. As cordas de um violão vribranco harmoniosamente de forma ideal, sem abafamento ou ruídos. Aquela voz entrando no fundo, o efeite daqueles instrumentos todos juntos completando o conjunto da sintonia.
Descobrir a minha própria sintonia me aflinge constatemente. A homeostase de minha mente parece estar longe por vir. Os neurônios parecem perdido na hora de fazerem ligações entre eles para criarem uma correta rede de complexos nervosos. Não encontro um propósito em todo esse estresse rotineiro onde nos encontramos. Nem tenho a habilidade de analisar toda essa porcaria social que procuramos entender. Eu apenas procuro me sintonizar, como uma estação de rádio que para ser encontrada na camada mezozóica da atmosfera, é necessário uma determinada onda eletromagnética.
Metade das conquistas não são feitas nem por nós mesmos. Alguns de nossos sonhos, são tudo de bom, menos particulares. Todos desejam o mesmo. Casa, família, dinheiro... Alguns indicam sempre os mesmos lugares para nos encontrarmos. Na natureza. Outros na fé e a religião. Todo indicam um caminho, sendo que nem eles mesmos sabem em qual caminho estão caminhando. Todos perdidos, todos.
Todos completamente perdidos. Inclusive eu, já que não encontro a minha sintonia. O escrever é algo que remete uma competência que não envolve auto estima, nem conhecimetnos gerais. Eu prefiro apenas escrever e digerir tudo ao meu redor. Sinto que sinto a flor da pele.
Sentir o que sinto a flor da pele é a coragem de sentir de verdade o que é para ser sentido. Pelo menos tenho algo para me apoiar. O sentir, já que poucos a utilizam e deixam seus sentidos de lado, apenas tentam abafá-los em travesseiros, lágrimas, raiva, dor, ódio. Então se perdem e ficam mais longe ainda de sua sintonia. A verdadeira idealização. O que você realmente gostaria de ter.
Poucos sabem, e alguns, tão perdidos, que nesse mundo que somos imbutidos, nem conseguem se conter. Querem rotina, férias, amores, liberdade, querem tudo. Afinal de contas, não querem nada. Apenas tem vontade de ter. Quando se quer algo, ela se sobrepõe a maioria das suas vontades e não se iguala a maioria delas. Quando tudo fica igual, vai volta e continua dando voltas na sua vida, sabe que deveria ser feliz, mas as vezes não se sente e apenas acha que é normal. Aí você chegou no ponto em que se senta no caminho e trava - não sai do lugar. Fica travado no mesmo lugar porque tem vontade de fazer tudo, não quer nada com nada, só faz viver dia pós dia.
Dia pós dia sem significado. Alguns conseguem encontrar um significado a cada dia: inteligentes. Outros conseguem encontrar um significado para a vida inteira: sábios.
Essa é a diferença daqueles que não conseguem se decidir e dos que decidem seu futuro. E não é necessariamente um futuro de planejamentos. Alguns descobrem coisas agora que tem a certeza de que podem fazer isso por toda sua vida. E a partir desse momento o seu futuro e o seu presente se juntam e se tornam uma coisa só. O problema que devemos solucionar, é descobrir que futuro é este que estamos buscando alcançar. Se são de nossos pais, de nossas televisões, de nossas culturas, ou nossos mesmos.
O que é nosso? Acredito que não temos nada.
Nem as nossa próprias ações. Procuro então entrar em sintonia comigo mesmo. Seja no deserto, no urbano, ou na natureza. Aonde quer que eu esteja, eu sei que minha mente vai estar comigo e se eu deixar o ambiente me importunar, então ele me controlará.
E nada irá me controlar.
Descobrir a minha própria sintonia me aflinge constatemente. A homeostase de minha mente parece estar longe por vir. Os neurônios parecem perdido na hora de fazerem ligações entre eles para criarem uma correta rede de complexos nervosos. Não encontro um propósito em todo esse estresse rotineiro onde nos encontramos. Nem tenho a habilidade de analisar toda essa porcaria social que procuramos entender. Eu apenas procuro me sintonizar, como uma estação de rádio que para ser encontrada na camada mezozóica da atmosfera, é necessário uma determinada onda eletromagnética.
Metade das conquistas não são feitas nem por nós mesmos. Alguns de nossos sonhos, são tudo de bom, menos particulares. Todos desejam o mesmo. Casa, família, dinheiro... Alguns indicam sempre os mesmos lugares para nos encontrarmos. Na natureza. Outros na fé e a religião. Todo indicam um caminho, sendo que nem eles mesmos sabem em qual caminho estão caminhando. Todos perdidos, todos.
Todos completamente perdidos. Inclusive eu, já que não encontro a minha sintonia. O escrever é algo que remete uma competência que não envolve auto estima, nem conhecimetnos gerais. Eu prefiro apenas escrever e digerir tudo ao meu redor. Sinto que sinto a flor da pele.
Sentir o que sinto a flor da pele é a coragem de sentir de verdade o que é para ser sentido. Pelo menos tenho algo para me apoiar. O sentir, já que poucos a utilizam e deixam seus sentidos de lado, apenas tentam abafá-los em travesseiros, lágrimas, raiva, dor, ódio. Então se perdem e ficam mais longe ainda de sua sintonia. A verdadeira idealização. O que você realmente gostaria de ter.
Poucos sabem, e alguns, tão perdidos, que nesse mundo que somos imbutidos, nem conseguem se conter. Querem rotina, férias, amores, liberdade, querem tudo. Afinal de contas, não querem nada. Apenas tem vontade de ter. Quando se quer algo, ela se sobrepõe a maioria das suas vontades e não se iguala a maioria delas. Quando tudo fica igual, vai volta e continua dando voltas na sua vida, sabe que deveria ser feliz, mas as vezes não se sente e apenas acha que é normal. Aí você chegou no ponto em que se senta no caminho e trava - não sai do lugar. Fica travado no mesmo lugar porque tem vontade de fazer tudo, não quer nada com nada, só faz viver dia pós dia.
Dia pós dia sem significado. Alguns conseguem encontrar um significado a cada dia: inteligentes. Outros conseguem encontrar um significado para a vida inteira: sábios.
Essa é a diferença daqueles que não conseguem se decidir e dos que decidem seu futuro. E não é necessariamente um futuro de planejamentos. Alguns descobrem coisas agora que tem a certeza de que podem fazer isso por toda sua vida. E a partir desse momento o seu futuro e o seu presente se juntam e se tornam uma coisa só. O problema que devemos solucionar, é descobrir que futuro é este que estamos buscando alcançar. Se são de nossos pais, de nossas televisões, de nossas culturas, ou nossos mesmos.
O que é nosso? Acredito que não temos nada.
Nem as nossa próprias ações. Procuro então entrar em sintonia comigo mesmo. Seja no deserto, no urbano, ou na natureza. Aonde quer que eu esteja, eu sei que minha mente vai estar comigo e se eu deixar o ambiente me importunar, então ele me controlará.
E nada irá me controlar.
13 outubro 2009
São Vida
São músicas bem feitas que afetam nossas vidas. São troca de olhares, apertos de mãos, abraços, são risos, são casos, acidentes, são dores, são as perdas. A arte, o amor, o trabalho, a paixão, o casamento, o filho, o neto, o sonho, a realização, o sucesso. São os brilhos, as estrelas, a luz no fim do túnel, o fósforo na escuridão, a fenix ressurgindo das cinzas. São os livros, as palavras fortes, as fracas, as simples que dizem tudo, as complexas e longas que explicam muito pouco, são as reflexões, as ideias, a criatividade. O dom, o talento, o esforço, a sorte. O amor, o sexo, o sexo com amor, o que é tudo de bom. O traço, o perfil, a característica, o hobbie, o vício, a obssessão. A cola, o esquecimento, o desespero, o esforço mental, o raciocínio lento. O mito, a lenda, a invenção. A invenção, a reinvenção, o projeto, o objetivo, o caminho. O caminho, as pedras do caminho, a luta, a reindivicação, o sacríficio, a força, a família. Vamos ser sãos.
12 outubro 2009
09 outubro 2009
As pessoas não precisam disso
Elas não precisam disso. Elas sofrem, sentem ódio. De onde vem. De onde vem todo esse ódio. Onde nós chegamos? Que ponto nós chegamos que o melhor para a nossa proteção é fazer as pessoas que mais amamos se tornarem inseguras? Em que ponto nós chegamos? Em que mundo nós realmente estamos formando agora?
Elas não precisam disso. Elas choram, elas sofrem. De onde vem tanto sofrimento. Aonde nós estamos para sofrer assim? Que ponto nós chegamos de que, DE FATO, damos risada do sofrimento próximo, pelos mais míseros e mesquinhos sofrimentos. Quando uma TRAGÉDIA consome alguém, fechamos os olhos e choramos. Nos sensibilizamos. Que tipo de pessoas nós somos?
AONDE VEM TUDO ISSO? Como conseguimos agir com maior naturalidade quando envolve certa crueldade. Porque existem pessoas tão ridículas. O que essas pessoas tem na cabeça? Não é a culpa delas... porque alguém as criou assim. Alguém as ensinou. Todos nós somos culpados pelo que nos tornamos:
Mesquinhos, egoístas, miseráveis, escrotos, cruéis, idiotas, imaturos - alguns pensam que a maturidade na sua vem em resolver "coisas" e entendê-las, ao invés de APRENDER COM ESTAS "COISAS"-, carentes, solitários - sendo que vivemos cheeeio de amigos, mas que ironia...-, tristes, com medo de morrer, de sofrer, com medo, com medo, com medo, com medo...
Moribundos, ignorantes. E não venham me dizer que é porque nós somos humanos. HUMANOS NÃO SÃO ASSIM. Não me venham com aquele papo de equilíbrio. Não me venham com aquele papo de que violência existiu desde os primórdios da humindade. NÃO ME VENHAM COM ESSE MONTE DE MERDA. Não se pode aceitar. Senão elas nos consomem.
As pessoas não precisam disso para viver. Nós passamos por tanto sofrimento pela culpa dos outros, que é a culpa dos outros e vem alguns filho da puta de analistas dizendo que nós devemos resolver isso. De que não é a culpa deles. Entramos em uma porra chamada sociedade tão densa e viscosa que nos asfixia. E agora surgem pessoas que te ajudam a LIDAR com isso. Porque tudo isso é culpa nossa. Tudo.
Tudo. Tudo isso é culpa sua. Todo sofrimento que essas pessoas passaram. Toda esta fome, toda esta raiva que aquele "marginal" - adjetivo idiota - tem ao te assaltar. Sua culpa. E você um mísero mesquinho, lê esta porra como um simples texto. Ou então venha me chamar de rebelde. Idiota.
E isso que você faz... é crueldade. Não se coloca no lugar dos outros, seu idiota. Apenas valoriza quando se perde, apenas vive quando... não tem mais vida. Corremos contra o tempo para satisfazer uma sociedade, não a nós mesmos. Filósofico e errado. Não temos tempo de satisfazer os outros... que mal há nisso? QUE ABUSRDO EXISTE NISSO? Satisfazer os outros parece algo tão difícil para vocês, cruéis humanos. Ou diria somente humanos? Né, porque vocês justificam seus erros, seus atos falhos como coisas humanas, porque todos fazem. Idiota.
Errado. Sem tempo para nada, procuramos desesperadamente satisfazer nós mesmos dentro dessa sociedade. E o pior de tudo, nos satisfazermos DENTRO da sociedade e não DENTRO DE NÓS MESMOS. Somos ignorantes pois IGNORAMOS o que sentimos por dentro de nós.
Babacas como vocês, como eu... não sabem o que estão fazendo. E apenas justificam isso por inocência. Mas temos consciência, eu tenho, eu sinto um incomodo. Um peso na consciência. Vocês... apenas uma alfinetada por que JÁ ESTÃO ACUSTUMADOS COM ISSO. Conseguem assistir um noticiário sem esbugalhar os olhos... assim como eu. Sem se sentir impressionados com tanta tristeza e sofrimento. E um golpe de mídia, PERCEBA O QUE ELES VALORIZAM TRASMITIR.
E agora... vem aquele problema da África e blablabla e vocês se consideram pessoas conscientes. Ninguém vai lá. Nem eu. Eu não tenho coragem... Mas eu pelo menos procuro mudar as coisas que acontecem aqui. O sofrimento dos outros aqui. E vocês? Conscientes do mundo, mas não estão consciente do que estão ao redor de vocês.
Mentira. Estão conscientes sim. Mas ignoram...
Bastardos.
As pessoas não merecem vocês e vice versa. Todo mundo é um lixo nessa bizarra visão de sobrevivência que nós chamamos de vida.
Bastardos. Mudem alguma coisa, pelo menos ajudar as pessoas ao seu lado.
ps.: E não ajudar seus amigos que você mais gosta e admira, seu egoísta e idiota. Poderia começar por alguém que não conhecesse.
Aprendam a ser gente. Aprendam a ser humanos.
Porque pelo que venho observado, depois de tantos anos... ninguém aqui é humano.
Somos monstros.
Elas não precisam disso. Elas choram, elas sofrem. De onde vem tanto sofrimento. Aonde nós estamos para sofrer assim? Que ponto nós chegamos de que, DE FATO, damos risada do sofrimento próximo, pelos mais míseros e mesquinhos sofrimentos. Quando uma TRAGÉDIA consome alguém, fechamos os olhos e choramos. Nos sensibilizamos. Que tipo de pessoas nós somos?
AONDE VEM TUDO ISSO? Como conseguimos agir com maior naturalidade quando envolve certa crueldade. Porque existem pessoas tão ridículas. O que essas pessoas tem na cabeça? Não é a culpa delas... porque alguém as criou assim. Alguém as ensinou. Todos nós somos culpados pelo que nos tornamos:
Mesquinhos, egoístas, miseráveis, escrotos, cruéis, idiotas, imaturos - alguns pensam que a maturidade na sua vem em resolver "coisas" e entendê-las, ao invés de APRENDER COM ESTAS "COISAS"-, carentes, solitários - sendo que vivemos cheeeio de amigos, mas que ironia...-, tristes, com medo de morrer, de sofrer, com medo, com medo, com medo, com medo...
Moribundos, ignorantes. E não venham me dizer que é porque nós somos humanos. HUMANOS NÃO SÃO ASSIM. Não me venham com aquele papo de equilíbrio. Não me venham com aquele papo de que violência existiu desde os primórdios da humindade. NÃO ME VENHAM COM ESSE MONTE DE MERDA. Não se pode aceitar. Senão elas nos consomem.
As pessoas não precisam disso para viver. Nós passamos por tanto sofrimento pela culpa dos outros, que é a culpa dos outros e vem alguns filho da puta de analistas dizendo que nós devemos resolver isso. De que não é a culpa deles. Entramos em uma porra chamada sociedade tão densa e viscosa que nos asfixia. E agora surgem pessoas que te ajudam a LIDAR com isso. Porque tudo isso é culpa nossa. Tudo.
Tudo. Tudo isso é culpa sua. Todo sofrimento que essas pessoas passaram. Toda esta fome, toda esta raiva que aquele "marginal" - adjetivo idiota - tem ao te assaltar. Sua culpa. E você um mísero mesquinho, lê esta porra como um simples texto. Ou então venha me chamar de rebelde. Idiota.
E isso que você faz... é crueldade. Não se coloca no lugar dos outros, seu idiota. Apenas valoriza quando se perde, apenas vive quando... não tem mais vida. Corremos contra o tempo para satisfazer uma sociedade, não a nós mesmos. Filósofico e errado. Não temos tempo de satisfazer os outros... que mal há nisso? QUE ABUSRDO EXISTE NISSO? Satisfazer os outros parece algo tão difícil para vocês, cruéis humanos. Ou diria somente humanos? Né, porque vocês justificam seus erros, seus atos falhos como coisas humanas, porque todos fazem. Idiota.
Errado. Sem tempo para nada, procuramos desesperadamente satisfazer nós mesmos dentro dessa sociedade. E o pior de tudo, nos satisfazermos DENTRO da sociedade e não DENTRO DE NÓS MESMOS. Somos ignorantes pois IGNORAMOS o que sentimos por dentro de nós.
Babacas como vocês, como eu... não sabem o que estão fazendo. E apenas justificam isso por inocência. Mas temos consciência, eu tenho, eu sinto um incomodo. Um peso na consciência. Vocês... apenas uma alfinetada por que JÁ ESTÃO ACUSTUMADOS COM ISSO. Conseguem assistir um noticiário sem esbugalhar os olhos... assim como eu. Sem se sentir impressionados com tanta tristeza e sofrimento. E um golpe de mídia, PERCEBA O QUE ELES VALORIZAM TRASMITIR.
E agora... vem aquele problema da África e blablabla e vocês se consideram pessoas conscientes. Ninguém vai lá. Nem eu. Eu não tenho coragem... Mas eu pelo menos procuro mudar as coisas que acontecem aqui. O sofrimento dos outros aqui. E vocês? Conscientes do mundo, mas não estão consciente do que estão ao redor de vocês.
Mentira. Estão conscientes sim. Mas ignoram...
Bastardos.
As pessoas não merecem vocês e vice versa. Todo mundo é um lixo nessa bizarra visão de sobrevivência que nós chamamos de vida.
Bastardos. Mudem alguma coisa, pelo menos ajudar as pessoas ao seu lado.
ps.: E não ajudar seus amigos que você mais gosta e admira, seu egoísta e idiota. Poderia começar por alguém que não conhecesse.
Aprendam a ser gente. Aprendam a ser humanos.
Porque pelo que venho observado, depois de tantos anos... ninguém aqui é humano.
Somos monstros.
The mixed tape
The mixed tape - Jack's Mannequin
This is morning
That's when I spend the most time
Thinking 'bout what I've given up
This is a warning
When you start the day just to close the curtains
You're thinking 'bout what I've given up
Where are you now?
As I'm swimming through the stereo
I'm writing you a symphony of sound
Where are you now?
As I rearrange the songs again
This mix could burn a hole in anyone
But it was you I was thinking of
It was you I was thinking of
I read your letter
The one you left when you broke into my house
Retracing every step you made
And you said you meant it
And there's a piece of me in every single
Second of every single day
But if it's true then tell me how it got this way
Where are you now?
As I'm swimming through the stereo
I'm writing you a symphony of sound
Where are you now?
As I rearrange the songs again
This mix could burn a hole in anyone
But it was you I was thinking of
It was you I was thinking of
And I can't get to you
I can't get to you
I can't get to you
Where are you now?
As I'm swimming through the stereo
I conduct a symphony of sound
Where are you now?
As I'm cutting through you track by track
I swear to God this mix could sink the sun
But it was you I was thinking of
It was you I was thinking of
And where are you now?
And where are you now?
And this is my mixed tape for her
It's like I wrote every note
With my own fingers
This is morning
That's when I spend the most time
Thinking 'bout what I've given up
This is a warning
When you start the day just to close the curtains
You're thinking 'bout what I've given up
Where are you now?
As I'm swimming through the stereo
I'm writing you a symphony of sound
Where are you now?
As I rearrange the songs again
This mix could burn a hole in anyone
But it was you I was thinking of
It was you I was thinking of
I read your letter
The one you left when you broke into my house
Retracing every step you made
And you said you meant it
And there's a piece of me in every single
Second of every single day
But if it's true then tell me how it got this way
Where are you now?
As I'm swimming through the stereo
I'm writing you a symphony of sound
Where are you now?
As I rearrange the songs again
This mix could burn a hole in anyone
But it was you I was thinking of
It was you I was thinking of
And I can't get to you
I can't get to you
I can't get to you
Where are you now?
As I'm swimming through the stereo
I conduct a symphony of sound
Where are you now?
As I'm cutting through you track by track
I swear to God this mix could sink the sun
But it was you I was thinking of
It was you I was thinking of
And where are you now?
And where are you now?
And this is my mixed tape for her
It's like I wrote every note
With my own fingers
08 outubro 2009
Oi
"Eu não sou esse cara e não quero ser. Mas, algum dia desse, vou conhecer uma garota que realmente me ame. Talvez ela não vá ser o que você chama de sexy. Mas eu a acharei linda e direi isso a ela. Não serei cruel para ela, porque não terei que fazer joguinhos. Só serei o cara que ela possa contar, e... Isso será o suficiente. E se não for, talvez isso não seja para mim então."
Tchau
Tchau
06 outubro 2009
Fatos... farto
Calmo, tranquilo, o vento corre pelos pinheiros, driblando as folhas.
Os troncos se balançam, caem para um lado só, todos juntos, no mesmo ângulo, ao mesmo tempo, enquanto o assobio do ar ainda está na atmosfera.
A grama, parecia ter sido cortada por todo o campo, retilínea, parecia um arco de pêlos entre os pinheiros.
O corpo com as costas nuas sentia toda esta natureza.
Além de um peso, uma massagem nos ombros e nas costas.
Uma brisa cortava-lhe o rosto.
E o vento gelado no seu corpo comprovava o calor que ele próprio exalava.
Uma paixão.
Uma contradição.
Uma comprovação.
Fatos... farto.
Os troncos se balançam, caem para um lado só, todos juntos, no mesmo ângulo, ao mesmo tempo, enquanto o assobio do ar ainda está na atmosfera.
A grama, parecia ter sido cortada por todo o campo, retilínea, parecia um arco de pêlos entre os pinheiros.
O corpo com as costas nuas sentia toda esta natureza.
Além de um peso, uma massagem nos ombros e nas costas.
Uma brisa cortava-lhe o rosto.
E o vento gelado no seu corpo comprovava o calor que ele próprio exalava.
Uma paixão.
Uma contradição.
Uma comprovação.
Fatos... farto.
04 outubro 2009
Existem 6 bilhões, 470 milhões, 818 mil e 671 pessoas no mundo. Alguns fogem da vida. Outras estão indo de encontro a ela. Alguns apenas querem ficar inertes a tudo. Algumas choram, outras estão felizes. Existem carros se movimentando, pessoas andando, somos tão pequenos a grandeza disso tudo.
E as vezes, de todas essas pessoas...
Só precisamos de uma.
E as vezes, de todas essas pessoas...
Só precisamos de uma.
Perto do fim de uma carta qualquer
Sabe, eu poderia te abraçar para sempre.
E ainda não seria sido tempo o bastante.
Eu sei agora que quando você tem um coração partido, tem que lutar com tudo pra ter certeza de que ainda está vivo. Porque está. E aquela dor que sente, é a vida. E a confusão e o medo? Estão ali para te lembrar que existe em algum lugar, algo melhor.
E algo pelo qual vale a pena lutar.
ps.: Eu amo você, sempre amarei. Apenas não confio em você.
E ainda não seria sido tempo o bastante.
Eu sei agora que quando você tem um coração partido, tem que lutar com tudo pra ter certeza de que ainda está vivo. Porque está. E aquela dor que sente, é a vida. E a confusão e o medo? Estão ali para te lembrar que existe em algum lugar, algo melhor.
E algo pelo qual vale a pena lutar.
ps.: Eu amo você, sempre amarei. Apenas não confio em você.
03 outubro 2009
Um momento, uma brisa, uma reflexão
"Tenho certeza que esse cara está por aí em algum lugar, disse ele.
Talvez... mas estou com medo de abrir meu coração de novo, disse ela.
A alternativa não é ainda mais assustadora?, perguntou ele.
Claro. Eu me sinto sozinha as vezes. Isso é duro. Mas acho que é o preço que se paga por descobrir o que você realmente quer, certo?, respondeu ela."
Talvez... mas estou com medo de abrir meu coração de novo, disse ela.
A alternativa não é ainda mais assustadora?, perguntou ele.
Claro. Eu me sinto sozinha as vezes. Isso é duro. Mas acho que é o preço que se paga por descobrir o que você realmente quer, certo?, respondeu ela."
01 outubro 2009
29 setembro 2009
So Beautiful
Peter Murray - So Beautiful
Found myself just the other day
In the backyard of a friends place
Thinking about you.
Thinking of the crowd you're in,
What you're up to, where you've been,
Just thinking.
You know the clothes that you wear
And the colour in your hair
Shouldn't change you.
Now you tell me why is it so
You're bigger than Mighty Joe,
At least you think so.
God my fingers burn
Now when I think of touching your hair.
You have changed so much that I don't know
If I can call you and tell you I care.
And I would love to bring you down,
And plant your feet back on the ground.
Threw my smoke down on the ground
Turned my head and I heard the sound
That reminded me
Of the days so young and sweet,
Always so much fun to me,
At least I thought so.
Now you think you're so damn fine
You can rule the world - no, not mine,
I don't think so.
God my fingers burn
Now when I think of touching your hair.
You have changed so much that I don't know
If I can call you and tell you I care.
You know the scene that you're in,
And the people that you've been with,
Just get to me.
But you think I'm not as cool
As you are so beautiful,
Who you fooling?
Well I'm here to tell you babe
The game you're in is just a game,
So damn pretentious.
God my fingers burn
Now when I think of touching your hair.
You have changed so much that I don't know
If I can call you and tell you I care.
And I would love to bring you down,
And plant your feet back on the ground.
You think you're so beautiful, so beautiful.
Found myself just the other day
In the backyard of a friends place
Thinking about you.
Thinking of the crowd you're in,
What you're up to, where you've been,
Just thinking.
You know the clothes that you wear
And the colour in your hair
Shouldn't change you.
Now you tell me why is it so
You're bigger than Mighty Joe,
At least you think so.
God my fingers burn
Now when I think of touching your hair.
You have changed so much that I don't know
If I can call you and tell you I care.
And I would love to bring you down,
And plant your feet back on the ground.
Threw my smoke down on the ground
Turned my head and I heard the sound
That reminded me
Of the days so young and sweet,
Always so much fun to me,
At least I thought so.
Now you think you're so damn fine
You can rule the world - no, not mine,
I don't think so.
God my fingers burn
Now when I think of touching your hair.
You have changed so much that I don't know
If I can call you and tell you I care.
You know the scene that you're in,
And the people that you've been with,
Just get to me.
But you think I'm not as cool
As you are so beautiful,
Who you fooling?
Well I'm here to tell you babe
The game you're in is just a game,
So damn pretentious.
God my fingers burn
Now when I think of touching your hair.
You have changed so much that I don't know
If I can call you and tell you I care.
And I would love to bring you down,
And plant your feet back on the ground.
You think you're so beautiful, so beautiful.
28 setembro 2009
Meu ultimo por enquanto, prometo
meu ultimo, portanto prometi que esqueceria do mundo.
e esquecer do mundo é algo fácil, acredite se quiser.
difícil é esquecer de você.
as músicas, as vozes, os cheiros... me trazem a ti.
todo os caminhos me indicam ao mesmo lugar,
me sinto como um animal.
me sinto como se não controlasse meus instintos.
eu amo, eu choro, eu grito... eu preciso disso.
e por isso, continuo aqui, sentindo isto.
meu rabo fica preso entre as pernas.
imagino muitas cenas sobre o que devo falar.
tenho em mente muitas cenas de como eu poderia te amar.
do que eu poderia ter feito...
do que voce não me deixou fazer...
do que eu fiz, mas não como eu gostaria.
nada é como eu gostaria.
então, eu tenho que gostar de que?
me diga então por favor.
não satisfaço meus desejos,
não recebo mimos do destino.
preciso realmente estar aqui?
eu poderia ter vivido muito mais.
e acho que não foi porque eu não quis viver,
mas porque a vida não me deixou viver.
essa vida sempre trabalhou em travar meus caminhos,
por todos os rumos que decidi seguir.
por todos os mundos que escaparam de minha mão... que eu perdi.
eu virei uma pessoa egoísta, como todos os outros.
ou talvez eu tenha uma visão pessimista dos outros.
mas eu sou agora egoísta.
eu quero o bem para mim...
e por isso, eu prometo ser o último...
porque eu quero ser feliz.
e esquecer do mundo é algo fácil, acredite se quiser.
difícil é esquecer de você.
as músicas, as vozes, os cheiros... me trazem a ti.
todo os caminhos me indicam ao mesmo lugar,
me sinto como um animal.
me sinto como se não controlasse meus instintos.
eu amo, eu choro, eu grito... eu preciso disso.
e por isso, continuo aqui, sentindo isto.
meu rabo fica preso entre as pernas.
imagino muitas cenas sobre o que devo falar.
tenho em mente muitas cenas de como eu poderia te amar.
do que eu poderia ter feito...
do que voce não me deixou fazer...
do que eu fiz, mas não como eu gostaria.
nada é como eu gostaria.
então, eu tenho que gostar de que?
me diga então por favor.
não satisfaço meus desejos,
não recebo mimos do destino.
preciso realmente estar aqui?
eu poderia ter vivido muito mais.
e acho que não foi porque eu não quis viver,
mas porque a vida não me deixou viver.
essa vida sempre trabalhou em travar meus caminhos,
por todos os rumos que decidi seguir.
por todos os mundos que escaparam de minha mão... que eu perdi.
eu virei uma pessoa egoísta, como todos os outros.
ou talvez eu tenha uma visão pessimista dos outros.
mas eu sou agora egoísta.
eu quero o bem para mim...
e por isso, eu prometo ser o último...
porque eu quero ser feliz.
24 setembro 2009
Ver você.
Não consigo dizer palavras a você. Não consigo escrever nada. Não consigo reviver bons momentos, eu apenas me lembro deles como vagas lembranças. Não alcanço meus objetivos, não a vejo frequentemente, acho que tomo muito pouco conta de mim mesmo. Precisei agora dar mais valor a vida, toquei a vida pra frente muitas vezes. Mas parece que há algo que sempre me leva pra trás. Você.
Pareço contente, as vezes não estou, me sinto infeliz. Sempre estive infeliz, mas agora estou triste, depressivo. As vezes penso que por mais que eu mude minhas escolhas e tipos, é você, sabe... Não vejo futuro, não quero ver futuro. Depois de algumas experiências, o futuro é tão incerto que chega assusta.
Em segundos em um espelho, você pode mudar sua vida. Em segundos, com uma pequena visão, você pode dar sabor a vida. Tudo se transforma tão rápido e tão lento que ficamos desnorteados. Queremos jogar tudo pro ar, queremos tudo para gente. Lutamos por mil coisas e queremos dormir quando a decisão é planejar o futuro e a vida, quando existem cobranças.
Queremos ver o que não enxergamos, queremos viver o que ainda não aproveitamos, queremos sentir, deixar fluir, ouvir, falar mais, pensar, descansar, sonhar. Queremos sonhar.
A Natureza nos forma, nos constrói, os instintos nos destroem, nos emocionam, as máscaras, a criação, as características nos definem, nos consolidam. A vida é uma consolação, uma solução e uma perda de tempo.
E você tem todo o tempo do mundo para fazê-la divertida. Eu queria apenas, eu somente queria saber porque algumas coisas não saem do meu coração, entender o que é amar. Eu queria saber porque sempre procuro pensar e de onde vem algumas frases da minha cabeça.
Eu queria ver o mundo. E como grande e importante é ver o mundo... para mim eu me satisfaria se eu pudesse somente ver você.
Entende o que quero dizer?
Ver você.
20 setembro 2009
A não ser...
Que, se você, talvez,
Querer me dizer,
O que tem pra dizer,
Se sentir o que sente,
Que acho que sente,
Me conte, não tema,
Não tema, ao dilema,
Que é amar, ou simplesmente,
Respeitar o outro.
A não ser...
Que você minta,
E não diga o que sente,
Nem fique exposta.
Que você só chore,
Onde eu não esteja,
E sorri sempre a minha volta.
Que você finja
Que não se importa,
Que você olhe pro lado oposto.
A não ser que,
Com um milagre tudo aconteça,
Só um desejo da minha cabeça...
Só um pedido que eu queria,
Mas... é felicidade para os outros
E tristeza para minha vida.
Querer me dizer,
O que tem pra dizer,
Se sentir o que sente,
Que acho que sente,
Me conte, não tema,
Não tema, ao dilema,
Que é amar, ou simplesmente,
Respeitar o outro.
A não ser...
Que você minta,
E não diga o que sente,
Nem fique exposta.
Que você só chore,
Onde eu não esteja,
E sorri sempre a minha volta.
Que você finja
Que não se importa,
Que você olhe pro lado oposto.
A não ser que,
Com um milagre tudo aconteça,
Só um desejo da minha cabeça...
Só um pedido que eu queria,
Mas... é felicidade para os outros
E tristeza para minha vida.
Um sujeito e uma paixão

A menina olhou-o, olhou-o novamente. Talvez não soubessem dizer palavras, mas no final das contas, pareceu fingir que não ouviu o que acabara de ouvir. Levou seus olhares ao céu, depois ao chão e depois a ele novamente.
Não sei o que dizer, ela disse.
É a pior frase a se dizer, ele disse.
Mas não sei o que falar, ela disse.
Então não fale nada, ele disse. Ele disse e encaminhou-se para um beijo. Ela virou o rosto.
Que foi?, ele disse.
Não sei, ela disse.
Por que você tá assim?, ele disse.
Não sei, ela disse.
Me diga alguma coisa, ele disse, Me dê um alô a vida.
Como assim?, ela disse.
Você não quer fugir da vida comigo?, ele disse.
Eu não sei, ela disse.
É..., ele disse. E depois disse novamente:
A pior resposta é o silêncio de um sentimento que tem medo de gritar.
Perdoe-me
Uma criança chorava descontroladamente no canto do muro. Chorava e enquanto fazia tal, um velho passava pelo muro. Uma outra criança chegou e se encaminhou para a que se escondia pelos cantos. O velho parou e observou a situação.
Desculpa ter pegado seu brinquedo. Vamos voltar?, disse a que acabara de chegar. A outra ficou observando para seu colega e seu brinquedo perdido na mão dele.
Eu devia, né? Mas eu não to legal... Mas eu não consigo, foi a resposta que conseguiu dar antes de voltar a chorar. E já a outra saiu com a cara enfezada pelo que acabava de ouvir.
O velho esperou o garoto que segurava o brinquedo partir e se aproximou do que ainda chorava. O menino frágil, olhou pro velho antes do próprio perguntar o que havia acontecido. Depois de ter contado o corrido - de que a outra criança tomado o seu brinquedo de sua mão - a criança disse:
Meu pai me ensinou que para perdoar o outro, precisa se perdoar a si mesmo, disse com a voz chorosa.
Bem, seu pai errou, respondeu o velho. A criança encarou o velho levando isso praticamente como um insulto. Mas o velho continuou:
As pessoas normalmente interpretam errado essa frase. O perdão a si próprio não envolve a situação em si. Perdoar a si próprio, não significa ter que entender o que o próximo causou a você.
"Não significa que você tem problemas, ou que você tem que perdoar os seus defeitos. Perdoar a si próprio quase não significa perdoar."
A criança não entendia nada que o velho dizia, mas pelo havia parado de chorar.
Você precisa entender - continuou o velho - que perdoar a si próprio é entender o significado do perdão do outro. Se colocando no lugar dele. Você precisa ver com que intenção o outro faz isso a você. O próximo tem que te entender para lhe pedir perdão. Não é somente pedir perdão. Quando o que está próximo a você, não entende o porque está pedindo perdão, você não deve deixar ele pedir perdão, você não deve si perdoar nem perdoá-lo. Perdoar equivale a partir do momento que ele entende porque pede perdão e então você pode se permitir, se perdoar por ter causado tudo isso, e deixar que as coisas voltem ao normal.
"Perdoar a si é perdoar a situação, esperando que os outros saibam porque te pedem perdão."
19 setembro 2009
Um companheiro e uma paixão

Eu lhe defino assim: sincera, tranquila, apesar de tanta confusão em sua cabeça. Desnorteada, talvez nao encontre muita coisa, porque talvez não queira, só pensa em viver e viver e viver. As vezes isso te afasta de pensar e decidir, mas não é tão ruim assim. Talvez com um pequeno toque na sua vida, você decida viver, viver e viver com alguma compainha ao seu lado.
Ele olhou severamente para ela e sem esperar pela resposta, continuou:
Talvez quando tudo tiver acabado, quando tudo tiver dado errado, você pense em mim. Ou talvez não, mas pensar positivo não me resolve, eu tenho que agir e me esforçar ao seu lado para que isso ocorra. Não é simplesmente esperar que eu marque na sua vida. Quem tem a tinta e o carimbo sou eu. Falta você me dar o papel.
"Se você tivesse a coragem de dizer o que deveria ter dito muitas vezes, talvez não teríamos chegado onde nós chegamos. Agora, aqui, perdidos, ou achados, já que estamos no mesmo lugar, acabe resultando em um caminho diferente."
"A vida muda bruscamente por um sim. Por um não. Mas nada muda, porque tudo continua normal, simplesmente não sabemos descrever o que mudamos. O que está diferente em nossa vida. Algo está, mesmo a rotina continuando sendo a mesma.
"A infelicidade das pessoas está em não encontrar felicidade nas pessoas. E infelicidade do seres está em não encontrar um equilíbrio neles mesmos. Olha, quando alguém está infeliz, muitas vezes somos rudes em colocar a culpa nos outros, por mais que os outros não tenham feito nada. Rejeitamos o fato de pensar de que aquelas pessoas não estão suprimindo nossa necessidade e carência."
Ele respirou fundo, continuou observando-a com olhos tranquilos:
Se você colocar na sua mão o tamanho do peso de um amor, você nunca saberá pesar. Mas você pode colocar na sua mão o tamanho do valor que uma pessoa tem. E esse valor nós levamos pelo resto de nossas vidas e por mais que nossa vida desabe, na vida, existem duas opções de fugir - da vida. Um companheiro e uma paixão. Minha paixão é escrever, minha companheira é você.
"Eram esses os momentos que eu esperava ter com você, nas nuvens, sonhando, flutuando... esquecendo de tudo."
"Vamos fugir da vida comigo?"
16 setembro 2009
Demasiado incerto
Por terem corrido o mundo, talvez estes dois motoqueiros achassem terem visto o de tudo que poderiam ja ter visto. Terem visto, sentido, ouvido. Se consideram homens do mundo, pois o mundo, teoricamente ao seus pés, foi corrido muito pelos dois. Agora, em cima da velha moto, passava pela muralha da China, deixando para trás o Himalaia, Nepal e etc.
O único som presente era o som da moto que dirigia-se a uma estrada que não tinha fim. O fim sempre bem perto da morte, mas a morte sempre a espreita de longe, muito longe... você nunca espera, mas ela sempre te aparece nas piores vezes. Uma merda.
E por isso a moto derrapou quando um animal tentou cruzar a estrada. A moto derrapa com velocidade e o rapaz que estava atrás é lançado para longe, mais ou menos 2 metros de altura e arrastado mais uns 15 metros pelo chão, corroendo toda sua pele.
Com o corpo ainda quente e vivo sem parte do orgão epitelial para protegê-lo, levantou-se do chão. Ele sentia uma costela quebrada, um braço quebrado. Parecia que uma mão gigante fechou e abriu várias vezes com ele dentro. Latejava o corpo inteiro.
Fernandez? Fernandez?, ele procurava seu companheiro de 4 anos de viagem. Ele precisava vê-lo, com tantos machucados, só poderia morrer. Sentia um dor enorme, começou a chorar pois não ouvia nada. Alias, ouvia sim. Tosses fracas.
Toda aquela poeira não fazia ele enxergar coisa alguma. Não eram tosses fracas, mas sim dificuldade de respirar. O seu companheiro era asmático.
Fernandez! Fernandez, mierda!, gritava desesperado, se arrastado para encontrar o amigo. O excesso de esforço o deitou tonto e o fez desmaiar. Morreu antes de ver seu amigo.
Acordou em uma maca. Perguntou o que fazia ali e o médico havia dito que camponeses encontraram eles e levaram para o posto médico da fronteira. Ele havia fraturado duas costelas, quebrado um braço, uma perna, uma fissura no pulso, cortado o rosto, ralou do ombro a batata. Levou 7 pontos no rosto o que deixaria uma cicatriz daquele momento para sempre.
Onde está, Fernandez?! Onde está? Ele já está bem?, perguntou desperado.
Ele morreu, disse o médico com um olhar vazio.
Fez-se um silêncio de alguns segundos no ambiente.
Mas como... vocês me curaram... o que ele teve?, disse o homem revoltado com toda a situação. Tinha certeza de ter visto o seu amigo intacto, apenas tossindo.
Bem, senhor... a poeira agravou o quadro de asma... ele teve uma parada cardiorespiratório e morreu.
Em um deserto mental.
Eu nao sei onde ir, disse.
O garoto olhava pra direções sem saber que direções estava olhando. Se encontrava diante de um homem que usava calças folgadas, com uma mochila nas costas e um lenço amarrado na cabeça.
Vai pra onde der pra ir, garoto, ele falou.
Um homem com cara de chileno falando com um menino africano. Estavam os dois passando pelo Egito e o homem que colocava no momento os óculos escuros, continuava parado esperando a resposta do menino. Nada veio, o garoto seguiu o seu conselho, veemente, apenas se virou e saiu caminhando em uma direção qualquer sem saber que direção era.
Ele esperou o garoto sumir de vista para apreciá-la melhor. O menino estava simplesmente estragando sua passagem. Uma passagem em um deserto, caminho da vida, pedregulhos, tudo mais.
É uma vida pertubada, essa, pensava o homem, quando se pensa que sabe tudo, está errado. A sabedoria tá na simplicidade e na vida, não nos homens. Os homens que lêem a vida não são sábios, apenas trasmitem a sabedoria da vida. Isso não os culpa de seus defeitos, que continuam tendo... que continuam existindo...
Muitos livros, ele continuava ainda seu raciocínio, dizem muitas coisas que podem ser consideradas hipócritas quando o homem que as escreve é tão humano quanto os outros. O julgamento pelas palavras é a mais forte Lei. Não existe Lei mais certa do que o julgamento pelas palavras.
"A vida é uma ilusão. A ilusão é um pensamento seu. A sabedoria é ler as ilusões. Pois entendendo as ilusões, reconhece a realidade. A verdadeira visão do mundo está no contrário. Quando se tem noção da ilusão, a realidade parece estar mais a tona. Mas você continua não sabendo que realidade é essa, mas toma conhecimento dela."
"É como a vida. Tens sabedoria da vida, mas nunca tomará conhecimento de seu objetivo no mundo ou porque está aqui. Tudo continuará no mistério, só que o conhecimendo das desilusões faz você viver melhor a sua vida. Falar delas e das estatísticas, dos conselhos, dos detalhes e mais milhões de coisas que as pessoas escrevem nos livros, não modifica muita coisa."
O homem começou a caminhar, já não perdido em seus pensamentos, mais percebendo no garoto que ia embora e no homem que caminhava pelo deserto.
Ele é imenso, cheio de miragens, um calor insuportável para sobreviver... e as roupas, não podem ser brancas, para não absorver a luz. E sim roupas pretas e largas, para que ocorra uma melhor circulação do ar, fazendo com que você consiga sobreviver nesse ambiente quente.
Esta seria a minha visão da vida, disse o homem agora em voz alta, mas... Mesmo pensando nisso tudo, não sei lhe dizer o que deu errado.
Seus passos eram fundos e pesados, o cansaço da caminhada lhe pedia uma boa hospedagem logo após das pirâmides em Cairo.
14 setembro 2009
Vanglorize-se
Nos poros de um pensamento, as vezes sai uma resposta. Quando eu vivo uma resposta, eu sinto na flor da pele a decisão. Mas poucas vezes elas tem a mesma sensação de uma paixão. O pensamento surge, a reposta aparece, a vontade de decidir está ali. Tudo presente ao mesmo tempo, cria uma forma muito grande para você querer agir. Entra um jorro de força de vontade e qualquer coisa faz fluir seus movimentos em relação a resposta.
Mas, em um determinado momento uma sensação forte, abrupta, atinge seu peito, aflora e estoura pelo corpo inteiro. Isso as vezes desaba tudo em sua volta. Você percebe que em sua vida material, conceitual, por mais que esteja estabilizada, esta sensação que aflora sem os seus pedidos, sempre desestabiliza.
Isso acontece, porque sempre existe uma sensação que sobrepõe mais que a outra, mais que tudo que seja conceitual, material. É um sentimento que se aproxima da loucura, do risco, do jogo do azar. Você percebe que milhões de sensações e duvidas correm para o seu cérebro e no final das contas, tem uma pitada de prazer, de novidade, de desconhecido e não há justificativa para isso mas... você acaba gostando. O risco, a tentativa, você sente que o sucesso, a missão cumprida está perto e quando consegue... irá vanglorizar-se disso.
Vanglorizar.
Isso nunca vai acontecer comigo.
Mas, em um determinado momento uma sensação forte, abrupta, atinge seu peito, aflora e estoura pelo corpo inteiro. Isso as vezes desaba tudo em sua volta. Você percebe que em sua vida material, conceitual, por mais que esteja estabilizada, esta sensação que aflora sem os seus pedidos, sempre desestabiliza.
Isso acontece, porque sempre existe uma sensação que sobrepõe mais que a outra, mais que tudo que seja conceitual, material. É um sentimento que se aproxima da loucura, do risco, do jogo do azar. Você percebe que milhões de sensações e duvidas correm para o seu cérebro e no final das contas, tem uma pitada de prazer, de novidade, de desconhecido e não há justificativa para isso mas... você acaba gostando. O risco, a tentativa, você sente que o sucesso, a missão cumprida está perto e quando consegue... irá vanglorizar-se disso.
Vanglorizar.
Isso nunca vai acontecer comigo.
10 setembro 2009
Mera canonização
Por alguns momentos penso. Por alguns momentos eu penso como eu vivo e deveria viver. Faço comparações simples, as vezes compostas criando um longo período. Aí minha vida se resume em um parágrafo bem longo. A lógica de meu cérebro segue apenas a mim mesmo e há apenas eu para decidir sobre meu destino.
Um dia acordei e a manhã de um domingo de sol adentrava a janela. Descompromissado com a minha própria vida, pensei de que forma eu iria viver. Como iria viver naquele hoje. Levantando da cama, se espreguiçando rapidamente, sempre procuro meus afazares mais simples.
Agora, depois de uma reflexão propositadamente ridícula, vamos para parte mais significante. Na verdade esperava que alguns não tivessem paciência de ler tal parte. Já é um passo a frente. Os que tiveram uma mísera perseverança, chegaram aqui.
As vezes me irrito tanto pelo tão pouco que as pessoas utilizam para maltratar.
As vezes imagino que teorias e informação, as mais diferentes formas de entender o mundo, não fazem entender a você mesmo.
Percebi que quanto mais gritamos por nossos sentimentos, mais eles são silenciados. E cada vez que seguramos mais o que sentimos, mais as pessoas se esforçam para fazer silêncio para conseguir ouvi-los.
Também consigo entender porque as pessoas sempre conseguem tratar da forma que nunca é o ideal. Ninguém nunca tem sentimentos iguais. Por mais que se amem ou se gostem, a diferença existe, por mais sutil que seja.
Descobri que o mundo mais ideal é o mundo que menos queremos ter. Pois esse mundo desleal e que nos faz sofrer, faz entender a vida e as pessoas. E não é o mundo que nos faz feliz e sim a compainha que nós temos conosco.
As vezes necessitamos ficar só. Mas nunca precisamos viver sozinhos.
Choramos por coisas bobas, porque se não fossem bobas, nós não deixaríamos de chorar.
A felicidade nunca é eterna. Mas a felicidade daquela lembrança, sim.
Esse post será sujeito a alterações.
Um dia acordei e a manhã de um domingo de sol adentrava a janela. Descompromissado com a minha própria vida, pensei de que forma eu iria viver. Como iria viver naquele hoje. Levantando da cama, se espreguiçando rapidamente, sempre procuro meus afazares mais simples.
Agora, depois de uma reflexão propositadamente ridícula, vamos para parte mais significante. Na verdade esperava que alguns não tivessem paciência de ler tal parte. Já é um passo a frente. Os que tiveram uma mísera perseverança, chegaram aqui.
As vezes me irrito tanto pelo tão pouco que as pessoas utilizam para maltratar.
As vezes imagino que teorias e informação, as mais diferentes formas de entender o mundo, não fazem entender a você mesmo.
Percebi que quanto mais gritamos por nossos sentimentos, mais eles são silenciados. E cada vez que seguramos mais o que sentimos, mais as pessoas se esforçam para fazer silêncio para conseguir ouvi-los.
Também consigo entender porque as pessoas sempre conseguem tratar da forma que nunca é o ideal. Ninguém nunca tem sentimentos iguais. Por mais que se amem ou se gostem, a diferença existe, por mais sutil que seja.
Descobri que o mundo mais ideal é o mundo que menos queremos ter. Pois esse mundo desleal e que nos faz sofrer, faz entender a vida e as pessoas. E não é o mundo que nos faz feliz e sim a compainha que nós temos conosco.
As vezes necessitamos ficar só. Mas nunca precisamos viver sozinhos.
Choramos por coisas bobas, porque se não fossem bobas, nós não deixaríamos de chorar.
A felicidade nunca é eterna. Mas a felicidade daquela lembrança, sim.
Esse post será sujeito a alterações.
07 setembro 2009
Previsto Premeditado
Previsto Premeditado
Já foi decidido já aconteceu
Agora é só acreditar no que você mesmo disse
É realizar a palavra que tu fizeste
E ouvir as palavras de o mundo que cresce ao seu redor
Letras estranhas Quebrar pequenos paradigmas
Como vírgulas ou ir contra a sede de uma vida
Por que existem outras fontes que possam alimentar
Uma vida nova Uma nova flor Um novo amor
Já foi decidido já aconteceu
Agora é só acreditar no que você mesmo disse
É realizar a palavra que tu fizeste
E ouvir as palavras de o mundo que cresce ao seu redor
Letras estranhas Quebrar pequenos paradigmas
Como vírgulas ou ir contra a sede de uma vida
Por que existem outras fontes que possam alimentar
Uma vida nova Uma nova flor Um novo amor
Assinar:
Postagens (Atom)

